MIL: Movimento Internacional Lusófono | Nova Águia
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra).
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Desde 2008, "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Nenhuma direita se salvará se não for de esquerda no social e no económico; o mesmo para a esquerda, se não for de direita no histórico e no metafísico (in Caderno Três, inédito)
A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo (in Cortina 1, inédito)
Agostinho da Silvasegunda-feira, 21 de abril de 2014
Sobre «… expressão», no Público
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Censura Canhota
PUSILANIMIDADEO imbróglio surpreende-me a vários títulos. Em primeiro lugar, pela passividade dos doze subscritores, entre os quais se encontra um capitão de Abril (Marques Júnior) e pessoas com responsabilidades na área cultural. Em segundo lugar, pela indiferença da direita, que não foi capaz de pensar pela sua cabeça. Ninguém no PSD e no CDS-PP achou pertinente homenagear Couto Viana. Teria sido preferível um voto chumbado a voto nenhum. Pelos vistos, os gestos solitários, i.e., não conformes ao diktat partidário, estão reservados à aliança policial-parlamentar. A direita, que tanto barafusta com o monopólio literário da esquerda, mostrou-se incapaz de celebrar o mais corajoso dos seus. Têm vergonha de quê? Quanto ao silêncio dos media, estamos conversados. Couto Viana? Quem é esse gajo?
O assunto vem atrasado? Talvez venha. Mas só ontem à noite tive conhecimento dele. E ainda não me refiz do espanto.
Fonte: Da Literatura
Foto Tudo bons rapazes da Coreia do Norte
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Não se importa de repetir?
Bernardo Bairrão no Parlamento
“Não foi por causa das intervenções de Sócrates que 'Jornal de 6ª' acabou”
Bernardo Bairrão, administrador delegado da TVI, afirmou esta segunda-feira que “não foi por causa das intervenções de José Sócrates que 'Jornal de Sexta' acabou”.
Na Comissão de Inquérito, o responsável adiantou que por várias vezes foi pedido a José Eduardo Moniz, então director-geral da TVI, para que o 'Jornal de Sexta' mantivesse o “respeito, isenção e rigor” presente no estatuto editorial.
“O ‘Jornal de Sexta’ não era alvo de critica permanente” por parte da administração, disse, acrescentando que foram as criticas da ERC, do Sindicato dos Jornalistas e “outras opiniões públicas” que levaram a que estes pedidos fossem feitos a Moniz que sempre se manifetsou contra alterações ao noticiário.
No entanto, Bairrão adiantou que “na grande maioria das vezes” não se revia nas críticas feitas ao espaço informativo liderado por Manuela Moura Guedes. “Não nos reviamos nas críticas feitas, nomeadamente as do primeiro-ministro”, disse.
O responsável da TVI disse ainda que se “estudaram alternativas” ao fim do 'Jornal Nacional', como a sua “suspensão durante o período eleitoral” ou a “mudança de pivô”.
“Havia muita forma de contornar o assunto se não se quisesse acabar com o jornal”, disse.
Hugo Real
Fonte: Correio da Manhã