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Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.
SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.
Nenhuma direita se salvará se não for de esquerda no social e no económico; o mesmo para a esquerda, se não for de direita no histórico e no metafísico (in Caderno Três, inédito)
A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo (in Cortina 1, inédito)
Agostinho da Silvaterça-feira, 1 de março de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
O Milhafre de Al Berto
Al Berto, O Anjo Mudo, Contexto, Lisboa, 1993
Alberto Raposo Pidwell Tavares (Coimbra 11 de Janeiro de 1948 - Lisboa 13 de Junho de 1997)
Foto: Virtualia
domingo, 2 de maio de 2010
És, cada vez mais
sexta-feira, 9 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Não sei se os ossiânicos deverão agradecer, mas...
Blind Ossian I, Calum Colvin, 2001
| Reacções: |
quarta-feira, 24 de março de 2010
E por falar em inflação...
domingo, 31 de janeiro de 2010
Semânticas que me assaltam aos Domingos...
Surfin' Bird, The Trashmen, 1963
domingo, 10 de janeiro de 2010
Fazes hoje apenas dois meses...
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Novo Ano, o mesmo Voo...
Haja tormenta, névoa, fúria tremenda dos elementos, a Águia plana sobre o desconcerto do mundo, não porque o menospreze, mas porque desafia às alturas, à esperança, ao futuro, ao mais longe, ao ainda por descobrir e edificar para além de todos os horizontes terrenos...
O que perseguimos no Movimento Internacional Lusófono é mais do que nós, e é por isso que seremos cada vez mais, e o que hoje edificamos, será a obra que outros continuarão, de rosto erguido e braços incansáveis.
Quase a celebrar três meses de existência, com perto de 400 posts publicados e uma média cada vez mais superior, em muito, à centena de visitas por dia, este blogue é já um reconhecido espaço de afirmação da lusofonia e da vontade, comum e cúmplice, de todos os lusófonos consolidarem os seus laços, culturais, políticos e afectivos, legando aos vindouros os fundamentos de uma nação nova, que um dia será, de portas abertas, limpas e sólidas, sem distinção de raça ou credo, onde imperem a justiça, o progresso e a paz.
Viva o Movimento Internacional lusófono.
Abraço MIL.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Mensagem que nos chegou...
Informaremos das suas atividades através do programa na rádio e no nosso blog http://www.lusofonias.org/, no qual já consta o seu link.
Amable González
Lusofonías 107,5 FM de Radio Enlace
http://www.lusofonias.org/
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Navegas, voas, vês
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Milhafre – apontamentos do corvo
1. Visita diária ao Milhafre: coisas novas lá estão, tanta coisa a dizer. Tanta coisa a fazer. Releio o texto de Pessoa, lembro-me dessa edição de 1979 do Sobre Portugal - li-a na altura, tanto tempo parece ter passado. Se calhar tanto tempo passou: "... o português que o não é (...) é o que governa o país. Está completamente divorciado do país que governa (...)". Era decerto assim em 1920, ainda era um pouco assim quando pela primeira vez li essas linhas. Hoje, o português que o não é refez o país à sua imagem. Por isso já nem sequer governa, e pouca gente dá por isso. O deserto basta-se a si próprio.
2. Só, incessante, um som de flauta chora... se nos não guiar a voz dos poetas, a voz funda e nocturna dos poetas, quem nos dirá de caminhos a andar? E no entanto - ou por isso mesmo - o nosso trabalho passa e depende das coisas pequenas. Assim a viagem grande das naus, que se ergue dos marujos e da firmeza simples das cordas.
3. África (Bahia?) uma imagem e um anúncio breve da Miriam. A imagem, forte, fica por detrás do texto que o Clavis aqui deixou: economia de serviços, agricultura, falsa riqueza, destruição de um país. Tenho que voltar a isto. Questão fundamental, por detrás também de todas as outras: como orientar a viragem? Os nossos primeiros marinheiros aprenderam que regressar não é apenas voltar para trás. Soubemos, ou souberam os europeus por nós, acumular montanhas de oiro que se transformaram em fábricas que se transformam agora em coisa nenhuma. E é verdade que o interior está deserto, que a terra é precisa, que o artesão dá às coisas um sabor que é feito de vida e água. Mas quantos de nós quererão mesmo embarcar? Dizem-me que a D. João II não faltavam capitães - como arranjavam eles os grumetes e os remadores? Talvez em cada um de nós haja um Gama, um Nicolau Coelho: ai de nós se não houver, ai dos marinheiros do mar. Pois já não estamos no princípio do mundo.
4. A mesma questão no manifesto do vale do Tua que o António José Borges nos traz. E preferirei sempre as coisas concretas, eu que não sou um activista, um engagé (como se dirá isto em Novi-americano?). Deveríamos talvez ser a rede de todas as redes, o lugar de todos os lugares. Hoje no Público, o Ribeiro Telles falava nas árvores - uma a uma. Há um texto magnífico do Saint-Exupéry sobre a concentração do carpinteiro na sua tábua - lugar e fundamento do navio.
5. Não conheci o Agostinho da Silva. Mas conheci alguns "proscritos desta merda toda". Como o lobo das estepes do Herman Hesse, são eles que guardam as portas da cidade adormecida. Sim, Klatuu, os efeitos da palavra e da viagem e da aliança são incomensuráveis.
6. A Europa é provisória, o Ocidente é eterno. O lugar de Portugal na Europa - e o lugar da Europa em Portugal - serão ainda um pretexto para MIL conversas. Aqui o nómada serei eu, exílio voluntário e companhia ao rei encoberto. Mas fica-me uma questão mais ou menos colocada num comentário, "o que é ser Europeu?". Pela minha janela olho a noite lisboeta. Europeu é aquele cuja pátria é feita de pedra e de madeira, e da lei que é a pedra e o fundamento e que não é palavra eterna de um deus nem capricho fácil de um homem. Aquele cuja pátria está nas palavras deixa-me triste o Outono, ou era uma vez uma princesinha, ou partiu à aventura, e o mar. Ser europeu é sentir o vazio da Europa-das-coisas.
Carta que nos chegou...
Gostaria de parabenizar pelo novo, bem organizado blog. A riqueza do conteúdo também é estimável.
Já tivemos um primeiro contato com o MIL através do Blog Nova Águia, onde divulgamos o nosso trabalho também em defesa a Língua Portuguesa e todos os países que falam a nossa Língua. O Blog www.revistalusofonia.wordpress.com conta com colaboradores de diversos paises e diferentes formações. Doutores de renomes, como o Advogado Ives Gandra da Silva Martins, o Jornalista e Prof. Universitário João Alves das Neves, Drª. Regina Anacleto, Drª Maria Beatriz Alcântara entre outros. Nesse sentido colocamos o conteúdo do nosso blog a disposição do MIL e contamos com futuros intercâmbios.
Abraços.
Fabiola Nese






