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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

Nenhuma direita se salvará se não for de esquerda no social e no económico; o mesmo para a esquerda, se não for de direita no histórico e no metafísico (in Caderno Três, inédito)

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo (in Cortina 1, inédito)

Agostinho da Silva
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Celebrar Eça em 2019

A 17 de Novembro de 2019 assinalar-se-ão os 150 anos da inauguração do Canal do Suez, a ligação que uniu o Mar Mediterrâneo ao Mar Vermelho e abriu uma nova e transformadora rota da navegação e do comércio internacionais. Tal acontecimento constituiu em 1869 um momento marcante, e definidor, de todo o século XIX aos níveis político, económico, tecnológico e cultural; a ele assistiram, testemunhas privilegiadas, muitas pessoas, vários «notáveis» da época, incluindo José Maria Eça de Queiroz, que o tomou como pretexto e ponto de partida para uma viagem de diversas semanas por terras do Médio Oriente, e da qual resultariam dois livros, «O Egipto» e «A Relíquia», além de, antes, alguns artigos que escreveu para o Diário de Notícias na qualidade de enviado especial…
… E é por reconhecer a importância desta efeméride que, entre 15 e 18 de Novembro deste ano, em Lisboa, o Movimento internacional Lusófono organizará um congresso que reunirá um conjunto de especialistas nacionais e estrangeiros que apresentarão comunicações e participarão em debates tendo como tema central a particular «peregrinação» de Eça de Queiroz e as consequências e os significados, para ele, para os seus conterrâneos e para o Portugal de então, daquela. É uma iniciativa que resulta(rá), mais uma vez, de uma proposta minha, à semelhança das já feitas com Luís António Verney (2013, 300 anos do nascimento), Afonso de Albuquerque (2015, 500 anos da morte), Francisco Manuel de Melo (2016, 350 anos da morte) e Francisco de Holanda (2017, 500 anos do nascimento). Resultará de uma colaboração privilegiada com a Fundação Eça de Queiroz, a qual foi previamente contactada e convidada por nós; já associadas estão também entidades como a Biblioteca Nacional de Portugal e a Sociedade de Geografia de Lisboa, locais onde decorrerá o congresso, e outras que incluem o Instituto de Filosofia Luso-Brasileira e a Sociedade Histórica da Independência de Portugal.
Na comissão organizadora estão, além de mim, Annabela Rita, Pedro Correia, Renato Epifânio e Rui Lopo. Entretanto, já se procedeu à «abertura oficial», já ocorreu a «entrada em funcionamento» de um novo blog, dedicado especificamente ao evento, a Eça de Queiroz e ao seu tempo, à efeméride que pretendemos celebrar – nele já coloquei o meu primeiro contributo. E nos próximos meses será nele que deverão ser procuradas novidades e informações, que tentaremos publicar e divulgar com regularidade.

domingo, 25 de novembro de 2018

Os primeiros em Holanda


Recebeu uma especial atenção – e mereceu um considerável apoio académico e institucional (note-se, neste aspecto, a existência de três comissões, de honra, científica e executiva) – a realização do congresso internacional «Francisco de Holanda (1517/18-1584) – Arte e Teoria no Renascimento Europeu», realizado em Lisboa no final desta semana que passou, a 22 e 23 de Novembro n(a sala polivalente do Centro de Arte Moderna d)a Fundação Calouste Gulbenkian, e a 24 n(o anfiteatro d)a Biblioteca Nacional de Portugal…
… Embora tenham sido os membros e os convidados do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira e do Movimento Internacional Lusófono, após proposta minha, os que primeiro celebraram, no ano passado, a vida e a obra daquele grande artista português do século XVI, e, em especial e mais concretamente, o 500º aniversário do seu nascimento, através do colóquio «Francisco de Holanda (1517-2017) – Pintura e Pensamento», decorrido a 4 de Dezembro também na BNP. O «atraso» da outra iniciativa deve-se, aparentemente, à convicção da sua principal responsável de que o autor de «Da Fábrica que Falece à Cidade de Lisboa» nasceu em 1518 e não no ano anterior – uma convicção que, pelo menos até ao momento, não encontra qualquer confirmação nas fontes documentais disponíveis.        
É de salientar que a(maioria da)s comunicações apresentadas no nosso colóquio já estão publicadas - no Nº 22 da revista Nova Águia, correspondente ao segundo semestre de 2018.

domingo, 1 de julho de 2018

Por um Monumento ao Padre António Vieira em Cabo Verde


No dia 6 de Fevereiro de 2018, dia do aniversário do Padre António Vieira (em que faria 410 anos), lançámos uma campanha internacional de angariação de apoios para a construção de um Monumento a esta personalidade maior da cultura lusófona, a ser instalada na Cidade Velha (na Ribeira Grande de Santiago), que perpetuará a sua passagem por Cabo Verde e, em particular, a sua intervenção na Igreja de Nossa Senhora do Rosário, na então chamada Ribeira Grande de Santa Maria, a 22 de Dezembro de 1652, onde foi muito bem recebido – o próprio Padre António Vieira se refere à simpatia com que foi acolhido por toda a cidade” – e onde teve a oportunidade de proclamar que, na sua visão do mundo e da humanidade, não há diferença de nobreza, nem diferença de cor”.

Esta iniciativa, acolhida com entusiasmo pela Câmara Municipal da Ribeira Grande de Santiago, tem o Alto Patrocínio da Embaixada de Cabo Verde em Portugal e envolve uma série de entidades que promovem a ligação fraterna entre os países lusófonos – nomeadamente: o MIL: Movimento Internacional Lusófono, a UCCLA: União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa e a Sphaera Mundi. Depois de ter sido recentemente inaugurada uma estátua do Padre António Vieira em Lisboa, é com o maior regozijo que estas entidades se empenham na perpetuação da memória viva desta personalidade maior da cultura lusófona em Cabo Verde. Um país, qualquer país, terá tanto mais futuro quanto mais perpetuar a memória viva dos seus maiores. O Padre António Vieira nunca foi apenas um cidadão português. Foi sempre um cidadão do mundo, um cidadão lusófono – por isso, também, um cidadão de Cabo Verde. Saudamos, por isso, todos os cidadãos cabo-verdianos por esta iniciativa.

Renato Epifânio
Presidente do MIL: Movimento Internacional Lusófono
Para mais informações: info@movimentolusofono.org

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Fotos do V Congresso da Cidadania Lusófona...

13 de Novembro, em Sintra, no Palácio Valenças: com José Dias Coelho, Basílio Horta, Renato Epifânio e Adriano Moreira.
Com Ângelo Cristóvão, Carlos Mariano Manuel e Lauro Moreira.
14 de Novembro, em Lisboa, no Liceu Pedro Nunes.
Com Ivónia Nahak Borges, Alexandre da Fonseca e Valentino Viegas.
Com Alexandre Banhos Campo, António Andrade e Luísa Timóteo.
Com Zeferino Boal, Maria José Leal e Francisco Nuno Ramos.
Com Mário de Carvalho, Mariene Hildebrando, Annabela Rita e Elter Manuel Carlos.
Com Jorge Queta, Maria Dovigo, Márcia Dias e Djarga Seidi.
Com Isabel Potier.
Com Delmar Maia Gonçalves.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

15-18 de Novembro: Programa final do 2º Festival TABULA RASA

 
O Programa foi publicamente apresentado no dia 24 de Fevereiro de 2017, data em que lançámos igualmente o volume que resultou da primeira edição deste Festival.


Conforme o publicitado no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Fátima, entidade promotora do evento, no dia 24 de Fevereiro, e, mais recentemente, no dia 9 de Março, no Palácio da Independência, sede do MIL: Movimento Internacional Lusófono e da NOVA ÁGUIA: Revista de Cultura para o Século XXI, entidades organizadoras, está já acessível o Programa do II Festival TABULA RASA, que irá decorrer entre os dias 15 e 18 de Novembro. Assim, no primeiro dia, teremos, da parte da tarde, o Anúncio dos Prémios “Obras TABULA RASA 2016-2017”, a serem entregues no última dia, bem como as Conferências de Abertura, a serem proferidas por Adriano Moreira e Guilherme d’Oliveira Martins. Depois do jantar, teremos a apresentação da Revista NOVA ÁGUIA Nº 20 e de outras obras.
No dia seguinte, inicia-se uma série de quatro painéis, que se estendem pelo terceiro dia, sobre “A Literatura e o Sagrado” (tema geral deste II Festival – recordamos que o tema geral do I Festival, que decorreu em 2015, foi “A Literatura e a Filosofia”) nos diversos países e regiões do espaço de língua portuguesa: em Portugal, por Annabela Rita; em Angola, por Carlos Mariano Manuel; no Brasil, por Mariene Hildebrando; em Cabo Verde, por Elter Manuel Carlos; na Galiza, por Maria Dovigo; em Goa, por Henrique Machado Jorge; na Guiné-Bissau, por Pequi Mpuló; em Malaca, por Luísa Timóteo; em Macau, por Jorge Rangel; em Moçambique, por Delmar Maia Gonçalves; em São Tomé e Príncipe, por Orlando Piedade; e, finalmente, em Timor-Leste, por Luís Cardoso.
Para além desta dimensão lusófona, este Festival terá ainda uma dimensão ecuménica, com um painel, no dia 16, sobre “O sagrado nas várias tradições religiosas”: na tradição católica, por Samuel Dimas e Joaquim Domingues; na tradição islâmica, por Fabrizio Boscaglia; na tradição judaica, por Pedro Martins; na tradição druídica, por Joaquim Pinto; na tradição oriental, por Rui Lopo. No dia seguinte, teremos um outro painel sobre “O sagrado no pensamento, na poesia, na música e nas artes plásticas”; no pensamento, por Manuel Cândido Pimentel; na poesia, por Luísa Malato e Celeste Natário; na música, por Edward Luiz Ayres d'Abreu; nas artes plásticas, por José Carlos Pereira. Nas noites de 16 e 17, teremos ainda dois painéis-tertúlia onde alguns escritores falarão sobre a sua experiência de escrita: Fernando Pinto do Amaral, Maria João Cantinho e Isabel Alves de Sousa (16); João de Melo, Alexandre Honrado e Risoleta Pinto Pedro (17).
Na manhã de dia 18, finalmente, no Hotel de Sta. Maria, onde decorrerão muitas das sessões (a par das instituições de ensino locais), entregar-se-ão os Prémios “Obras TABULA RASA 2016-2017”, nas diversas categorias: literatura infanto-juvenil (justificação: Pedro Teixeira Neves); poesia (justificação: António José Borges); ficção (justificação: António Ganhão); filosofia (justificação: Luís Lóia). Depois, conforme o já anunciado, Miguel Real irá justificar a entrega do Grande Prémio “TABULA RASA Vida e Obra” a Pinharanda Gomes, que fará depois também uma intervenção. Por fim, ainda antes do almoço, far-se-á o encerramento formal do II Festival, sendo certo que, pela tarde fora, bem como nos três dias anteriores, teremos alguns momentos culturais surpresa. Não é, de facto, por acaso que os Festivais TABULA RASA assumiram o lema: “Muito mais do que um Festival Literário…”.
Co-organização MIL/ NOVA ÁGUIA - para mais informações:

Iniciativas do MIL em destaque no Público...


domingo, 12 de novembro de 2017

13-14 de Novembro: V Congresso da Cidadania Lusófona


Ver Programa:
http://cidadanialusofona.webnode.com/
Participem, por favor, neste Inquérito - os resultados serão depois discutidos no V Congresso da Cidadania Lusófona, em particular no segundo dia, onde esperamos uma assistência de mais uma centena de pessoas (sobretudo, jovens): Que tipo de Liberdade de Circulação (LC) considera ser mais importante para os membros da comunidade lusófona?

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Fotos da sessão de 17 de Junho das Tertúlias de Cultura Portuguesa (organização MIL/ NOVA ÁGUIA)

Mais de meia centena de pessoas participou na sessão de 17 de Junho das Tertúlias de Cultura Portuguesa, realizada nas instalações do Museu da Quinta de Santiago. Este encontro evocativo do 150.º aniversário do nascimento de António Nobre e Raul Brandão contou com as participações de J. Alberto de Oliveira, Maria Bochicchio, Maria Luísa Malato e Duarte Drumond Braga.
Graças ao apoio da Junta de Freguesia de Matosinhos-Leça foi possível prestar uma homenagem solene a António Nobre - junto ao seu túmulo -, e fazer um pequeno roteiro nobreano por Leça da Palmeira. 
Agradecendo a comparência de todos os presentes, recordamos que o próximo encontro está marcado para o dia 30 de Setembro, às 15h30, na Casa-Museu Guerra Junqueiro.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

29 de Maio | Evento MIL em Cabo Verde...


29 de Maio de 2017- 15H00: Biblioteca Pedro Dias (São Martinho Grande) -     CMRGS / MIL (Movimento Internacional Lusófono) / Universidade de Cabo Verde (UNICV).

LOCAL: São Martinho Grande – Biblioteca Municipal Pedro Dias

Conferência sobre: “O Sincretismo Religioso em Cabo Verde”, Por Professor Doutor João Lopes Filho. Antropólogo e Especialista sobre a Cultura Cabo-verdiana.

PROGRAMAÇÃO

14H30 – Partida do Campus Universitário Palmarejo – Universidade de Cabo Verde: Autocarro disponível.

14H50 – Recepção dos convidados

Público-alvo: estudantes de Filosofia, História e de Gestão do Património Cultural; Operadores, Vereadores e Técnicos da CMRGS, Alunos de escolas locais: Liceu de Salineiro e Escolas do Ensino Básico. Todos os que interessam pela cultura cabo-verdiana.

15H00 – Alocução do Vereador do Pelouro da Cultura e Turismo da CMRGS: Dr. Domingos Mendes.

15H05 – Breves palavras do Coordenador do MIL em Cabo Verde: Professor Elter Carlos.

15H10 – Professor João Lopes Filho – Fundação João Lopes / Universidade de Cabo Verde: “O Sincretismo Religioso em Cabo Verde”.

16H00 – Debate.

Moderador: Professor Octávio Cândida: Universidade de Cabo Verde.

17H00: MIL Convívio.

terça-feira, 18 de abril de 2017

18 Abril: Entrega do Prémio MIL Personalidade Lusófona de 2016 a Ruy Mingas e Lançamento da NOVA ÁGUIA 19


 
Anteriores Premiados: Lauro Moreira (2009), Ximenes Belo (2010), Adriano Moreira (2011), Domingos Simões Pereira (2012), Ângelo Cristóvão (2013), Gilvan Müller de Oliveira (2014) e Duarte de Bragança (2015).

domingo, 12 de março de 2017

Esta Semana, Evento MIL em Cabo Verde...

No âmbito das comemorações do aniversário da Biblioteca Municipal Dr. Pedro Silva (em S. Martinho Grande), a Câmara Municipal da Ribeira Grande de Santiago – em parceria com a Fundação Lopes Filho - celebra esta terça-feira, 14 de Março, às 15h, um protocolo de cooperação com o  MIL: Movimento Internacional Lusófono, representada em Cabo Verde pelo Dr. Elter Manuel Carlos.
Na ocasião, o Dr. Carlos Bellino Sacadura apresentará uma Comunicação sobre Agostinho da Silva: "Para além da Filosofia: O Pensamento Místico e Poético de Agostinho da Silva”.

sexta-feira, 3 de março de 2017

"José Enes: Pensamento e Obra", mais uma obra promovida pelo MIL...


No conjunto, este livro representa um instrumento valioso e indispensável para o estudo do pensamento e da obra do Professor Enes, pois os ensaios que reúne, ao tomarem para análise os seus próprios textos, trazem um inestimável contributo para a sua compreensão e difusão. Desde a biografia e bibliografia até à gnosiologia, ontologia, ética e teologia, passando ainda pela crítica literária, pela reflexão sobre a universidade, a sociedade e a política, o pensamento e a obra do Professor José Enes ganham em muitos dos estudos aqui incluídos uma grandeza, porventura mais perceptível e imponente do que o apreço que em vida o autor logrou conhecer. Simultaneamente, a alta personalidade do professor, do filósofo, do poeta, do humanista, do homem de cultura e de acção que foi José Enes sobressai ao longo do livro, recolhendo um justo e comovedor reconhecimento, que é penhor do lugar de relevo que este grande «português dos Açores» ocupa no pensamento e na cultura que se exprime em língua portuguesa.
 
AA.VV., "José Enes: Pensamento e Obra", coord. de Carlos Pacheco Amaral, Manuel Cândido Pimentel e Renato Epifânio, Lisboa, MIL/ DG Edições, 2016, 474 pp.
ISBN: 978-989-8661-64-7
Para encomendar: info@movimentolusofono.org
 
Outras obras promovidas pelo MIL:

domingo, 29 de janeiro de 2017

Fotos do início do Ciclo "150 anos de Raul Brandão e António Nobre"


Casa cheia no Ateneu Comercial do Porto para receber a primeira tertúlia de 2017 (28 de Janeiro). Este encontro contou com uma comunicação do Professor José Carlos Seabra Pereira e as intervenções de José Valle de Figueiredo e José Almeida.
A organização gostaria de agradecer a todos os presentes, relembrando que a próxima sessão terá lugar no dia 25 de Fevereiro.

domingo, 9 de outubro de 2016

Fotos do Colóquio sobre D. Francisco Manuel de Melo (7 de Outubro, na Biblioteca Nacional)

 Renato Epifânio, Pinharanda Gomes e Manuel Cândido Pimentel
 Teresa Amado, Manuel Curado e Octávio dos Santos
Ana Paula Banza, Deana Barroqueiro e António Braz Teixeira

terça-feira, 19 de julho de 2016

Homenagem a António Braz Teixeira – nos seus 80 anos


O currículo de António Braz Teixeira impressiona – ei-lo aqui, numa versão muito sintética: «António Braz Teixeira é Licenciado em Direito e Doutor Honoris Causa pela Universidade de Lisboa, tendo exercido funções docentes em diversas instituições de Ensino Superior, como a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, a Universidade de Évora, a Universidade Católica Portuguesa, a Universidade Autónoma de Lisboa e a Universidade Lusófona. Membro da Academia de Ciências de Lisboa, da Sociedade Científica da Universidade Católica Portuguesa, da Academia Portuguesa de História, da Academia Brasileira de Letras e da Academia Brasileira de Filosofia (Rio de Janeiro). Autor de: A Filosofia Portuguesa actual (1959); O pensamento filosófico-jurídico português (1983); Sentido e valor do Direito. Introdução à Filosofia Jurídica (1990/ 2010); Caminhos e Figuras da Filosofia do Direito luso-brasileira (1991/ 2002); Deus, o Mal e a Saudade: estudos sobre o pensamento português e luso-brasileiro contemporâneo (1993); O pensamento filosófico de Gonçalves de Magalhães (1994); O Espelho da Razão: estudos sobre o pensamento filosófico brasileiro (1997); Ética, Filosofia e Religião: estudos sobre o pensamento português, galego e brasileiro (1997); Formas e percursos da razão atlântica: estudos de filosofia luso-brasileira (2001); História da Filosofia do Direito portuguesa (2005); Diálogos e perfis (2006); A Filosofia da Saudade (2006); O Essencial sobre a Filosofia Portuguesa (séculos XIX e XX) (2008); Conceito e formas de democracia em Portugal e outros estudos da história das ideias (2008); A Experiência Reflexiva: estudos sobre o pensamento luso-brasileiro (2009); A Filosofia da Escola Bracarense (2010); A filosofia jurídica brasileira do século XIX (2011); Breve tratado da razão jurídica (2012); A teoria do mito na filosofia luso-brasileira contemporânea (2014); A “Escola de São Paulo” (2016). Homenageado por colegas, admiradores e discípulos, através de: AAVV, Convergências e Afinidades. Homenagem a António Braz Teixeira (2008). É ainda o Presidente do Conselho de Direcção da Nova Águia: Revista de Cultura para o Século XXI e Sócio Honorário do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tendo sido eleito, em 2016, Presidente da Direcção do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira».

Não é porém por isso, sobretudo por isso, que um grupo de amigos promoveu um Jantar em sua Homenagem, a decorrer no dia 21 de Julho, data em que completará 80 anos de vida. É, sobretudo, por António Braz Teixeira ser um Homem Bom, sempre disponível para ajudar, com a sua generosidade e lucidez.

Na ocasião, às 19h, iremos lançar a sua mais recente obra: A “Escola de São Paulo”. Caso pretenda associar-se a esta nossa Homenagem, deve por favor inscrever-se (até 10 de Julho), enviando um e-mail para: info@movimentolusofono.org

Pelo crescente número de inscrições (que chegaram já ao número de 70), tivemos que alterar o local do Jantar: este já não decorrerá no Clube Militar Naval, conforme o previsto, mas na Associação Caboverdeana (Lisboa), Rua Duque de Palmela n.º 2 – 8º (junto ao Marquês de Pombal).