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MIL: Movimento Internacional Lusófono | Nova Águia


Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de uma centena de milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por mais de meia centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia. Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.
SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI

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Desde 2008, "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".

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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

Nenhuma direita se salvará se não for de esquerda no social e no económico; o mesmo para a esquerda, se não for de direita no histórico e no metafísico (in Caderno Três, inédito)

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo (in Cortina 1, inédito)

Agostinho da Silva
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terça-feira, 18 de abril de 2023

Senegal - Interesse e empenho pela língua portuguesa impressiona MNE português

 

O ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) português, João Gomes Cravinho declarou que o interesse e empenho na aprendizagem da língua portuguesa no Senegal “provavelmente não tem paralelo em qualquer outro país fora do espaço lusófono”.

“Eu creio que não haverá consciência daquilo que é a realidade da língua portuguesa neste país”, afirmou João Gomes Cravinho, em contacto telefónico a partir de Dacar, onde liderou a delegação portuguesa à 3.ª Comissão Mista Luso-Senegalesa.

O governante, que se manifestou “extremamente entusiasmado” por ter podido testemunhar o interesse e empenho pelo português, após visitar o Centro de Língua Portuguesa, da Universidade Cheikh Anta Diop, na capital senegalesa, salientou que no Senegal existem atualmente cerca de 47 mil alunos de português.

A licenciatura em língua portuguesa naquela universidade senegalesa tem 2300 alunos inscritos, destacou.

“É extremamente entusiasmante e para mim, também, enquanto ministro dos Negócios Estrangeiros, obviamente que assumo como uma responsabilidade, porque estamos a falar daquilo que é um esforço, apesar de haver o leitor de língua portuguesa, algumas bolsas, mas é um esforço, sobretudo, do sistema educacional senegalês”, sublinhou.

“Vamos agora, regressando a Portugal, olhar para mecanismos para reforçar o nosso apoio ao ensino da língua portuguesa no Senegal”, acrescentou.

Na capital senegalesa, à margem da reunião da Comissão Mista, João Gomes Cravinho foi recebido pelo Presidente senegalês, Macky Sall, e reuniu-se com a sua homóloga, Aïssata Tall Sall.

A 3.ª Comissão Mista Luso-Senegalesa realizou-se quase uma década após a anterior reunião.

João Gomes Cravinho destacou a “clara disponibilidade da parte senegalesa no reforço das relações com Portugal”, desde o Presidente da República, ministros dos Negócios Estrangeiros, das Pescas, do Ambiente, reitor da Universidade Cheikh Anta Diop, “todos a quererem claramente reforçar o relacionamento e reconhecer que Portugal é um país com quem não há nenhum tipo de dificuldade”.

O chefe da diplomacia portuguesa acrescentou que o Senegal “é um país cujo potencial de cooperação é bastante superior àquilo que tem sido a realidade ao longo dos anos”.

Nesse sentido, antecipou uma “expectativa elevada” para a visita de Estado de Macky Sall a Lisboa, prevista para finais de junho.

No âmbito desta deslocação ao continente africano, o MNE vai ainda passar pelas capitais da Gâmbia e da Mauritânia, tendo reuniões agendadas com os seus homólogos hoje e no sábado de manhã, respetivamente.

Nas declarações à Lusa, João Gomes Cravinho destacou a importância geopolítica destes países.

“Acho que é um erro não termos consciência permanente de que, para além de Espanha, de França, de outros países europeus que são nossos vizinhos e com quem temos relacionamento muito profícuo, nós temos para sul um conjunto de países: Marrocos, Senegal, Mauritânia, Gâmbia, muitíssimo importantes numa perspetiva daquilo que é geopolítica, na qual estamos inseridos e que infelizmente nós, ao longo dos anos, talvez não prestemos suficiente atenção”, frisou.

Na Gâmbia e na Mauritânia, o chefe da diplomacia portuguesa vai abordar a situação no Sahel, que caracterizou como “uma região de grande instabilidade”.

Oportunidades de negócios e de trabalho para empresas portuguesas são outro tema dos encontros que manterá em Banjul e Nouakchott.

Ainda relativamente à Mauritânia, João Gomes Cravinho disse que a relação bilateral no âmbito da defesa e da segurança e o reforço no domínio da formação em matéria de segurança e em outras áreas, como a administração pública, são temas em agenda.

Acordos

Portugal e o Senegal vão cooperar mais nos setores das pescas, portos e outras atividades ligadas ao mar, e na formação nas áreas do turismo e da diplomacia, revelaram dia 13 os ministros dos Negócios Estrangeiros dos dois países.

Em declarações à imprensa em Dacar, onde decorreu a 3.ª Comissão Mista Luso-Senegalesa, o ministro João Gomes Cravinho, e a sua homóloga do Senegal, anunciaram a assinatura de memorandos e acordos nestas áreas e a preparação de outros.

“Assinamos dois acordos e as nossas equipas trabalharam na identificação de outras áreas de cooperação”, revelou João Gomes Cravinho, numa declaração a que a Lusa teve acesso, explicando que se trata de “um memorando para reforçar a formação diplomática” entre as instituições dos dois países que trabalham a este nível, e um acordo na área das infraestruturas.

O ministro realçou a importância do mar e da fileira do pescado, entre outras vertentes da economia azul, na cooperação entre Portugal e o Senegal, que tem fronteira com a Guiné-Bissau, e revelou que o secretário de Estado do Mar, José Maria Costa, e a secretária de Estado das Pescas, Teresa Coelho, identificaram oportunidades para os dois países desenvolverem em conjunto nestas áreas.

Este é “um setor em transformação”, frisou o ministro, e além das pescas há novas oportunidades “por exemplo para explorar o mar para indústrias farmacêuticas e cosméticas”.

A ministra senegalesa reforçou que a economia do mar, a sua proteção, mas também “a gestão e exploração dos portos“ são áreas da economia que os dois países devem aprofundar. In “Mundo Lusíada” – Brasil com “Lusa”

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Senegal - Há cerca de 50 mil estudantes a aprender a língua portuguesa

Neste momento existem dois centros de língua portuguesa no Senegal, país onde há cerca de 50 mil estudantes de português em 300 escolas, disse à o presidente do Instituto Camões



«Estamos a pensar ampliar os nossos centros de língua portuguesa, tanto em Ziguinchor como em Dakar», adiantou à Lusa Luís Faro Ramos, adiantando que as duas estruturas são «largamente frequentadas» e atraem «muita curiosidade» por parte de jovens senegaleses.

O presidente do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua (IC) falava à agência Lusa, por telefone, a partir do Senegal, onde terminou esta quarta feira uma visita de trabalho.

Luís Faro Ramos disse ter já a concordância dos reitores das universidades Cheikh Anta Diop (Dakar) e Assane Seck (Ziguinchor) - onde estão instalados os referidos centros - com os quais se encontrou durante a visita de dois dias.

«Agora vamos trabalhar para isso», disse.

Luís Faro Ramos, que esteve na capital senegalesa, Dakar, e em Ziguinchor, na região de Casamansa, próximo da fronteira com a Guiné-Bissau, disse ainda que Portugal vai manter o apoio ao Senegal na formação de professores.

«A finalidade da visita era verificar 'in loco' este interesse enorme pela língua portuguesa. Temos no Senegal cerca de 50 mil estudantes no ensino de português ao nível do secundário e superior, em 300 escolas por todo o país e com mais de 400 professores», indicou Faro Ramos.

O presidente do IC assinalou o facto de os professores que lecionam português no país serem «todos senegaleses», sublinhando «o esforço notável» de promoção da língua portuguesa «levado a cabo pelas autoridades senegalesas».

O IC tem nas duas universidades centros de língua e um leitor de português, que faz «formação de professores», mas o «esforço é sobretudo do Senegal», disse.

«Naquilo que diz respeito ao ensino do português como língua estrangeira, o Senegal é um farol da língua portuguesa nesta região de África e, dentro do Senegal, Casamansa e, sobretudo, Ziguinchor, é o farol regional», acrescentou.

Em Ziguinchor, há atualmente mais de 13 mil estudantes a aprender língua portuguesa, em 90 estabelecimentos de ensino e com cerca de 100 professores.



O Camões tem desde 2018 um centro de língua portuguesa na universidade Assane Seck, em Ziguinchor, onde Luís Faro Ramos, acompanhado do embaixador de Portugal, foi recebido com o hino nacional de Portugal cantado por jovens senegaleses que estão a aprender português no ensino secundário.

«Não podia sair mais satisfeito com o que vim encontrar neste país. Há uma apropriação no Senegal do ensino da língua e uma atividade cultural vibrante», disse Faro Ramos.

Neste contexto, adiantou que o IC vai apoiar a participação, em maio, de três artistas plásticos portugueses na bienal de arte contemporânea DacArt.

Por outro lado, apontou, há «trabalho a fazer na área da cooperação», anunciando para breve «a recolocação» de um técnico de cooperação na Embaixada de Portugal em Dakar. In “Revista Port. Com” - Portugal

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Notícias do mundo lusófono

Delegação luxemburguesa em Luanda para iniciar relação económica com África

O ministro luxemburguês da Economia e do Comércio Exterior, Jeannot Krecké, disse hoje em Luanda que o Luxemburgo está interessado em iniciar relações económicas com África, tendo escolhido Angola para esse objectivo.

Grupo de Apoio Orçamental avalia positivamente o desempenho macroeconómico

O Grupo de Apoio Orçamental (GAO) para Cabo Verde, liderado por Portugal, avaliou positivamente as políticas de execução orçamental e o desempenho macroeconómico do Governo cabo-verdiano, mas assinalou que persistem algumas questões que o preocupam.

Presidente já saiu do hospital e está instalado em residência oficial do Senegal

O Presidente da Guiné-Bissau, Malam Bacai Sanhá, deixou o Hospital Principal de Dacar, Senegal, onde esteve a realizar exames médicos e está actualmente hospedado numa residência oficial das autoridades senegalesas, informou hoje em comunicado a Presidência guineense.

Economia «continua forte» e vai crescer mais de 7% este ano, diz o FMI

O Fundo Monetário Internacional (FMI) considera que “o desempenho económico de Moçambique continua forte, apesar do difícil ambiente internacional” e prevê mesmo um crescimento superior a sete por cento este ano.

Fonte: Notícias Lusófonas

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Notícias do mundo lusófono

Activista de Cabinda questionado sobre os documentos apreendidos

O julgamento(?) do activista de direitos humanos na colónia angolana de Cabinda, Barnabé Paca Peso, acusado de crime contra a segurança do Estado, teve hoje início, tendo a parte da manhã servido para audição do réu.

Senegal oferece açúcar devido à carência deste produto na Guiné-Bissau

O Presidente da Guiné-Bissau, Malam Bacai Sanhá, recebeu hoje 100 toneladas de açúcar oferecidas pelo seu homólogo senegalês, Abdoulaye Wade, devido à escassez do produto em Bissau.

Governo aprova projecto para segunda maior hidroeléctrica do país

O Conselho de Ministros de Moçambique aprovou hoje em Maputo o projecto de construção da Hidroeléctrica de Mpanda Nkua, que se vai tornar na segunda maior do país, orçada em 1,5 mil milhões de euros.

Oposição céptica quanto aos ganhos da descoberta de petróleo

A RENAMO e o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), maiores partidos da oposição, mostraram-se hoje cépticos quanto aos ganhos da descoberta de petróleo, mas a FRELIMO, no poder, considerou “grande oportunidade” para tirar o país da pobreza.

Fonte: Notícias Lusófonas