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Nenhuma direita se salvará se não for de esquerda no social e no económico; o mesmo para a esquerda, se não for de direita no histórico e no metafísico (in Caderno Três, inédito)
A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo (in Cortina 1, inédito)
Agostinho da SilvaColecção Nova Águia: https://www.zefiro.pt/category/filosofia-nova-aguia
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"Compreender, Verdade e Política em Hannah Arendt", de Rui Fernando Gueifão
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"Elementos para uma Filosofia da Religião", de António Braz Teixeira
MIL/ DG Edições, 2026, 150 pp.
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"Cântico Ofídico e Outros Poemas", de João Franco
MIL/ DG Edições, 2026, 88 pp.
ISBN: 978-989-36597-5-5
“Q de Inquietude”, de de Pedro Manzarra
MIL/ DG Edições, 2026, 142 pp.
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A Associação Internacional dos Lusodescendentes (AILD) anunciou o lançamento de uma iniciativa para instituir oficialmente o Dia do Lusodescendente. O objetivo é reconhecer a identidade própria das gerações nascidas da diáspora portuguesa em todo o mundo
Gilda Pereira, presidente da Direção da AILD, destacou a importância da iniciativa, afirmando que “os lusodescendentes são a projeção global e o futuro de Portugal no mundo”. A responsável esclareceu ainda que a designação não deve ser “dia nacional”, uma vez que seria uma contradição para uma comunidade cuja vivência é, por definição, global. “Vamos pedir estas audiências parlamentares convictos de que os deputados, em especial os eleitos pela Emigração, reconhecerão a urgência de valorizar esta imensa rede que une Portugal ao mundo”, concluiu.
A AILD declarou que vai formalizar pedidos de audiência junto da Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas e dos diversos Grupos Parlamentares da Assembleia da República.
A associação sublinha que, embora o dia 10 de Junho seja já assinalado como o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, os lusodescendentes constituem uma realidade identitária distinta. “Os lusodescendentes representam uma realidade identitária distinta, marcada por vivências transnacionais, multiculturalidade e uma relação com Portugal que se renova geração após geração”, lê-se na publicação.
Segundo a AILD, a instituição deste dia assenta em três eixos fundamentais: a afirmação global da identidade transnacional de milhões de cidadãos; a continuidade da herança, através do incentivo ao ensino do português como língua de herança; e o reconhecimento dos lusodescendentes como um ativo estratégico em posições de liderança internacional nas áreas económicas, científicas e culturais.
A AILD lançou ainda um apelo à sociedade civil e ao movimento associativo, convidando todas as organizações da diáspora, instituições culturais e cidadãos interessados a juntarem-se à causa. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo