MIL: Movimento Internacional Lusófono | Nova Águia
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Nenhuma direita se salvará se não for de esquerda no social e no económico; o mesmo para a esquerda, se não for de direita no histórico e no metafísico (in Caderno Três, inédito)
A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo (in Cortina 1, inédito)
Agostinho da Silvasexta-feira, 19 de junho de 2026
Novo Livro MIL: "Compreender, Verdade e Política em Hannah Arendt", de Rui Fernando Gueifão
"Compreender, Verdade e Política em Hannah Arendt", de Rui Fernando Gueifão
MIL/ DG Edições, 2026, 132 pp.
ISBN: 978-989-36597-4-8
quinta-feira, 18 de junho de 2026
Novo Livro MIL: "Elementos para uma Filosofia da Religião", de António Braz Teixeira...
"Elementos para uma Filosofia da Religião", de António Braz Teixeira
MIL/ DG Edições, 2026, 150 pp.
ISBN: 978-989-36597-7-9
Mais Livros MIL de António Braz Teixeira:
https://millivros.webnode.page/de-antonio-braz-teixeira/
Para encomendar: info@movimentolusofono.org
O MIL, a(s) Esquerda(s) e a(s) Direitas(s)...
quarta-feira, 17 de junho de 2026
Novo Livro MIL: "Cântico Ofídico e Outros Poemas", de João Franco...
"Cântico Ofídico e Outros Poemas", de João Franco
MIL/ DG Edições, 2026, 88 pp.
ISBN: 978-989-36597-5-5
Novo Livro MIL: “Q de Inquietude”, de Pedro Manzarra…
“Q de Inquietude”, de de Pedro Manzarra
MIL/ DG Edições, 2026, 142 pp.
ISBN: 978-989-36597-6-2
terça-feira, 16 de junho de 2026
segunda-feira, 15 de junho de 2026
Moçambique - Portugal disponibiliza conhecimentos e meios para o combate à pesca ilegal
O secretário de Estado das Pescas e do Mar português disse, na cidade de Maputo, que a pesca ilegal é um desafio global, estando Lisboa disponível para apoiar Moçambique com equipamentos e estudos para travar estes crimes nos seus mares
Não vale a pena Moçambique estar a comprar equipamentos que Portugal já tem, não vale a pena estar a estudar problemas que nós já estudámos. Nós estamos prontos, sim, para disponibilizar esses equipamentos, os resultados da nossa investigação científica, porque nós queremos mesmo que Moçambique olhe para o mar como um vetor estratégico, porque pode ser o mar o ponto de viragem para uma nova economia em Moçambique”, disse Salvador Malheiro.
O responsável falava em declarações à Lusa à margem da 3.ª Conferência da Economia Azul, que terminou sexta-feira, a propósito da pesca ilegal que afeta Moçambique, sobretudo ao longo do oceano Índico, defendendo ações coordenadas entre países para tentar travar este crime que Portugal também enfrenta.
“Nós, apesar de termos uma aposta muito maior na fiscalização e na colocação das forças de segurança no mar, também não temos o problema resolvido e este é um problema que temos que encarar de uma forma global e que temos que discutir as melhores formas de o atacar. Já percebemos que não é apenas com leis, é preciso muita fiscalização, mas sobretudo uma ação de sensibilização juntos dos pescadores, nacionais e internacionais”, alertando para as implicações do esgotamento dos recursos marinhos, declarou.
Relativamente a novos acordos para apoiar Moçambique no setor de mar e pescas, disse que está em preparação uma conferência “ao mais alto nível”, prevista para este ano, em Lisboa, indicando que nesse encontro os dois países vão estreitar relações nesta área.
“Em primeiro lugar, vamos colocar as nossas instituições de ciência e investigação científica a falar conjuntamente, quer as de Portugal, quer as de cá. Vamos colocar a respetiva autoridade marítima a conversar mutuamente, no sentido de nós termos partilha de informação, tecnologias e equipamentos. Por outro lado, vamos tentar ajudar Moçambique junto da Comissão Europeia, para que possamos ter um novo acordo (…) que defenda os interesses de Moçambique”, acrescentou.
Segundo o governante, na referida conferência serão mostradas as potencialidades de Moçambique aos empresários portugueses que querem investir neste setor.
Ao discursar no encerramento da conferência, Malheiro disse que Lisboa quer compatibilizar com Moçambique os regulamentos do setor de pescas e mar, colaborando na formação e ordenamento do espaço marítimo.
“Esta parceria bilateral tem algumas áreas que, na minha opinião, devem ser consideradas estratégicas, desde logo na compatibilização de regulamentos do setor das pescas, garantindo a sustentabilidade das capturas, abertura de novos mercados e o combate à pesca ilegal”, disse.
Portugal quer também parcerias com Moçambique no ordenamento do espaço marítimo, partilhando boas práticas de planeamento e de licenciamento sustentável, harmonizando e compatibilizando os diversos recursos do mar. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo
domingo, 14 de junho de 2026
Ainda não encomendou a sua NOVA ÁGUIA 37?...
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Agostinho da Silva, primeiro inspirador da CPLP...
sábado, 13 de junho de 2026
2-6 de Novembro, 10º CILB: nos 120 anos de Agostinho da Silva, nos 30 anos da CPLP...
Miguel Real, sobre as "Visões de Agostinho da Silva: de Portugal à Lusofonia", edição revista e aumentada...
ISBN: 978-972-8958-26-8
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Ainda disponíveis: "Obras Escolhidas de Manuel Ferreira Patrício"












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