*É um Lusófono com L grande? Então adira ao MIL: vamos criar a Comunidade Lusófona!*

MIL: Movimento Internacional Lusófono | Nova Águia


Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de uma centena de milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por mais de meia centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia. Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.
SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; NIF: 509 580 432
Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI

Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra).

Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa).

Desde 2008, "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".

Colecção Nova Águia: https://www.zefiro.pt/category/zefiro-nova-aguia

Outras obras promovidas pelo MIL: https://millivros.webnode.com/

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

Nenhuma direita se salvará se não for de esquerda no social e no económico; o mesmo para a esquerda, se não for de direita no histórico e no metafísico (in Caderno Três, inédito)

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo (in Cortina 1, inédito)

Agostinho da Silva
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sexta-feira, 5 de janeiro de 2024

Morreu Rui Mingas, Prémio MIL Personalidade Lusófona 2016

Rui Mingas, coautor do hino nacional de Angola, ex-ministro dos Desportos e antigo embaixador em Portugal, morreu esta quinta-feira em Lisboa vítima de doença prolongada, disse à Lusa fonte diplomática.

Rui Alberto Vieira Dias Rodrigues Mingas, que nasceu em Angola em 12 de maio de 1939, distinguiu-se, na juventude, no atletismo, designadamente nas especialidades de salto em altura e 11 metros barreiras.

Militante ativo do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA, partido no poder desde a independência do país, em 1975), Rui Mingas desempenhou os cargos de deputado e foi ministro dos Desportos.

Como músico, compôs poemas dos poetas angolanos Viriato da Cruz, Agostinho Neto – primeiro Presidente de Angola -, Mário António e António Jacinto.

Da sua obra discográfica destacam-se "Cantiga por Luciana”, "Poema da farra”, "Makezu”, "Muadiakimi”, "Birin birin”, "Monagambé”, "Adeus à hora da partida” e "Meninos do Huambo”.

“Nesta hora de dor e luto, endereço em meu nome pessoal, no da minha família e no de todos quantos trabalham na Embaixada da República de Angola na República Portuguesa, as minhas condolências na certeza de que o nosso País perdeu um dos seus mais ilustres filhos e na esperança de que o seu exemplo de distinto nacionalista inspire as atuais gerações na criação de uma Angola unida, próspera e cada vez melhor para todos nós”, lê-se na nota de pesar da embaixadora de Angola em Portugal, Maria de Jesus Ferreira.

“Em 1979, Rui Mingas assumiu a condução durante dez anos, com a categoria de ministro, da Secretaria de Estado para a Educação Física e Desportos (SEEFD), sendo o grande responsável pelo período pujante do desenvolvimento do desporto em Angola”, destaca a diplomata. “Foi, ainda poeta, cantor e compositor, conquistando em 2014 um prémio atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores. Em Portugal, foi também distinguido com o prémio Personalidade Lusófona, entregue pelo Movimento Internacional Lusófono, em 2016”, acrescenta.

Fonte: https://cnnportugal.iol.pt/rui-mingas/angola/morreu-rui-mingas-coautor-do-hino-de-angola-e-ex-embaixador-em-portugal/20240104/6596cc5fd34e371fc0bb96c7

sábado, 30 de setembro de 2023

Prémio MIL Personalidade Lusófona de 2023: Carlos Mariano Manuel

 

Por decisão unânime dos vários Órgãos Sociais do MIL, decidimos entregar o Prémio MIL Personalidade Lusófona 2023 ao Doutor Carlos Mariano Manuel, ex-Presidente da Liga Africana – em reconhecimento de todo o seu trabalho à frente da Liga em prol da cooperação lusófona entre Angola, Portugal e todos os demais povos de língua portuguesa. O Prémio será entregue no final deste ano, em data e local a acordar.

Recordamos os anteriores premiados: Lauro Moreira (2010), Ximenes Belo (2011), Adriano Moreira (2012), Domingos Simões Pereira (2013), Ângelo Cristóvão (2014), Gilvan Müller de Oliveira (2015), Duarte de Bragança (2016), Ruy Mingas (2017), Manuel de Araújo (2018), Manuel Pinto da Costa (2019), Alarcão Troni (2020), Francisco Ribeiro Telles (2021) e Jorge Carlos da Fonseca (2022).

Renato Epifânio, Presidente do MIL: Movimento Internacional Lusófono

quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

Encerramento do I Encontro do Observatório SEDES da CPLP | VIII Congresso da Cidadania Lusófona

 

20 de Dezembro de 2022, na sede da SEDES, em Lisboa: com Entrega do Prémio MIL Personalidade Lusófona 2022 a Jorge Carlos Fonseca (ex-Presidente da República de Cabo Verde).
Fotos de Samuel Dimas

terça-feira, 31 de maio de 2022

Fotos da Sessão de Encerramento do VII Congresso da Cidadania Lusófona: Palácio da Independência, 26 de Novembro de 2021

 

Abertura: com Renato Epifânio (Presidente do MIL), Álvaro Beleza (Presidente da SEDES), José Ribeiro e Castro (Presidente da SHIP) e Américo Ferreira (Presidente da PASC).

Álvaro Beleza: Conferência “A importância da Lusofonia”, seguida de Debate com Representantes de Associações da Sociedade Civil do Espaço Lusófono.
Entrega do Prémio MIL Personalidade Lusófona 2021 a Francisco Ribeiro Telles (ex-Secretário Executivo da CPLP: Comunidade dos Países de Língua Portuguesa).


sexta-feira, 18 de março de 2022

Joaquim Pinto, novo membro da Direcção do MIL...

 

Joaquim António de Jesus Palma Pinto é Licenciado em Filosofia pela Universidade Católica Portuguesa e doutorado em Filosofia na Universidade de Évora. Foi investigador do Centro de Estudos de Filosofia (CEFi) da Universidade Católica Portuguesa, integrado na Linha de Investigação Filosofia Política e Ética. Neste âmbito, foi responsável pela tradução de textos de Bernard Lonergan com vista à constituição de uma equipa multidisciplinar para a organização, divulgação e apresentação da temática: "Ética e Economia". Tem publicações na área da Antropologia e da Filosofia, nomeadamente, «A Pedagogia Orteguiana». Foi entretanto admitido como investigador do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto.

Órgãos eleitos na Assembleia Geral de 18 de Março:

Direcção: Renato Epifânio (Presidente), Joaquim Afonso (Vice-Presidente), António Teixeira Lopes, Delmar Maia Gonçalves, Filipe Nobre Gomes, Joaquim Pinto, Jorge Lopes Queta, José Almeida, Maria Luísa Francisco, Pedro Velez e Samuel Dimas.

Assembleia Geral: Carlos Vargas (Presidente), Paulo Pereira (Vice-Presidente) e Luísa Janeirinho.

Conselho Fiscal: Rui Martins (Presidente), António José Borges (Vice-Presidente) e Luís Lóia.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

Hoje, no Museu da Marinha...

 

10 de Fevereiro, no Museu da Marinha: Lançamento do Livro MIL A viagem maravilhosa de Gago Coutinho e Sacadura Cabral...


quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

Notícia do Congresso dos 50 anos da SEDES: Painel CPLP...


No V Congresso da SEDES – Associação para o Desenvolvimento Económico e Social -, que decorreu este fim de semana em Carcavelos, concelho de Cascais, a organização apresentou uma série de propostas em diversas áreas que serão depois publicadas em livro e que visam estimular cidadãos e a classe política a pensarem o futuro de Portugal.

Pela primeira vez, a SEDES criou este ano um grupo de trabalho sobre a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), no qual participaram pessoas naturais de cada um dos Estados-membros, disse o escritor e pensador Renato Epifânio, que hoje apresentou o relatório do grupo de trabalho durante o congresso.

“A CPLP é estratégica para Portugal, mas não apenas para Portugal, para todos os países membros. Só nessa premissa a CPLP terá futuro”, sublinhou, ao apresentar as sete propostas da SEDES para a comunidade lusófona, que se centram em três objectivos principais: mais circulação de pessoas e bens, mais cooperação e mais crescimento.

A primeira medida proposta pelo grupo de trabalho é a criação de um fundo de desenvolvimento lusófono, uma estrutura financeira institucional lusófona de suporte a um horizonte comum de envolvimento e cooperação entre os povos e as economias da lusofonia.

“A [recente] sucessão de acontecimentos no norte de Moçambique deixou uma vez mais evidente que existe a necessidade imperiosa de uma força policial e militarizada de manutenção de paz que, no quadro da ONU, possa agir no espaço da CPLP com a eficácia, imparcialidade e compreensão da realidade local que outras forças não lusófonas, naturalmente, não podem ter”, lê-se no relatório do grupo de trabalho, sob a proposta de criação de uma força lusófona de manutenção de paz.

Renato Epifânio exemplificou com o que se passou em Timor-Leste no rescaldo do Massacre de Santa Cruz, em 1991, quando foi enviada uma missão de manutenção de paz da ONU.

“O que aconteceu foi que as forças portuguesas foram as que tiveram melhor interacção com a população local” e, por isso, as que tiveram melhor desempenho, disse, acrescentando que essa força deveria ser complementada por contingentes cívicos formados por jovens que possam promover ajuda humanitária e ensino da língua portuguesa, “ainda tão precária em alguns países”.

A terceira proposta visa que as grandes empresas do espaço lusófono se articulem entre si, de modo a conseguirem uma maior competitividade face à concorrência internacional, em prol de uma Área Lusófona de Comércio Livre, a ser progressivamente constituída.

Tendo em conta que Portugal tem uma das maiores plataformas marítimas da União Europeia e que todos os países da CPLP têm uma costa marítima, “justifica-se uma maior cooperação lusófona na investigação oceanográfica, visando, no respeito pelo meio ambiente, uma maior capacidade de acesso aos recursos subaquáticos, decerto uma das maiores fontes de riqueza no século XXI”, pode ler-se na quarta proposta.

A área da educação merece duas propostas: a criação de uma espécie de programa Erasmus lusófono que permita a circulação de alunos e professores entre as universidades dos nove Estados-membros, ao qual a SEDES propõe que se dê o nome do escritor brasileiro Machado de Assis “por ser um excelente exemplo de miscigenação étnico-cultural”; e a criação de uma CiberUniversidade da CPLP.

“Todos esperamos que a pandemia passe, mas esta experiência reiterada de aulas em videoconferência não vai terminar com certeza”, disse Epifânio, sugerindo a criação de uma ou várias CiberUniversidades da CPLP, salvaguardando a qualidade do ensino.

Finalmente, como medida simbólica, a SEDES propõe a criação do domínio “.cplp” para conteúdos lusófonos na Internet, à semelhança do que acontece com o domínio “.eu” na União Europeia.

Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste são os nove Estados-membros da CPLP, que este ano celebrou o seu 25.º aniversário, contando já com 32 países e organizações como observadores associados.

Inforpress/Lusa

terça-feira, 28 de setembro de 2021

Também no jornal Público: "Manuel Ferreira Patrício (1938-2021): um percurso com sentido"

 


Saudamos a recente publicação da obra Percursos com Sentido (Janeiro de 2021), promovida pela ANÉIS: Associação Nacional para o Estudo e Intervenção na Sobredotação, sobretudo pela sua pertinência. Com efeito, em tempos de crescente conformismo com a mediocridade, quando não de apologia da pequenez (em particular, nos nossos “mass media”), nada mais pertinente do que, em contra-corrente, apontar para o mais alto, para a excelência.

Em diversas áreas – nomeadamente: Artes, Cidadania, Desporto, Empresariado, Investigação, Ciência e Literatura – são alguns exemplos (ou contra-exemplos porque exemplos em contra-corrente) de excelência que esta obra nos oferece, presenteando-nos com quinze entrevistas a personalidades de referência nessas áreas: Adriano Moreira, Afonso Cruz, Alice Vieira, Ana Pires, Diná Azevedo, Francisca Van Dunem, Fernanda Ribeiro, Filipe Pinto-Ribeiro, Januário Torgal Ferreira, Manuel Antunes, Maria Leonor Pires de Freitas Campos, Nuno Delgado, Olga Roriz, Rui Nabeiro e Sobrinho Simões.

Sem esquecer nenhum dos outros prestigiados nomes que a esta obra deram também o seu contributo – nomeadamente, o autor do Posfácio, António Sampaio da Nóvoa, e os organizadores da mesma, Alberto Rocha, Emílio Ferreira, Jorge Olímpio Bento e Leandro S. Almeida –, seja-nos, porém, permitido destacar aqui o nome de Manuel Ferreira Patrício, nosso Amigo e Mestre, entretanto falecido a 11 de Setembro deste ano, autor do Prefácio com que se inicia este livro, datado de 27 de Agosto de 2020.

Nestes longos meses de confinamento pandémico, muito do nosso tempo foi dedicado à edição das suas “Obras Escolhidas” – seis extensos volumes, de mais de seiscentas páginas cada um, que coordenámos com Samuel Dimas, Professor da Universidade Católica Portuguesa e nosso colega na Direcção do MIL: Movimento Internacional Lusófono, entidade responsável pela publicação. A Antologia foi entretanto finalizada e, por isso, este seu texto, que só agora tivemos a oportunidade de ler, não integra essa edição. O que lamentamos, desde logo por estas suas palavras, que muito nos tocaram: “Retiro-me desta vida com a certeza de que não foi em vão o meu percurso, pois foi um percurso com sentido”.

E daí, talvez não integrássemos o texto: sobretudo, por ser uma evidente “despedida”, que não estávamos ainda prontos para aceitar. Por razões de saúde, Manuel Ferreira Patrício não veio a escrever mais textos. Esperávamos, porém, que não se “retirasse desta vida” e que nos continuasse a iluminar com a sombra da sua presença e do seu exemplo de um “percurso com sentido”. Quando, em Abril deste ano, recebeu, em primeira mão, os seis exemplares das suas “Obras Escolhidas”, vimo-lo sorrir e reiterar isso mesmo: foi, de facto, um “percurso com sentido”. Quando chegar a nossa Hora, tomara que cada um de nós possa dizer o mesmo. Com igual fundamento e convicção.

17 de Abril de 2021, com Samuel Dimas: entrega a Manuel Ferreira Patrício, em sua casa, em Montargil, das suas “Obras Escolhidas”.

Post Scriptum: Professor Catedrático e antigo Reitor da Universidade de Évora, presidente e grande animador e mentor da Associação da Educação Pluridimensional e da Escola Cultural, membro efectivo da Academia das Ciências de Lisboa, do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto, do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira e do MIL: Movimento Internacional Lusófono, Manuel Ferreira Patrício, ao longo de uma vida de reflexão, de estudo e de intensa acção cultural e educativa, afirmou-se como uma figura de invulgar relevo no panorama da meditação sobre a formação do homem, que denominou antropagogia, bem como da hermenêutica do pensamento português contemporâneo, como exemplarmente o documentam os seus estudos de referência sobre Leonardo Coimbra, Teixeira de Pascoaes, Fernando Pessoa e António Sérgio, entre muitos outros.

Renato Epifânio

Presidente do MIL: Movimento Internacional Lusófono

www.movimentolusofono.org


sábado, 11 de setembro de 2021

O MIL está de luto: Manuel Ferreira Patrício (1938-2021)


Professor Catedrático e antigo Reitor da Universidade de Évora, presidente e grande animador e mentor da Associação da Educação Pluridimensional e da Escola Cultural, membro efectivo da Academia das Ciências de Lisboa, do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto, do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira e do MIL: Movimento Internacional Lusófono, Manuel Ferreira Patrício, ao longo de uma vida de reflexão, de estudo e de intensa acção cultural e educativa, afirmou-se como uma figura de invulgar relevo no panorama da meditação sobre a formação do homem, que denominou antropagogia, bem como da hermenêutica do pensamento português contemporâneo, como exemplarmente o documentam os seus estudos de referência sobre Leonardo Coimbra, Teixeira de Pascoaes, Fernando Pessoa e António Sérgio, entre muitos outros.

Tendo falecido a 11 de Setembro de 2021, no Hospital de Elvas, onde se encontrava internado, pôde ainda acompanhar a Edição recente das suas “Obras Escolhidas”, coordenadas por Renato Epifânio e Samuel Dimas, com o apoio de Paulo Santos, e posfaciadas por António Braz Teixeira, Manuel Cândido Pimentel, Hélder Silva, Luís Sebastião, José Esteves Pereira e Jorge Olímpio Bento. Estruturadas em seis volumes e cobrindo cerca de cinquenta anos de produção filosófica, as “Obras Escolhidas de Manuel Ferreira Patrício” (edição do MIL: Movimento Internacional Lusófono patrocinada pelo Grupo Delta) são uma Obra da maior relevância para a Filosofia Lusófona do século XXI. Curvamo-nos perante a grandeza da sua Obra e da sua Pessoa. Até sempre, Manuel Ferreira Patrício.

Missa de corpo presente esta segunda, 13 de Setembro, às 13h, na Igreja Matriz do Montargil, seguindo-se, às 14h, o funeral.

sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Fotos da sessão dupla na Galiza...

 

Apresentação em Vigo da revista “Nova Águia” do MIL: Movimento Internacional Lusófono com o presidente Renato Epifânio e do livro “Mudar o mundo” do autor Artur Alonso Novelhe (07.09.2021).

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Esta sexta, reunião em que a Liga Africana fez, em nome do MIL, um convite oficial ao Presidente de Angola...

 

Da esquerda para direita: Carlos Mariano Manuel - Presidente da Liga Africana; Victor Lima - Secretário do Presidente da República de Angola; Arlindo Vaz da Conceição - Secretário para as Finanças da Liga Africana; David Martins - Secretário Geral Adjunto da Liga Africana. 

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Fotos da sessão de Apresentação da NOVA ÁGUIA nº 26 e da Entrega do Prémio MIL Personalidade Lusófona a Alarcão Troni...

 

Mesa de Apresentação da NOVA ÁGUIA nº 26 e de outras Edições MIL: com João Reis Gomes, Renato Epifânio, Francisco Ribeiro Soares e Rodrigo Sobral Cunha.
Mesa de Atribuição do Prémio MIL Personalidade Lusófona: com Jorge Rangel, Alarcão Troni, José Ribeiro e Castro e Américo Ferreira.
Renato Epifânio, justificando a atribuição do Prémio MIL a Alarcão Troni.
Entrega do Prémio.
Assistência

Salão Nobre do Palácio da Independência, 22 de Outubro de 2020 
(fotos de Luís de Barreiros Tavares)

Ver vídeos:

sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

sábado, 22 de agosto de 2020

Falecimento de Manuel Augusto Pechirra, Membro do MIL...

Morreu o presidente do Instituto Luso-Árabe para a Cooperação - DN
Manuel Augusto Pechirra, presidente do Conselho Diretivo do Instituto Luso-Árabe para a Cooperação (ILAC), morreu este sábado vítima de cancro. A vida deste alentejano foi ligada nos últimos anos a esta organização da qual era considerado um líder sólido pela longevidade no cargo e pelos laços que criou e fomentou com o mundo árabe. Aliás, Pechirra foi um dos fundadores do ILAC em 1985, iniciando desde então um processo de abertura de portas ao mundo árabe, bem como de estabilização de relações. Quem o conheceu garante que esses laços foram criados através da combinação da diplomacia, da cultura e do comércio, através de uma linguagem muito própria que manteve Pechirra como elo de ligação com os países árabes. A notícia da sua morte foi divulgada pelo instituto a que presidia através da própria página de Manuel Pechirra no Facebook, onde depressa se juntaram inúmeras as manifestações de pesar, incluindo de alguns diplomatas portugueses. Formado em Economia pela Universidade Nova de Lisboa, Manuel Augusto Pechirra viveu comprometido com "o diálogo, cooperação e amizade entre o povo português e os povos árabes", como se lê no seu próprio texto, na página da internet do ILAC. Foi esse mesmo espírito universalista que imprimiu ao instituto enquanto presidente.

Para além disso, fundou ainda a Associação Fernando Pó, parceira institucional do MIL: Movimento Internacional Lusófono, visando o ensino da língua portuguesa na Guiné-Equatorial.

segunda-feira, 8 de junho de 2020

Até sempre, Mário Bigotte Chorão (1931-2020)

Mário Bigotte Chorão (à direita, no foto), em 2012, na anterior Sede do MIL, na Sociedade de Língua Portuguesa, apresentando uma obra de António Braz Teixeira (à esquerda, no foto): "Breve Tratado da Razão Jurídica" (Zéfiro, Colecção NOVA ÁGUIA).

Filho de José dos Reis Bigotte Chorão (Sabugal, Sabugal, 5 de Março de 1902 - Lisboa, Santa Catarina, 18 de Dezembro de 1975), de ascendência Italiana, Licenciado em Filologia Românica, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, professor do Ensino Secundário e inspetor do Ministério da Educação, e de sua mulher Ema Forte de Carvalho (Sabugal, Sabugal, 22 de Dezembro de 1900 - Lisboa, 14 de Fevereiro de 1964). Era irmão de João Dagoberto Forte Bigotte Chorão e de Nuno de Santa Maria Forte Bigotte Chorão.[2]
Licenciado em Direito, com o Curso Complementar de Ciências Jurídicas, foi Encarregado de Curso da Faculdade de Economia da Universidade do Porto e Professor do Instituto de Serviço Social do Porto e do Instituto de Serviço Social de Lisboa e Professor e Director do Instituto de Estudos Sociais, em Lisboa, antes da sua transformação em ISCTE.[3]
Era Docente Universitário quando foi nomeado pelo Conselho Corporativo para a XI Legislatura da Câmara Corporativa. Nessa ocasião, era ali Professor Assistente da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e Professor no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) da Universidade Técnica de Lisboa. Ainda em 1973, e depois de ter pertencido à Direcção do Gabinete de Estudos e Planeamento da Acção Educativa do Ministério da Educação Nacional, era Secretário do Centro de Estudos de Direito Civil da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e Presidente da Comissão de Revisão da Legislação Corporativa do Ministério das Corporações e Segurança Social.[3]
Na Câmara Corporativa, assumiu funções na 1.ª Subsecção - Política e Administração Geral da XII Secção - Interesses de Ordem Administrativa. No reduzido período da XI Legislatura, entre Novembro de 1973 e 25 de Abril de 1974, a sua participação na elaboração de Pareceres restringiu-se a duas Propostas de Diploma. Assim, assinou o Parecer N.° 1/XI (Actas da Câmara Corporativa, 1973-1974, N.° 4, 21 de Novembro de 1973), de que foi Relator Álvaro Mamede Ramos Pereira. Este Parecer foi aprovado sem qualquer declaração de voto. Posteriormente à discussão e aprovação na Assembleia Nacional, foi publicada a Lei N.° 7/73, de 22 de Dezembro. No que concerne à apreciação da Proposta de Lei N.° 9/XI, sobre a defesa do ambiente (Actas da Câmara Corporativa, 1973-1974, N.° 20, 13 de Março de 1974), distribuída à Subsecção de Política e Administração Geral, com vários Procuradores Agregados, o correspondente Parecer não terá sido concluído. Terá ocorrido uma única reunião, a 27 de Março de 1974, da qual resultou a designação do Relator, Eugénio de Castro Caldas (Actas da Câmara Corporativa, 1973-1974, N.° 25, 25 de Abril de 1974).[3]
Posteriormente ao 25 de Abril de 1974, prosseguiu a sua carreira académica, entretanto na Universidade Católica Portuguesa.[3]
Entre a vasta bibliografia, dispersa por várias publicações, destaque para:
  • Probation, Alguns Aspectos Jurídicos, Criminológicos e Sociais, Separata do "Boletim de Administração Penitenciária e dos Institutos de Criminologia", N.°s 7 e 8
  • Temas Fundamentais de Direito, Coimbra, Livraria Almedina, 1986