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BLOGUE DO MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO

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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

Nenhuma direita se salvará se não for de esquerda no social e no económico; o mesmo para a esquerda, se não for de direita no histórico e no metafísico (in Caderno Três, inédito)

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo (in Cortina 1, inédito)

Agostinho da Silva
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segunda-feira, 15 de abril de 2019

Manuel Pinto da Costa (Ex-Presidente da República de São Tomé e Príncipe): Prémio MIL Personalidade Lusófona 2018...

Das várias propostas que nos chegaram do Conselho Consultivo do MIL, o nome de Manuel Pinto da Costa, Ex-Presidente da República de São Tomé e Príncipe, foi o mais consensual para receber o "Prémio MIL Personalidade Lusófona 2018". A sessão de Entrega do Prémio será anunciada em breve... 

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Morreu o ensaísta e crítico João Bigotte Chorão

O ensaísta e crítico literário João Bigotte Chorão, considerado um dos especialistas na obra de Camilo Castelo Branco, morreu no sábado à noite em Lisboa aos 85 anos, revelou à Lusa fonte da família. O velório do ensaísta decorrerá a partir das 16:00 de domingo na igreja do Campo Grande, em Lisboa.
O funeral realiza-se na segunda-feira a partir das 10:00 na mesma igreja, seguindo depois para a Lousã (Coimbra), com uma cerimónia reservada à família.
Nascido na Guarda em 1933, João Bigotte Chorão formou-se em Direito e trabalhou na Editorial Verbo, na qual coordenou a publicação de várias enciclopédias, entre as quais “Enciclopédia do Século XXI” e “Enciclopédia Luso-Brasileira de Filosofia Logos”.
Fica conhecido sobretudo como ensaísta e autor de uma “crítica humanista ou ontológica, parte da obra para o homem, tantas vezes esquecido numa visão apenas formalista da literatura”, como descreve a editora Quetzal, quando publicou “Além da literatura”.
João Bigotte Chorão, estudioso de literatura autobiográfica, deixa vários ensaios sobre a obra de Camilo Castelo Branco. Foi membro da Academia das Ciências de Lisboa e do Instituto Luso-Brasileiro de Filosofia, tendo dirigido também o Círculo Eça de Queiroz.
Em 2008 foi distinguido com o Grande Prémio de Literatura Biográfica pela Associação Portuguesa de Escritores, pela obra “Diário quase completo”. Uma década depois, no seguimento de “Diário quase completo”, João Bigotte Chorão publicou, pela Imprensa Nacional, o volume diarístico “Diário 2000-2015”.
Foi, ainda, Presidente da Assembleia-Geral do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, Sócio Honorário do MIL: Movimento Internacional Lusófono e colaborador da Revista NOVA ÁGUIA.

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Fotos do V Congresso da Cidadania Lusófona...

13 de Novembro, em Sintra, no Palácio Valenças: com José Dias Coelho, Basílio Horta, Renato Epifânio e Adriano Moreira.
Com Ângelo Cristóvão, Carlos Mariano Manuel e Lauro Moreira.
14 de Novembro, em Lisboa, no Liceu Pedro Nunes.
Com Ivónia Nahak Borges, Alexandre da Fonseca e Valentino Viegas.
Com Alexandre Banhos Campo, António Andrade e Luísa Timóteo.
Com Zeferino Boal, Maria José Leal e Francisco Nuno Ramos.
Com Mário de Carvalho, Mariene Hildebrando, Annabela Rita e Elter Manuel Carlos.
Com Jorge Queta, Maria Dovigo, Márcia Dias e Djarga Seidi.
Com Isabel Potier.
Com Delmar Maia Gonçalves.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Antônio Paim, 90 anos



Antônio Paim é desses mestres que marcam seus alunos. Todo professor é importante, mas alguns tocam fundo a alma do estudante. Paim é professor que tatua a alma do aprendiz com generosidade e inteligência. Ele vai com facilidade ao mundo do aluno. O estudante sabe pouco, mas aprenderá se for bem orientado. Bem orientar é o que deve fazer quem ensina Filosofia e História das ideias já dizia Emile Bréhier, um dos mais notáveis de seus historiadores. Pois, para pensar filosoficamente, é preciso aprender a fazê-lo. Bréhier considerava que a Filosofia começa com a problematização espontânea da vida do homem e da realidade do mundo e é por aí que seu ensino deve começar. E Paim sabe como poucos problematizar o homem e o mundo.
A Filosofia, enquanto produto cultural, começou historicamente na antiga Grécia com a inquietação e perplexidade do homem grego. Ela nasce da admiração ante o que existe, mas só se consolida como reflexão estruturada de problemas. O homem tem uma dúvida intrigante e permanente sobre as realidades fundamentadoras da existência e essa dúvida o persegue. Por isso, Kant dizia que esse questionamento é exigência espontânea da razão. É essa disposição natural para pensar que precisa ser estimulada pelo mestre, mas ela se completa com a meditação filosófica. Uma das formas consagradas para aprender a pensar é estudar o legado dos grandes pensadores. E para orientar a caminhar entre ideias Antônio Paim está entre os melhores guias. Ele sabe delinear o essencial do caminho para o aluno não se perder.
Ao sistematizar a história do pensamento, Paim mostra que o primeiro plano e o mais radical que se encontra no estudo da Filosofia é o das perspectivas, às vezes confundido com os sistemas, mas que corresponde a uma espécie de ponto de vista irredutível. Ele sintetizou, como se segue, o legado de Kant. São duas as perspectivas filosóficas fundamentais, a platônica, segundo a qual algo subjaz ao que aparece e a transcendental, cuja categoria básica é o fenômeno. As perspectivas antecedem os sistemas e a eles sobrevivem. Enquanto os sistemas são transitórios, nas perspectivas reside o que há de permanente na Filosofia. Segundo Paim, as perspectivas são insuperáveis, isto é, não há como refutá-las teoricamente. A escolha de uma delas depende de muitos componentes, a exemplo do valor heurístico da perspectiva transcendental. Por sua vez, cada sistema filosófico é esforço de estruturar a totalidade do saber a partir da perspectiva que o sustenta, ele ensina numa de suas obras mais estimulantes: A problemática do culturalismo. Conhecendo as circunstâncias históricas onde foram concebidos os sistemas entendemos porque eles se sucedem como interpretação do mundo, deixando vivos os problemas que atormentaram os filósofos e animaram sua reflexão. Paim ensina assim, com leveza e profundidade, o que há de permanente e de passageiro na Filosofia.
Ao completar 90 anos, Antônio Paim nos presenteia com a produção acadêmica de historiador consagrado das ideias filosóficas no Brasil. Nesse campo produziu livros de enorme significado, quer pela extensão dos dados compilados, quer pela interpretação desses dados. Antônio Paim estudou a história das ideias no Brasil sem o complexo de inferioridade que por vezes nos visita, fantasma da mentalidade colonial que ainda hoje assombra nossas academias. Porém também não desconsiderou nem os clássicos da filosofia universal, nem as lições das grandes escolas. Inseriu adequadamente o esforço dos autores nacionais nessa tradição filosófica, mostrando suas contribuições mais significativas. Nesse sentido destaque-se a precisa avaliação do legado de Tobias Barreto de Menezes que, na terceira etapa de sua meditação, antecipou e iniciou o retorno a Kant, que somente se completou com o movimento neokantiano alemão que ocorreu depois da morte de Tobias. E também é interessante as observações que Paim fez dos ecléticos brasileiros como Eduardo Ferreira França e Domingos Gonçalves de Magalhães. Esses homens deixaram contribuições reconhecidas pelos fundadores franceses da escola. A tradição filosófica é um manancial que se enriquece com os olhares e diálogos. Pupilas diferentes ampliam o legado comum, um pouco mais ou um pouco menos todas são importantes, ensinou Georg Hegel, outro notável historiador das ideias. Paim soube mostrar como podemos navegar nesse esse rio caudaloso da cultura, ou da razão absoluta, a que se referiu Hegel.
Como operário do pensamento ou como historiador das ideias, como estudioso de política ou como professor, agora quando completa 90 anos, Antônio Paim é merecedor de nossa consideração e cumprimentos por vida tão dinâmica e frutuosa.
 
José Mauricio de Carvalho

terça-feira, 18 de abril de 2017

18 Abril: Entrega do Prémio MIL Personalidade Lusófona de 2016 a Ruy Mingas e Lançamento da NOVA ÁGUIA 19


 
Anteriores Premiados: Lauro Moreira (2009), Ximenes Belo (2010), Adriano Moreira (2011), Domingos Simões Pereira (2012), Ângelo Cristóvão (2013), Gilvan Müller de Oliveira (2014) e Duarte de Bragança (2015).

sábado, 4 de março de 2017

Faleceu hoje Ângelo Alves, um dos maiores estudiosos da nossa tradição filosófica e cultural...


Ângelo Alves, Doutorado em Filosofia em 1962, com a tese "O Sistema Filosófico de Leonardo Coimbra. Idealismo Criacionista", com a classificação de Summa cum laude, na Universidade Gregoriana de Roma. Professor Associado aposentado da Universidade Católica Portuguesa. Autor de vários artigos publicados em revistas da especialidade, bem como de outras tantas publicações e comunicações em vários eventos científicos. Dos livros publicados destacam-se: Leonardo Coimbra. Filósofo da Liberdade e do Amor infinito, 2003; Prolegómenos a uma Ontologia Pluridimensional: Dialéctica, Ascensional, plenificante, 2005; Leonardo Coimbra, Filósofo, Orador e Político, 2007; A Corrente Idealístico-gnóstica do pensamento português contemporâneo, 2010. Nesta sua última obra, escreveu que a NOVA ÁGUIA e o MIL: Movimento Internacional Lusófono representam o "3º momento alto" da nossa tradição filosófico-cultural, após o Movimento da Renascença Portuguesa e o Movimento da Filosofia Portuguesa.

domingo, 29 de janeiro de 2017

Fotos do início do Ciclo "150 anos de Raul Brandão e António Nobre"


Casa cheia no Ateneu Comercial do Porto para receber a primeira tertúlia de 2017 (28 de Janeiro). Este encontro contou com uma comunicação do Professor José Carlos Seabra Pereira e as intervenções de José Valle de Figueiredo e José Almeida.
A organização gostaria de agradecer a todos os presentes, relembrando que a próxima sessão terá lugar no dia 25 de Fevereiro.

domingo, 9 de outubro de 2016

Fotos do Colóquio sobre D. Francisco Manuel de Melo (7 de Outubro, na Biblioteca Nacional)

 Renato Epifânio, Pinharanda Gomes e Manuel Cândido Pimentel
 Teresa Amado, Manuel Curado e Octávio dos Santos
Ana Paula Banza, Deana Barroqueiro e António Braz Teixeira

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Faleceu Mário Wilson, Sócio Honorário do MIL

Mário Wilson, antigo futebolista, treinador e selecionador nacional, faleceu esta segunda-feira, aos 86 anos. Conhecido como o 'velho capitão', ficou na história pelo seu longo trajeto na Académica enquanto jogador (foi ainda campeão ao serviço do Sporting) e, já como técnico, no Benfica, pelo qual conquistou um campeonato e duas Taças de Portugal em várias passagens pela Luz.

Mário Wilson nasceu em Maputo, em Moçambique, a 17 de outubro de 1929, e representou a Académica em quase toda a sua carreira de futebolista, precisamente durante 12 épocas, depois de dois anos no Sporting (1949-1951), no qual se sagrou campeão em 1950/51, e um no Desportivo de Lourenço Marques, em 1948/49.

Como treinador, orientou o Benfica em três ocasiões, em 1975/76, 1979/80 e 1995/95, conquistando o título de campeão nacional de 1975/76 e as Taças de Portugal de 1979/80 e 1995/96.

Além dos encarnados, Mário Wilson orientou outros emblemas portugueses como Académica, Belenenses, Tirsense, Vitória de Guimarães, Boavista, Estoril-Praia, Cova da Piedade, Louletano, Torreense, Louletano, Olhanense, Águeda e Alverca, totalizando 548 jogos no primeiro escalão do futebol nacional.

Comandou ainda a seleção portuguesa na qualificação para o Campeonato da Europa de 1980, assim como os marroquinos do FAR Rabat.
Fonte: Record

sábado, 10 de setembro de 2016

Declaração MIL de Pesar pelo Falecimento de José Rodrigues

Manifestamos o maior pesar pelo falecimento do nosso sócio honorário José Rodrigues (10.09.2016), aos 79 anos de idade. Tendo sido um dos artistas plásticos mais marcantes da segunda metade do século XX em Portugal, José Rodrigues esteve ainda ligado à génese da NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI, lançada pelo MIL em 2008. Foi ele o autor da primeira capa da revista, no dizer do ensaísta Miguel Real, "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português". Foi ainda na sua Fundação, no Porto, a 19 de Maio de 2008, que decorreu o lançamento do primeiro número da NOVA ÁGUIA, perante largas centenas de pessoas.
 
MIL: Movimento Internacional Lusófono