MIL: Movimento Internacional Lusófono | Nova Águia
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Nenhuma direita se salvará se não for de esquerda no social e no económico; o mesmo para a esquerda, se não for de direita no histórico e no metafísico (in Caderno Três, inédito)
A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo (in Cortina 1, inédito)
Agostinho da Silvasegunda-feira, 24 de agosto de 2015
Desertar de Ceuta
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Da conquista de Ceuta
"Ele [António Sérgio] evidentemente reconhecia o papel da economia na história, ele sabia que os portugueses, ou sabia ou achava, que os portugueses tinham ido a Ceuta por outras razões, para ver se encontravam trigo mais convenientemente, que a ideia de que se tinha lá ido para armar cavaleiros os filhos do Infante do rei Dom João ou para mostrar valentia no combate com os mouros – achava que não, que era por causa do trigo. Eu não acho tanto que era por causa do trigo como ele achava, eu acho que em grande parte houve ali uma sondagem ao mundo muçulmano, ver como era aquela história. Quer dizer que a ida para Ceuta é ainda continuação da expansão de Portugal para o sul de Portugal. Portugal foi empurrando os Mouros, depois os Mouros passaram o mar e foram para o lado de lá; eles os seguiram e foram para lá fazer a sua sondagem. Evidentemente também havia o trigo (...)"Agostinho da Silva, inédito.