*É um Lusófono com L grande? Então adira ao MIL: vamos criar a Comunidade Lusófona!*
BLOGUE DO MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO

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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Não comprar livros com AO90

Hoje, Dia Mundial do Livro, e véspera da abertura da Feira do Livro de Lisboa 2012, é o momento adequado para, mais uma vez, apelar a que não se compre livros escritos e/ou impressos segundo o abominável «acordo ortográfico de 1990». O boicote a obras deformadas e deturpadas é uma das principais formas, e talvez a melhor, de combater aquele «aborto»; quanto mais forem os leitores que o fizerem maior será a probabilidade de os escritores e/ou as editoras que renunciaram à dignidade e à sensatez retrocederem na sua conduta reprovável e ridícula… porque ver-se-ão afectados onde «dói mais», isto é, na carteira, no cofre e na conta bancária.
Neste âmbito, destaque pela positiva vai, entre outros, para Guilherme Valente: o fundador da Gradiva – que faz jus ao seu apelido! – não só subscreveu a Iniciativa Legislativa de Cidadãos contra o Acordo Ortográfico como disponibilizou os espaços da sua editora na Feira do Livro para a recolha de assinaturas a favor daquela iniciativa; é mais um motivo para uma visita aos pavilhões B19, B56, B58 e B60. Entretanto, também a Relógio d’Água se juntou à iniciativa, pelo que se deve igualmente visitar os pavilhões A775, A3, A77, A79, A81, A83, A85 e A87. E ainda a Zéfiro (D50), que edita a revista Nova Águia e a colecção de livros com o mesmo nome.
Enfim, e para além daqueles que já mencionei aquando de anteriores feiras e Natais, eis alguns novos livros, de amigos, cuja aquisição eu recomendo: «Compêndio de Segredos Sombrios e Factos Arrepiantes» e «O Homem Corvo», David Soares; «Nova Teoria do Mal», Miguel Real; «A Última Sessão – A Edição dos Textos Malditos de Luiz Pacheco», Pedro Piedade Marques; «Convergência Lusófona – As Posições do MIL/Movimento Internacional Lusófono (2008-2012)», (coordenação de) Renato Epifânio; «A Cidade dos Sonhos», Sérgio Franclim (e Sandra Hormiga).

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