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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

PM de São Tomé e Príncipe promete que em 2016 haverá «novas conquistas»

PM de São Tomé e Príncipe promete que em 2016 haverá «novas conquistas»

O primeiro-ministro são-tomense, Patrice Trovoada reconheceu hoje que 2015 "foi um ano de muita dor, sacrifícios diversos e dificuldade de vária ordem" para os são-tomenses, mas prometeu que este ano vai ser "um palco de novas conquistas".

Patrice Trovoada, que discursava no debate parlamentar sobre o estado da nação, justificou que o país "padece de inúmeros constrangimentos", que considerou resultantes da "pequinês e das opções que durante vários anos foram feitas".
Todavia, sublinhou também que o ano passado foi de "esperança renovada e de algumas mudanças positivas", lamentando que a crise económica que afeta os países parceiros de São Tomé e Príncipe tenha impedido um maior investimento privado e publico no arquipélago.
Patrice Trovoada diz que o país "precisa de avançar, precisa de transformação" e promete para este ano "conquistas que contribuam decisivamente para a resolução das principais questões que condicionam o progresso económico, social e cultural".
Durante o debate, que se prolongou por cerca de cinco horas, os deputados da oposição criticaram o chefe do executivo são-tomense, entre outras coisas, por alegadas "excessivas" viagens ao estrangeiro.
"Durante um ano de governação o senhor primeiro-ministro fez 58 viagens oficiais. Dessas 58 viagens, em média o senhor permanece fora cinco dias. Quer com isso dizer que o senhor vive fora em média anual 290 dias", disse o deputado Vasco Guiva, do Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe - Partido Social-Democrata (MLSTP-PSD).
Vasco Guiva fez as contas e concluiu que em média, nas deslocações efetuadas ao estrangeiro, o primeiro-ministro "terá levado do erário público mais de 40 mil milhões de dobras, o equivalente a 1,8 milhões de euros".
"Esse valor poderia resolver alguns problemas da nossa população. Que país nós queremos transformar? Num Dubai, num estado falhado ou num país em que temos um primeiro-ministro que vive voando", questionou o deputado da oposição.
Os números avançados pelo deputado foram, entretanto, desmentidos pelo chefe do governo são-tomense que contrapôs com pouco mais de 100 mil euros, gastos com as suas viagens para o estrangeiro.
Diário Digital com Lusa

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