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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Governo moçambicano prevê recensear 170 mil jovens para serviço militar em 2016

Governo moçambicano prevê recensear 170 mil jovens para serviço militar em 2016

O Ministério da Defesa de Moçambique anunciou hoje que prevê registar 170 mil jovens, que completam 16 anos no próximo ano, para o Serviço Militar Obrigatório (SMO), assinalando que apenas uma pequena percentagem será incorporada.

Em conferência de imprensa hoje realizada em Maputo, o diretor nacional dos Recursos Humanos no Ministério da Defesa Nacional, Edgar Cossa, afirmou que o registo para o SMO vai decorrer entre 04 de janeiro a 28 de fevereiro e será dirigido por cerca de duas mil brigadas móveis e fixas criadas em todo o país.
"É importante que todos os jovens abrangidos pelo Serviço Militar Obrigatório se recenseiem, sob o risco de serem declarados faltosos a esta obrigação, incorrendo nas penalizações previstas na lei", defendeu Cossa, apelando às famílias para mobilizarem os abrangidos.
O diretor nacional dos Recursos Humanos do Ministério da Defesa Nacional esclareceu que apenas uma pequena percentagem dos jovens recenseados serão incorporados no SMO.
"Recensear para o SMO não é incorporar, porque a incorporação passa por um processo administrativo que inclui provas de seleção e declaração de aptidão ou inaptidão para o serviço militar", frisou Edgar Cossa.
Cossa indicou ainda que além dos jovens que completam 18 anos em 2016, o recenseamento militar será extensivo aos jovens com idade superior àquela faixa etária, que não se tenham registado nos anos anteriores.
O ingresso nas forças armadas em Moçambique foi sempre obrigatório, incluindo no período em que o território estava sob domínio colonial português, tendo o Governo da Frelimo (Frente de Libertação de Moçambique), partido que dirige o país desde a independência em 1975, resistido a pressões no sentido de tornar voluntário o serviço militar.
Diário Digital com Lusa

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