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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Angola assume que precisa de 10,9 mil M€ em 2016 para combater riscos climáticos


Angola assume que precisa de 10,9 mil M€ em 2016 para combater riscos climáticos            

O Governo de Angola vai necessitar, em 2016, de cerca de 12 mil milhões de dólares (10,9 mil milhões de euros) para combater os riscos climáticos, que ameaçam 31,8 por cento do país, anunciou o Ministério do Ambiente.

Uma nota de imprensa daquele ministério, citada hoje pela agência noticiosa angolana, Angop, refere que os desafios para o próximo ano resultam da adoção do novo Acordo Global, assinado este mês em Paris, França, que obriga a novas estratégias para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e o impacto das alterações climáticas.
O documento sublinha que este é um esforço que se reflete na necessidade de disponibilidade de mais recursos.
"Com a adoção do Novo Acordo Climático, em paris (França), Angola deverá levar em conta as alterações climáticas para um desenvolvimento sustentável, uma vez que o país tem 31,8 por cento do seu território sob riscos climáticos", refere a nota.
Para a mitigação da extrema vulnerabilidade nas áreas de capacitação, de adaptação, da agricultura, dos impactos nas zonas costeiras, no uso da terra, na gestão sustentável das florestas e nos ecossistemas são necessários 12 mil milhões de dólares.
Entre as ações para 2016 consta o reajuste da estratégia nacional em vigência e a proposta para a criação de uma agência para reforçar a capacidade nacional, a investigação, a transferência de tecnologia, colaboração e apoiar os projetos já identificados no Plano de Adaptação Nacional.
Também para o próximo ano, aquele ministério prevê dar início ao projeto de redução da queima da cobertura florestal e da diminuição do consumo do carvão da biomassa vegetal, com ações de fiscalização e sensibilização para a adoção pela população de novas práticas.
Segundo o ministério, o Governo angolano conta com o apoio do Fundo das Nações Unidas para Alimentação (FAO), à frente de um projeto de resiliência climática nos sistemas de produção agrícola e apoio pastoril nas províncias do Bié, Huambo, Huíla e Malanje, e do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA) para um projeto de adaptação das áreas costeiras.
Dinheiro Digital com Lusa

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