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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Renamo considera que 2015 foi um ano duro para os moçambicanos

Renamo considera que 2015 foi um ano duro para os moçambicanos

A Renamo, principal partido de oposição em Moçambique, considerou hoje 2015 um ano duro para os moçambicanos, acusando a Frelimo, partido no poder, de enganar o país ao, supostamente, inviabilizar todas as iniciativas necessárias ao fim da crise política.

"O ano 2015 foi duro para a maioria do povo moçambicano nas várias vertentes, quer política, económica e social. Foi um ano em que o egoísmo e a falta de seriedade vieram ao de cima. o que o culminou com a tomada de posse duma pessoa que não ganhou as eleições", afirmou hoje o porta-voz da Renamo (Resistência Nacional Moçambicana), António Muchanga, numa declaração que leu à imprensa.
Muchanga referia-se ao atual Presidente da República, Filipe Nyusi, eleito a 15 de outubro de 2014, num escrutínio que o principal partido de oposição qualifica de fraudulento.
Na declaração que hoje divulgou através da imprensa, a Renamo criticou a alegada falta de resposta por parte do Governo à proposta do partido de que a crise política surgida na sequência das eleições do ano passado seja mediada pela Igreja Católica e pelo chefe de Estado sul-africano, Jacob Zuma.
"A falta de resposta em tempo útil é, sem dúvidas, um testemunho de que o discurso (do Governo) segundo o qual há vontade de dialogar não é verdadeiro e visa enganar o povo", declarou o porta-voz do principal partido de oposição.
António Muchanga acusou os mediadores nacionais da atual crise política, de cujos serviços a Renamo declarou ter prescindido unilateralmente, de cumplicidade nas alegadas tentativas de assassínio do líder do movimento, Afonso Dhlakama.
No plano económico, prosseguiu Muchanga, 2015 foi marcado pela perda do poder de compra da população, alegadamente provocado por más políticas sectoriais.
A Renamo condenou igualmente o atual estágio do setor da educação, apontando as reprovações em massa no ensino secundário como prova do alegado falhanço do governo no setor.
No domínio da saúde, continuou António Muchanga, o executivo tem sido incapaz de implementar políticas eficazes para a prestação de cuidados de saúde à população.
Para o principal partido de oposição moçambicano, o Governo moçambicano tem-se mostrado impotente para a provisão de serviços sociais básicos como segurança, água, energia e saneamento.
Diário Digital com Lusa

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