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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

terça-feira, 29 de abril de 2014

Trocas comerciais entre a China e lusofonia sobem 10,8% no 1.º trimestre

As trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa cresceram 10,8% no primeiro trimestre para 29,11 mil milhões de dólares (20,98 mil milhões de euros) com Pequim a comprar mais do dobro do que vende à lusofonia.

De acordo com os dados da Alfândega chinesa divulgados hoje pelo Fórum para a Cooperação Económica entre a China e os Países de Língua Portuguesa, entre janeiro e março Pequim comprou aos países de expressão portuguesa produtos no valor de 19,25 mil milhões de dólares (13,88 mil milhões de euros), uma subida de 12,12%, contra vendas de 9,86 mil milhões de dólares (7,11 mil milhões de euros), mais 8,32%.

No leque das trocas comerciais com os países lusófonos, a China registou crescimentos sempre superiores a 10%, com exceção de Angola, país com o qual o aumento do comércio bilateral subiu apenas 7,57%, mas ainda assim o segundo mais importante em termos de volume de trocas.

Em termos de importância, o Brasil continua a ser o principal parceiro lusófono da China com trocas comercias calculadas em 18,17 mil milhões de dólares (13,10 mil milhões de euros), mais 12,12% face ao primeiro trimestre de 2013, com as vendas chinesas a Brasília estimadas em 8,02 mil milhões de dólares (5,78 mil milhões de euros), ou mais 7,38%, e as compras de Pequim ao Brasil calculadas em 10,15 mil milhões de dólares (7,32 mil milhões de euros), uma subida de 16,17%.

Com Angola, o comércio bilateral cifrou-se em 9,52 mil milhões de dólares (6,86 mil milhões de euros) com Pequim a vender a Luanda produtos no valor de 909 milhões de dólares (655,7 milhões de euros), uma subida de 5,97%, contra compras de 8,61 mil milhões de dólares (6,21 mil milhões de euros), mais 7,74%.

Já com Portugal, as trocas comerciais cresceram 11,32% para 948,18 milhões de dólares (683,99 milhões de euros) e com uma balança comercial claramente favorável a Pequim.

Entre janeiro e março, a China comprou a Lisboa produtos no valor de 337,8 milhões de dólares (243,68 milhões de euros), uma subida de 4,75%, contra vendas de 610,3 milhões de dólares (440,2 milhões de dólares), um valor que traduz uma subida de 15,33%.

@ SAPO Timor-Leste

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