MIL: Movimento Internacional Lusófono | Nova Águia
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra).
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa).
Desde 2008, "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".
Colecção Nova Águia: https://www.zefiro.pt/category/zefiro-nova-aguia
Outras obras promovidas pelo MIL: https://millivros.webnode.com/
"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Nenhuma direita se salvará se não for de esquerda no social e no económico; o mesmo para a esquerda, se não for de direita no histórico e no metafísico (in Caderno Três, inédito)
A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo (in Cortina 1, inédito)
Agostinho da Silvasexta-feira, 20 de março de 2020
Textos seleccionados (Parte 4)
terça-feira, 10 de maio de 2016
Textos seleccionados (Parte 3)
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Textos seleccionados (Parte 2)
Textos seleccionados (Parte 2)
quinta-feira, 22 de março de 2012
Perder «fregueses»
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Passos perdido(s)?
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Nem quem tem um «olho»
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Contra os feriados…
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Para «reconquistar», no Público
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Textos seleccionados
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Ministério… não é fundamental
A petição em causa foi lançada pela Sociedade Portuguesa de Autores, presidida por José Jorge Letria que é, desde há muito tempo, um fiel compagnon de route do Partido Socialista. E quem colocar nela a sua assinatura está a dar implicitamente – e inconscientemente? – a sua autorização para ser utilizado como mais um peão na luta do actual, mentiroso, irresponsável, incompetente, desavergonhado, autoritário, abusador primeiro ministro para se manter no poder. Para este «peditório» eu não dou. E apelo veementemente a que mais ninguém dê. Já agora, porque é que os proponentes e os signatários desta petição não lançam outra contra a utilização de serviços públicos – sim, do MC! – em propaganda partidária, não uma mas sim duas vezes? Ou porque não protestam contra o lamentável colaboracionismo de Gabriela Canavilhas no Acordo Ortográfico? Uma ministra que diz que a sua «despromoção» a secretária seria um «retrocesso civilizacional»... mas não a promoção da tauromaquia!
Não é, obviamente, e como se tem comprovado nos últimos anos, a existência de um ministério que resolve todos os problemas que afectam a área da cultura no nosso país. Tal só pode ser feito com a definição e a concretização efectivas de uma política cultural articulada, ambiciosa e abrangente sem deixar de ser realista. E que pode perfeitamente ser dirigida através de uma secretaria de Estado. Assim, não se atribua mais importância aos meios do que aos fins.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Escrever em «socretinês»
terça-feira, 19 de abril de 2011
UNIÃO OU DIVISÃO EUROPÉIA?
OU O DESPERTAR DO ORGULHO NACIONAL?!José JPeralta
1. A entrada dos especialistas do FMI, em Portugal, precisa ser recebida com certo repúdio, a um governo entreguista. Temos de nos envergonhar de nosso governo e não do país.
É um país de muita grandeza. A pequenez é de alguns cidadãos golpistas.
Vamos espalhar por todo o país um cartaz, hoje, que proclame: Viva Portugal!
O maior jornal do Brasil, a “Folha de São Paulo”, publica, uma fotografia de um homem, no Porto, amordaçado e com uma placa que diz: “Tenho vergonha deste país”. Estão confundindo o Governo, com a Nação!
Lastimável! Estão fazendo o jogo do inimigo. Vergonha do País ?! Nunca!
A culpa é do governo que desgovernou e traiu a nação. O país pede respeito e nunca ódio dos seus.
Está na hora de despertar. Está na hora de abrirmos a boca, os ouvidos e o coração.
2. A União Europeia é apenas mais uma ilusão que se esvai. Dá a ideia de que tudo não passou de uma grande negociata. Enganou o mundo com o altruísmo de mentira!
Emprestaram dinheiro a rodos, como se se tratasse de um ato solidário, equilibrando a governança do bem-estar comunitário.
Mas não passou de um golpe certeiro para dominar políticos fracos e golpistas.
Da fantasiada UNIÃO EUROPEIA, chegamos à DIVISÃO EUROPEIA. Um descalabro muito caro.
O nome comunidade foi só força de expressão para ludibriar os incautos e impor as políticas entreguistas de seus apaniguados. Começou com Mário Soares, que foi negociador plenipotenciário, subserviente aos interesses das nações controladoras do bloco. Portugal foi traído. A hora da cobrança chegou, com o país esfacelado, como “eles” queriam (?!).
Amigo, não cruze os braços. Faça a sua parte. Rejeite os entreguistas. Tenha orgulho de seu país, que alguns lhe ocultaram! Redescubra-o!
Colabore numa campanha pela Restauração do seu País! Pela Restauração do Orgulho de Portugal!
Lembre-se: Portugal é maior do que a crise e do que os entreguistas.
Viva Portugal!
Leia mais:
http://tribunalusofona.blogspot.com/2011/04/uniao-ou-desuniao-europeia.html
domingo, 27 de março de 2011
Sobre propaganda, no Público
terça-feira, 15 de março de 2011
AINDA SOBRE A MANIF. DE DIA 12/3
Interessa sim, como se realizou e o que significa/representa.
Correu bem para além de todas as expectativas.
Não havia mais jovens do que de outras idades – ou seja a “aflição” é transversal – não havia bandeiras partidárias (talvez uma), mas havia algumas bandeiras nacionais (o que está bem); não apareceram políticos (pudera!), nem frases estúpidas; não houve má educação, nem houve discursos – ou seja ninguém ficou desagradado.
Confesso que nunca imaginei ver cidadãos de extremos políticos opostos, em boa vizinhança e com outros com bandeira do “arco-íris” pelo meio. Mas vi.
Correu bem. Apesar de não haver organização, nem elementos de “segurança” da manifestação, etc., não houve um único incidente, um dislate, um mau comportamento. Respirava-se, como hei-de dizer – vos, um “bom ar”. Parecia um passeio de domingo onde as famílias se juntaram no mesmo local e decidiram seguir pelo mesmo caminho.
É certo que o caminho representava um protesto e cada um teria as suas razões. Mas cada um fez, aparentemente, das razões dos outros as suas razões…De facto somos um povo muito peculiar. Até nos chegar a mostarda ao nariz.
Um ponto comum se pode divisar: o protesto contra a classe politica e o comportamento dos Partidos. Porque, independentemente das razões de uns e de outros, foram eles que conduziram o Estado à falência, a Nação à indigência e a Sociedade à falta de Princípios.
Por isso ninguém os vislumbrou (aos políticos). Os políticos e os Partidos não gostam deste tipo de manifestações. Não são eles que as convocam, organizam e controlam…Às vezes até se opõem, estão lembrados do que aconteceu no 28 de Setembro de 1974, com a manifestação da “maioria silenciosa”? Por isso até o mais conhecido apóstolo do “direito à indignação”, o Dr. Mário Soares, desvalorizou e não apoiou esta indignação cívica…
A manifestação não tinha objectivos específicos e, por isso, se esgota, provavelmente, aqui. Mesmo não sendo só a juventude que está à rasca, mas o país inteiro.
Mas aquilo que significou devia quedar-se no espírito de quem ocupa, ocupou ou pensa vira a ocupar, as cadeiras do poder político. Para que ganhem juízo e decência. E para que deixem de querer fazer de Portugal e dos portugueses um negócio de vão de escada.
João J. Brandão Ferreira
TCorpilav (Ref.)

