Não nego que o preconceito anti-judaico ajude a compreender a coisa, mas parece-me que a razão é outra e tem sobretudo a ver com aquilo que alguma esquerda portuguesa considera dever ser o comportamento adequado a alguém que pretende mostrar-se de esquerda. É um bocado como as regras de etiqueta: estamos perante uma convenção que alguns inventaram para se distinguirem daquilo que consideram ser a direita portuguesa. Ou seja, a justificação é inteiramente funcional.Siga o papel higiénico...