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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

MIL-Notícias, Cabo Verde...

Cabo Verde cria Museu da Diáspora para perpetuar memória da emigração

O Governo de Cabo Verde apresentou hoje na Praia o projeto do futuro Museu da Diáspora, que, a partir da zona histórica da capital, pretende perpetuar a história dos movimentos migratórios e a memória da emigração cabo-verdiana.

O projeto do museu, da autoria do arquiteto cabo-verdiano César Freitas, foi apresentado hoje pela ministra das Comunidades, Fernanda Fernandes, que sublinhou a importância deste novo museu para "um melhor conhecimento e valorização do papel da emigração em Cabo Verde".
"Será um museu vivo, dinâmico e interativo", adiantou Fernanda Fernandes.
O museu, que irá ocupar um edifício na zona histórica da Praia, no Plateau, terá como ponto de partida a ideia de que "a mobilidade geográfica constitui um fenómeno estrutural da sociedade cabo-verdiana" que deixou "marcas nos quatro cantos do mundo".
Além da uma exposição permanente alusiva à história da emigração cabo-verdiana, o museu pretende reunir uma série de testemunhos das várias comunidades no estrangeiro, além de serviço educativo destinado às escolas, ao estudo e à investigação desta temática.
Haverá também uma aposta na componente cultural com a presença constante de música e espaços reservados para manifestações culturais e restauração.
O edifício, que se encontra em estado de degradação avançada, será, segundo o arquiteto responsável, recuperado respeitando "tanto quanto possível" a construção original.
Será ainda ampliado com recurso a materiais locais e naturais e a construção terá também preocupações ambientais com o recurso a luz natural para iluminação, energias renováveis e recolha de água da chuva para uso no edifício.
A inauguração do Museu da Diáspora, que chegou a estar prevista para o ano passado, altura em que se assinalaram os 40 anos da independência do país, foi adiada por falta de verbas para a recuperação do edifício.
O projeto agora apresentado tem duração prevista de 12 meses e deverá custar 47 milhões de escudos (cerca de 430 mil euros), segundo o arquiteto.
Diário Digital com Lusa

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