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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sábado, 20 de fevereiro de 2016

MIL-Notícias, Guiné-Bissau...


Principais partidos da Guiné-Bissau discordam quanto à forma de solucionar crise política      

Os principais atores políticos da Guiné-Bissau discordam quanto à forma de resolver a crise política no país, anunciaram depois de recebidos hoje pelo chefe de Estado, José Mário Vaz.

Representantes do partido do Governo, PAIGC, e da principal força de oposição, PRS, disseram à imprensa que entregaram ao Presidente guineense propostas para resolver a crise, mas, pelas palavras dos próprios, são visões diferentes sobre o problema.
O Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), pela voz do seu líder, Domingos Simões Pereira, defendeu "a observância das leis e o diálogo", enquanto o secretário-geral do Partido da Renovação Social (PRS), Florentino Pereira, apelou para uma resolução no Parlamento.
O líder do PAIGC afirmou que o Presidente "não deve sentir-se pressionado por quaisquer interesses que não sejam a observância das leis e o funcionamento das instituições".
Para o PRS, a crise que afeta o país pode ser "perfeitamente resolvida no Parlamento" se os 15 deputados "expulsos ilegalmente retomarem os respetivos lugares" no hemiciclo e o programa de Governo, de Carlos Correia, voltar a ser apreciado naquele órgão.
Os 15 parlamentares do PAIGC foram expulsos por alegado desrespeito da disciplina partidária ao tentarem derrubar o Governo.
De acordo com Florentino Pereira, a expulsão dos 15 deputados do Parlamento "não existe", restando agora que as partes "respeitem a lei" e a mesa do hemiciclo realize a sessão no dia 25 deste mês.
Em nome dos 15 deputados expulsos, Soares Sambu disse ter reiterado junto do chefe de Estado que o seu grupo está empenhado em fazer tudo, "custe o que custar" para defender o mandato que lhes foi dado pelo povo guineense.
Tal como defende o PRS, o grupo dos 15 deputados também entende que a solução da crise passa pela retoma dos seus lugares no Parlamento.
Por ter chegado atrasada ao encontro, a delegação do Parlamento não foi recebida pelo chefe de Estado, que também se reuniu com representantes da comunidade internacional.
Diário Digital com Lusa

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