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Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Associação cabo-verdiana quer levar livros adaptados a outros países lusófonos


Associação cabo-verdiana quer levar livros adaptados a outros países lusófonos

A Associação cabo-verdiana das Famílias e Amigos de Crianças com Paralisia Cerebral (Acarinhar) lança hoje um projeto para adaptar livros para pessoas com deficiência, iniciativa pioneira no país e que quer levar a outros países lusófonos.
Em declarações à agência Lusa, a presidente da Acarinhar, Teresa Mascarenhas, indicou que o projeto "CompartiArte" surgiu porque há muitas pessoas com deficiência no país e muitas das que têm deficiências a nível comunicativo não falam.
A ideia, disse, é incentivar a comunicação e a leitura através da arte, adaptando livros em formatos acessíveis para pessoas cegas ou com baixa visão, para surdos e para pessoas com incapacidade intelectual ou limitações de outra natureza.
Segundo Teresa Mascarenhas, com a iniciativa pretende-se "quebrar barreiras de incomunicabilidades através da arte e tornar a sociedade mais inclusiva".
"Os livros, apresentados em CD, serão destinados sobretudo às crianças com deficiência, mas às outras crianças como forma de aprenderem a comunicar e também para toda a sociedade para poder estar preparada para comunicar com as pessoas com deficiência", realçou.
O primeiro livro, "Borboleta Dourada", é da autoria de Teresa Mascarenhas, e tem por base o trabalho realizado no âmbito da Dissertação de Mestrado da autora no Instituto Politécnico de Leiria (IPL). Na obra conta as suas experiências com as crianças com paralisia cerebral.
A apresentação do livro de 20 páginas ilustradas, com músicas da cantora Tetê Alhinho e voz da primeira-dama de Cabo Verde, Lígia Fonseca, será apresentada por Célia Sousa, investigadora do IPL e coordenadora do mestrado em Comunicação Acessível, e por Hermínia Curado Ribeiro, escritora e professora.
Teresa Mascarenhas informou à Lusa que já tem mais dois livros adaptados que serão apresentados no início do próximo ano e que outro objetivo é levar este projeto pioneiro em Cabo Verde a outros países lusófonos, como Angola, Guiné-Bissau e Moçambique, onde já tem "alguns contactos".
A presidente da Acarinhar, que pretende lançar dois livros por ano, quer também negociar com o Ministério da Educação de Cabo Verde no sentido de adaptar livros escolares e pedagógicos para serem disponibilizados a bancos, restaurantes, hotéis, entre outros espaços.
A Acarinhar, que contou com vários parceiros para a iniciativa, também vai lançar hoje o sítio oficial na internet do projeto "CompartiArte", esperando que sejam uma "outra forma de comunicar".
A OMS estima que cerca de 10% da população de qualquer país, em tempo de paz, tem algum tipo de deficiência e que desse grupo cerca de 0,5% é afetada por deficiências a nível comunicativo e muitas dessas pessoas não são capazes de comunicar através da fala.
Diário Digital com Lusa

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