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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sábado, 7 de novembro de 2015

Descida dos preços do petróleo coloca problemas a Angola, diz FMI



Descida dos preços do petróleo coloca problemas a Angola, diz FMI            

O Fundo Monetário Internacional (FMI) considera que o ambiente económico em Angola é desafiador, dados os problemas colocados pela descida dos preços do petróleo, numa análise da economia angolana agora divulgada.

«O choque (da descida) do preço do petróleo reduziu de forma significativa a receita fiscal e as exportações, o que trouxe para primeiro plano a necessidade de resolver de forma mais enérgica as vulnerabilidades, diversificar a economia e melhorar a gestão da volatilidade das receitas petrolíferas», destaca o FMI, na síntese de apresentação do seu exame à economia angolana.
Salientando que a baixa das receitas petrolíferas parece ter um caráter «permanente», o FMI recomenda que o governo de Luanda faça mais do que já fez para se adaptar, como o corte de despesas ou a desvalorização do kwanza.
Dinheiro Digital / Lusa

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