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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Chissano considera que não há condições para uma nova guerra em Moçambique

Chissano considera que não há condições para uma nova guerra em Moçambique

O antigo Presidente moçambicano Joaquim Chissano defendeu que não há condições para uma nova guerra em Moçambique, considerando que o país conhece os malefícios de um conflito armado pela experiência que viveu no passado.
"Apesar de todas as ameaças, não há condições para a guerra em Moçambique", afirmou Chissano, numa entrevista a ser transmitida hoje pela emissora pública Rádio Moçambique, que passou já entretanto alguns excertos nos seus serviços noticiosos.
Numa guerra, assinalou o ex-chefe de Estado moçambicano, não se sabe onde cairiam os malefícios e os danos podem prejudicar os autores de uma nova confrontação armada no país.
"Na guerra, é onde se faz uma emboscada e não se sabe quem está lá, quando passa um autocarro e que é emboscado, a gente não sabe quem está dentro do autocarro, então, estou com muita esperança de que, apesar de todas as ameaças, não há condições para a guerra em Moçambique", frisou Joaquim Chissano.
Moçambique vive momentos de incerteza, devido às ameaças da Renamo (Resistência Nacional Moçambicana), principal partido de oposição, de governar pela força nas seis províncias do centro e norte do país onde reivindica vitória nas eleições gerais de 15 de outubro do ano passado.
Na semana passada, o movimento ameaçou vingar o ataque de que foi alvo uma caravana do seu líder, Afonso Dhlakama, no passado dia 12, em circunstâncias até agora não esclarecidas oficialmente, e que a Renamo atribui à Frelimo (Frente de Libertação de Moçambique), partido no poder.
A polícia moçambicana negou o seu envolvimento no ataque e a Frelimo acusou, por sua vez, a Renamo de simular o incidente.
Renamo e o Governo moçambicano romperam as negociações de longo prazo para a superação da tensão política, depois de Dhlakama ter ordenado à sua delegação para abandonar a mesa negocial, acusando o Governo de falta de seriedade.
No fim de semana, o líder da Renamo admitiu para breve um encontro com o Presidente da República, Filipe Nyusi, após ter mantido um encontro a sós com Chissano, na Beira.
Diário Digital com Lusa

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