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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Líder do parlamento da Guiné-Bissau apela a que não haja mais golpes de Estado


Líder do parlamento da Guiné-Bissau apela a que não haja mais golpes de Estado      

O líder do parlamento da Guiné-Bissau, Cipriano Cassamá, voltou hoje a exortar os dirigentes do país para tudo fazerem no sentido de acabarem os golpes de Estado, para que se possa promover a justiça social.
Cassamá falava em representação do Presidente guineense, José Mário Vaz, nas comemorações dos 56 anos do massacre de Pindjiguiti, feriado nacional que assinala o assassínio de marinheiros da então Casa Gouveia, que reclamavam aumentos salariais.
Há dados contraditórios sobre o número de marinheiros mortos no que ficou conhecido como o massacre de Pindjiguiti, que marcou, na historiografia guineense, o início da luta armada pela independência do país.
Do lado guineense do então movimento de libertação, o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), aponta-se para cerca de 50 mortos e uma dezena de feridos e parte da então administração colonial portuguesa fala-se em cerca de 20 mortos.
Volvidos 57 anos, o presidente do parlamento guineense, Cipriano Cassamá, afirmou que a melhor forma de render homenagens "aos heróis e mártires de Pindjiguiti é promover a paz e o desenvolvimento económico" no país.
"Foi em nome do desenvolvimento económico, da justiça social que lutaram e foram massacrados os nossos irmãos aqui no porto de Pindjiguiti", observou Cipriano Cassamá.
Para o líder do parlamento guineense, se há 56 anos a luta "era contra a opressão dos colonialistas, hoje ela é pela consolidação da liberdade e da democracia" dentro de um clima da paz e da estabilidade.
"Já tivemos golpes e contragolpes a mais no nosso país. Já chega. Basta de golpes de Estado", vincou Cassamá, recebendo palmas dos presentes.
O líder do parlamento guineense disse que a sua instituição "quer que sejam saradas as feridas" no país daí ter criado uma Comissão da Reconciliação Nacional e espera que os atuais poderes eleitos levem os seus mandados "até ao fim".
Diário Digital com Lusa

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