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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Diáspora moçambicana em Portugal expõe preocupações a Filipe Nyusi

Diáspora moçambicana em Portugal expõe preocupações a Filipe Nyusi


A comunidade moçambicana residente em Portugal transmitiu hoje ao Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, as preocupações da diáspora que se relacionam, sobretudo, com a situação dos estudantes, viagens e maior abertura por parte da embaixada. 

  
O chefe de Estado moçambicano esteve reunido durante mais de duas horas com centenas de moçambicanos residentes em Portugal, nas instalações do ISCTE em Lisboa.

O representante da Comunidade de Moçambicanos, Lívio de Morais, pediu a Filipe Nyusi a "retoma dos voos Maputo-Lisboa-Maputo", pelas Linhas Aéreas de Moçambique, com passagens aéreas mais baratas e a redução do preço das tarifas aduaneiras do aeroporto.
Lívio Morais pediu também a redução dos preços do tarifário telefónico entre Portugal e Moçambique e a "assinatura de um protocolo" ao nível da imprensa para que a comunidade na diáspora venha beneficiar de informação atualizada.
O representante dos estudantes moçambicanos residentes em Portugal exprimiu preocupação sobre as bolsas de estudo mas sobretudo pediu ajuda para que sejam conseguidos convénios de saúde para os alunos de Moçambique que se encontram a estudar em estabelecimentos de ensino portugueses.
Evelise Ferreira, residente em Lisboa, pediu ao chefe de Estado moçambicano melhor preparação e "ética profissional" ao corpo de polícia em Moçambique e em Portugal uma maior "abertura" por parte da embaixada de Maputo.
"É preciso maior interação da embaixada de Moçambique em Portugal com a comunidade, é preciso que nos abram as portas", afirmou a moçambicana residente em Lisboa, aplaudida pelas centenas de pessoas que se encontravam na sala.
Filipe Nyusi dialogou com os moçambicanos presentes esclarecendo que em relação aos voos para Moçambique existem "problemas" para resolver ao nível das autoridades da aviação civil internacional mas revelou, sem detalhar, novos convénios com a França e a Turquia sobre ligações aéreas.
O chefe de Estado tomou particular nota sobre as preocupações sobre os apoios aos estudantes na área da saúde e disse que "aprecia" o comportamento dos cidadãos de Moçambique residentes em Portugal.
Filipe Nyusi referiu-se também à visita de Estado a Portugal, que termina hoje, afirmando que transmitiu às autoridades portugueses o compromisso em relação à "paz e o diálogo" em Moçambique.
Diário Digital com Lusa

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