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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Crime organizado ataca rede elétrica pública da Guiné-Bissau

Crime organizado ataca rede elétrica pública da Guiné-Bissau, acredita empresa


Os cortes de energia elétrica nos últimos dias na capital da Guiné-Bissau devem-se à ação de "organizações criminosas", acusou o diretor da Empresa de Eletricidade e Águas da Guiné-Bissau (EAGB), René Barros.

Em comunicado, Barros afirmou na quarta-feira que "organizações criminosas" estarão a interferir na rede elétrica da EAGB para "parar o sucesso" que a empresa tem tido nos últimos meses com o fornecimento durante 24 horas aos habitantes de Bissau.
"O sucesso verificado na reposição de energia em todos os lares de Bissau terá incomodado muita gente, o que leva a empresa a acreditar que estas avarias constantes e inexplicáveis estejam mesmo ligadas a organizações criminosas ainda não identificadas", referiu René Barros.

O fornecimento regular de energia elétrica e água canalizada na maioria dos bairros de Bissau passou a ser garantido em permanência desde o mês de dezembro, depois de mais de uma década de escuridão.
Nas últimas três semanas, porém, tem havido cortes repentinos no fornecimento da eletricidade, chegando em muitos dos casos a deixar toda a cidade de Bissau às escuras durante largos períodos.
No passado, quando a EAGB estava sem capacidade para fornecer os serviços, praticamente toda cidade de Bissau era iluminada através de energia produzida por pequenos grupos eletrógenos de particulares ou empresas.
Diário Digital com Lusa

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