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MIL: Movimento Internacional Lusófono | Nova Águia


Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de uma centena de milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por mais de meia centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia. Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.
SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI

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Desde 2008"a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".

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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

Nenhuma direita se salvará se não for de esquerda no social e no económico; o mesmo para a esquerda, se não for de direita no histórico e no metafísico (in Caderno Três, inédito)

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo (in Cortina 1, inédito)

Agostinho da Silva

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Guiné-Bissau - Missão da CPLP chega a Bissau em 18 de fevereiro

 A equipa da missão de alto nível da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) para a Guiné-Bissau chega a Bissau em 18 de fevereiro, disse à Lusa o chefe da diplomacia timorense, Bendito Freitas.

“A delegação de bons ofícios partiu hoje, o nosso diretor nacional junto da CPLP, Joaquim Fernandes, já seguiu com a assessora jurídica para Portugal. Lá irão realizar a coordenação técnica com a embaixada da Guiné-Bissau em Lisboa para avaliar os preparativos antes de avançarem para a Guiné-Bissau”, afirmou o ministro.

Bendito Freitas, que falava à Lusa no final da reunião de Conselho de Ministros, afirmou que a partida para a Guiné-Bissau estava inicialmente prevista para o dia 17 de fevereiro, mas a deslocação foi reagendada para o dia 18 devido à indisponibilidade de voos.

Segundo um decreto do Presidente timorense, assinado na segunda-feira, a missão vai estar na Guiné-Bissau até 21 de fevereiro e será chefia pelo ministro da Defesa de Timor-Leste, Donaciano do Rosário Gomes.

“Hoje também enviei uma carta ao ministro dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau, na qualidade de ministro da presidência do Conselho de Ministros da CPLP, solicitando apoio para os encontros”, afirmou o governante timorense.

A missão de alto nível da CPLP deverá reunir-se com o ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação da Guiné-Bissau, com o Alto-Comando militar, com a sociedade civil e com outras entidades.

Bendito Freitas reconheceu que a coordenação dos trabalhos tem sido bastante difícil, uma vez que toda a comunicação é feita através da embaixada da Guiné-Bissau em Lisboa e das embaixadas dos países da CPLP atualmente representadas na Guiné-Bissau, nomeadamente Portugal, Brasil, Cabo Verde e Angola.

“Essas embaixadas estão prontas para prestar apoio logístico e coordenar os trabalhos quando a nossa equipa chegar, porque não temos representação diplomática no país”, reconheceu o ministro.

A delegação é composta por 15 elementos, incluindo quatro de Angola, dois de São Tomé e Príncipe e os restantes de Timor-Leste.

Bendito Freitas acrescentou que o objetivo da missão é contribuir para ultrapassar a crise institucional, promover o regresso à normalidade democrática, o respeito pela Constituição e assegurar os direitos e o bem-estar da população.

Timor-Leste assumiu em dezembro a presidência da CPLP, que foi retirada à Guiné-Bissau, na sequência de uma cimeira de chefes de Estado e de Governo, após o golpe de Estado no país, em 26 de novembro, que depôs Umaro Sissoco Embaló e interrompeu o processo eleitoral, impedindo a divulgação dos resultados das eleições gerais de 23 de novembro.

O Governo timorense indicou em 10 de dezembro o ministro da Administração Estatal, Tomás Cabral, e o ministro da Defesa, Donaciano do Rosário Gomes, para integrar a missão de mediação da organização lusófona para acompanhar a situação decorrente do golpe de Estado e a interrupção do processo eleitoral. In “Mundo Lusíada” – Brasil com “Lusa”

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