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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Cabo Verde quer reforçar cooperação técnico-militar com Angola

Cabo Verde quer reforçar cooperação técnico-militar com Angola


O ministro da Defesa e dos Assuntos Parlamentares de Cabo Verde admitiu hoje, em Luanda, a necessidade de introduzir alterações à cooperação técnico-militar com Angola, bem como o reforço dessas relações.

Rui Semedo, que falava à agência Lusa à saída de um encontro com o seu homólogo angolano da Defesa, João Lourenço, referiu que a cooperação tem funcionado nas áreas da segurança internacional, política de defesa, formação, proteção civil e buscas e emergências.
"Há várias que estão a funcionar muito bem, mas temos que avaliar e ver as correções que poderão ser ainda introduzidas e a disponibilidade de ambas as partes no sentido de reforçarmos essas relações", adiantou o ministro.
O governante cabo-verdiano, que iniciou na segunda-feira uma visita de trabalho de três dias a Angola, sublinhou a importância da cooperação nas questões da segurança marítima, para fazer face à insegurança mundial, onde se destacam o tráfico de armas e drogas e ações de pirataria marítima.
Por sua vez, o ministro da Defesa angolano considerou de "particular relevância" a visita do seu homólogo, durante a qual será feita uma profunda avaliação do grau de cumprimento do Acordo Geral de Cooperação Técnico-Militar entre a República de Angola e a República de Cabo Verde, assinado em maio de 2003 e atualizado em 2013.
João Lourenço frisou ainda a abordagem e análise política de defesa, segurança marítima, ensino e instrução, missões de apoio à paz, saúde e assistência médica, entre outros, durante a visita.
"Nesta perspetiva é imperioso o aprofundamento da cooperação nos domínios da Defesa e das Forças Armadas entre os dois países, aproveitando os laços de irmandade que unem os nossos povos", sublinhou o ministro angolano.
O governante cabo-verdiano vai também visitar o Instituto Superior Técnico-Militar, a Escola Superior de Guerra e o Comando do Exército angolano.
O programa prevê igualmente um encontro de cortesia com a sua homóloga dos Assuntos Parlamentares, Rosa Micolo.
Diário Digital com Lusa

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