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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

UMA ESTRATÉGIA GEOPOLÍTICA, SOCIAL E ECONÓMICA

Portugal desde o 25 de Abril de 1974 nunca conseguiu definir uma estratégia geopolítica e económica realista e objetiva e que fosse ao encontro de facto do seu verdadeiro rumo histórico! Numa primeira ilusão virou-se integralmente para a Europa com a convicta intenção que ali iria encontrar a solução definitiva de todos os seus problemas, necessidades  e ambições. Falsa verdade que levou Portugal a afastar-se da sua verdadeira vocação atlântica e universalista! Na verdade, nós, Portugueses temos maiores afinidades com os asiáticos, com a América Latina  e com os africanos que com quaisquer outros europeus nomeadamente com os povos do Norte da Europa, onde verdadeiramente está o poder do dinheiro ou pelo menos onde se situam os ramos ou braços de maior influência do neoliberalismo e onde naturalmente a América do Norte ocupa um lugar predominante a nível mundial!

Os Sábios do Sião estão perdendo o poder no Mundo!
Face às ocorrências que consideramos avançadas e evolucionárias que estão sendo operadas na Grécia e muito proximamente em Espanha e poderemos igualmente admitir que em Portugal, França, Itália e outros países mais a Sul da Europa o “ Dia Nascente da Cidadania e do Cidadão virá a ser a grande realidade do Século XXI, tendo já despontado esse dia na manhã do Dia 25 de Janeiro de 2015, na cidade de Atenas nas eleições legislativas da  Grécia.
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Efectivamente os Sábios do Sião estão perdendo o Poder no Mundo!  Num artigo meu publicado no semanário O Regional, de S. João da Madeira em 2013 sob o título: -  É preciso contrariar os Desígnios contidos nos Protocolos dos Sábios do Sião, onde foram feitas algumas afirmações e chamadas de atenção para aquele mesmo poder totalitário que domina o planeta através dos chamados mercados especulativos financeiros, sendo necessário contrariar os desígnios secretos e maquiavélicos contidos nos famosos Protocolos dos Sábios do Sião, nos quais a Alemanha se faz representar amplamente e que o actual governo português é seu fiel e obediente seguidor, triste realidade que só envergonha Portugal e os Portugueses! Ao utilizar o nosso Povo  como uma cobaia em nome de experiências neoliberais na obscura intenção de atingir determinados fins designados economicamente ideológicos!
 
A economia neoliberal precisa de ser contrariada vindo a ter como opositora uma nova ideologia que actue simultaneamente nos campos económico, social, político e espiritualista e essa mesma ideologia está materializada na Doutrina do Cooperativismo agora consubstanciada na denominação de Doutrina da Cidadania Social que o livro Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império – Uma Nova Perspetiva Social”, publicado em 2013 pela Chiado Editora que pela sua simplicidade encerra um importante espírito humanista e universalista, onde a riqueza das nações poderá ser distribuída de uma forma mais directa, geral e equitativa


A Doutrina do Cooperativismo é a única força ideológica!

 

Pensamos que a Doutrina do Cooperativismo que conjuntamente com os sectores público e privado está igualmente contemplada na Constituição da República portuguesa é agora nos inícios do Século XXI, a única força ideológica que poderá fazer frente ao neoliberalismo e ao neocolonialismo comandados por uma Alemanha agora Século XXI apoiada pelos seus naturais aliados os especuladores financeiros internacionais posicionados estrategicamente em diferentes países, nomeadamente nos Estados Unidos.
 
O movimento cooperativista desde o seu princípio (1843) vai encontrar em Pierre-Jean Proudhon (1808-1865) que exerceu uma forte influência no referido movimento cooperativista a partir do Século XIX, Proudhon, era chamado por Marx e seus seguidores de socialista utópico, no entanto, o próprio Proudhon, nunca aceitou tal designação, no entanto, considerava-se anarquista ao valorizar e defender a liberdade individual dos seres humanos, sendo essa liberdade um processo natural do desenvolvimento e evolução da sociedade humana. 

O movimento cooperativista desde o seu princípio, pode ser considerado uma forma de reacção dos trabalhadores ao sistema capitalista e seus processos produtivos. Os precursores do cooperativismo prospectaram uma sociedade mais justa e igualitária em que a organização e sistematização do trabalho estariam com pressupostos valorativos, divergentes do modo de produção capitalista;
 
De facto os integrantes daquele movimento foram considerados Socialistas Utópicos por terem elaborado um projecto transformador da sociedade burguesa, sem o reconhecimento da necessidade de se fazer uma transição, através da luta de classes e consequentemente o referido processo ser realizado de forma gradual, objectiva e pacífica. Tratava-se de um novo modelo social baseado na convivência harmoniosa e não na competição e acumulação capitalista!
 
A realidade existente agora no segundo decénio do Século XXI, é nova e diferente em relação à ocorrida na primeira metade do Século XIX e ao que os trabalhadores na sua luta incansável contra o domínio e exploração do Capitalismo, utilizaram diferentes armas ideológicas, tais como: o socialismo utópico; o socialismo associativo e cooperativista que acabou por fomentar o movimento operário para a prática concreta do cooperativismo;


As relações entre Trabalho/Capital sofreram profundas alterações

Agora no Século XXI a relação Trabalho/Capital, sofreu profundas transformações em que efectivamente o Capital já não tem o domínio total do conhecimento e da tecnologia uma vez que o Trabalho domina já perfeitamente aqueles componentes, diremos mesmo que os trabalhadores ao desenvolverem uma nova organização social, laboral e tecnológica fundamentada em quatro pilares, a ver: - A Solidariedade; a Cooperação; a Sobriedade e a Espiritualidade estarão a contribuir definitivamente  para a formação de uma nova sociedade, onde  praticamente no campo material estarão em pé de igualdade com o Capital e já posicionados numa fase superior da evolução humana  e aqui o Socialismo tem uma forte componente decisora através de um Cooperativismo objetivo, lúcido e avançado!

A Doutrina do Cooperativismo é independente, própria e inovadora!
Historicamente sabemos que a filosofia do Cooperativismo poderá ter algumas afinidades com alguns ramos do socialismo, mas nos seus fundamentos trata-se de uma ideologia que tem como suporte um pensamento próprio e independente funcionando naturalmente na sua base estrutural, histórica, social, espiritual, científica e económica. Que respeitando o livre arbítrio humano ou seja a livre iniciativa procura no entanto uma base de entendimento que irá levar o ser humano a refletir procurando conhecer-se de forma profunda e consciente sobre a sua  realidade formada por corpo e espírito e da importância da sua existência e relação íntima com a realidade do Universo.
 
Sem dúvida de que o Partido Socialista agora alinhado com outros ramos da Esquerda Portuguesa e assim como com importantes áreas do centro-direita português tem agora uma oportunidade única em avançar com a implementação e desenvolvimento do cooperativismo em Portugal por se verificar que vários milhões de portugueses encontram-se presentemente num estado de pobreza e dependência confrangedores. É agora o momento certo para que o Partido Socialista deva assumir-se como um grande Partido Político capaz de libertar Portugal da teia insidiosa e dramática em que o actual governo português formado por uma maioria representada pelo PSD e CDS, afundou os Portugueses tendo naturalmente a conivência e apoio do Presidente da República, o qual no presente e de forma alguma poderá ser o presidente de todos os Portugueses!
 
Jacinto Alves, ensaísta e autor dos livros “Operação: Quinto Império (2010- Editora Ecopy) e “Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império - Uma Nova Perspetiva Social” (2013- Chiado Editora). Estando igualmente para futura publicação o seu terceiro livro – “Os Arquitetos do Universo – História do Homem Futuro”, tratando-se de um romance iniciático que vai completar a trilogia literária realizada pelo autor.

3 comentários:

João Paulo Barros disse...

O 25 de Abril aconteceu após uma longa ditadura fascista fundada por Salazar. Eu creio que o sistema político luso a partir de 1974 foi muito mais influenciado por sentimentos e anseios (principalmente socialistas/esquerdistas) do que por visão lógica e realista. Algo assim aconteceu também na Assembleia Constituinte brasileira de 1988, só que não tão esquerdista assim.

João Paulo Barros disse...

(continuando) No caso de Portugal, a vontade de impulsionar a descolonização foi tão grande que Portugal se afastou das suas ex-colônias assim que se tornaram independentes, e por consequência, se afastou do restante da Lusofonia e passou a ter um projeto europeísta. Eu vejo a virada portuguesa para a Europa como natural e óbvia na época. Quem na época, nos anos 70 e 80, iria adivinhar que hoje em dia os países do sul da Europa que adotaram o euro estariam em crise? Foi uma “aposta” que os países europeus fizeram e erraram (o euro). O euro era uma ideia genial na teoria, facilitaria a vida de muitos cidadãos europeus, principalmente daqueles que viajam.

João Paulo Barros disse...

(concluindo) Eu não conheço a sociedade portuguesa com tanta profundidade assim, mas o que eu percebi através da internet é que os portugueses são muito, mas muito parecidos com os brasileiros na mentalidade, apesar de muitos portugueses e também muitos brasileiros negarem tal semelhança. Também vi semelhanças de pensamento, de mentalidade nos africanos luso-falantes dos Palop. Também notei semelhanças de mentalidade nos espanhóis, povos hispânicos do Novo Mundo e italianos, com os lusófonos. Com os asiáticos, já tenho as minhas dúvidas, creio que os portugueses têm mais afinidades com os europeus do que com os asiáticos. Não me leve a mal. :)
Sim, as semelhanças de mentalidade entre o Norte da Europa e os EUA + Canadá são maiores do que o Norte da Europa e o Sul da Europa. Por mais que os sul-europeus não gostem, é o que me parece. :)