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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

2014 foi ano «muito difícil» para Cabo Verde, diz José Maria Neves

2014 foi ano «muito difícil» para Cabo Verde, diz José Maria Neves


O primeiro-ministro cabo-verdiano admitiu hoje que 2014 foi um ano "muito difícil", destacando a "persistente" crise económica internacional, a epidemia de Ébola na África Ocidental, a seca e a erupção vulcânica na ilha do Fogo.

José Maria Neves, que discursava por ocasião da apresentação de cumprimentos de Ano Novo ao presidente cabo-verdiano, realçou que as dificuldades enumeradas vieram reforçar uma situação já de si "complexa" e "cheia de constrangimentos restritivos" ao ritmo de crescimento e à dinâmica de desenvolvimento.
Perante Jorge Carlos Fonseca e os membros do seu Governo, José Maria Neves lembrou que as alterações climáticas têm provocado "substanciais alterações" nas águas territoriais cabo-verdianas, com os "consequentes perigos" para a navegação marítima.
Na parte económica, o chefe do executivo de Cabo Verde admitiu também a "elevada" taxa de desemprego, bem como a mancha de pobreza, reconhecendo que um quarto da população ainda vive abaixo desse limiar.
No entanto, José Maria Neves congratulou-se por o arquipélago estar em vias de atingir os oito Objetivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) ainda este ano, tal como definiu a ONU, admitindo, porém, que o "longo caminho" até lá passa pelos desafios do emprego, combate à pobreza, às desigualdades e à exclusão social.
Garantindo que a criação de emprego continuará a ser uma "prioridade", José Maria Neves destacou o trabalho a fazer na melhoria do ambiente de negócios e do investimento, na modernização das infraestruturas agrícolas, mobilização de água, garantia de alimentação do gado, promoção de atividades geradoras de rendimento, sobretudo junto das comunidades mais carenciadas.
A reconstrução da ilha do Fogo - quase toda a área de Chã das Caldeiras, o planalto que serve de base aos vários cones vulcânicos, foi destruída pelo vulcão - é outra das prioridades governamentais, de forma a compensar a destruição de terrenos agrícolas e as habitações de cerca de 1.500 pessoas.
Quanto ao Ébola, epidemia que não atingiu Cabo Verde, José Maria Neves lembrou que o país continua o "trabalho preventivo", focando-se, depois, na questão da segurança, desafio que "persiste" e que deve merecer "atenção especial de todos".
Sem se referir explicitamente à tentativa de assassínio de que foi alvo o seu filho mais velho - José Luís Neves foi atingido com quatro tiros a 30 de dezembro último e encontra-se livre de perigo e a recuperar num hospital em Lisboa -, José Maria Neves lamentou a "dramática escassez de recursos" humanos e financeiros para combater a criminalidade.
As parcerias internacionais na área da segurança, prioridade atual da diplomacia cabo-verdiana, a par da económica, devem destinar-se a reforçar os meios para um "combate sem tréguas à criminalidade" e para aumentar a capacidade de busca e salvamento no mar e no domínio da proteção civil.
"A segurança do país é um desígnio nacional. (...) Enquanto chefe do Governo, apelo a todos para um forte combate à criminalidade", sublinhou José Maria Neves, que, no próximo fim de semana, deixará a liderança do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, no poder desde 2001), cumprindo, porém, o mandato à frente do Governo até ao final da legislatura, no primeiro trimestre de 2016.
Diário Digital com Lusa

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