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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

O Costa dos naufrágios

Não eram necessárias as – graves – inundações que afectaram Lisboa, na sequência de chuva muito intensa, no passado dia 22 de Setembro para se ter a certeza definitiva da incompetência de António Costa, da sua vereação na Câmara Municipal de Lisboa e, sim, também do Partido Socialista em qualquer nível de poder político, do local ao nacional.
As imagens (fixas) divulgadas, entre outros, por Filipe Nascimento, Maria Teixeira Alves e Nuno Castelo-Branco nos blogs que integram, e as imagens (em movimento, e com som) transmitidas na RTP, na SIC e na TVI demonstraram, sem qualquer… margem para dúvidas, o que pode acontecer após sete anos de desleixo e do desvio de recursos – humanos e financeiros – para outros objectivos e outras actividades que pouco ou nada têm de relevante. David Soares, em texto recente no seu blog intitulado, apropriadamente, «Lisboa, a cobaia», veio também criticar, condenar, aquilo que eu já havia criticado e condenado: a prioridade dada à aparência, à propaganda, à «experimentação social», em prejuízo da resolução efectiva dos autênticos problemas dos cidadãos. Afinal, nada de novo: um comportamento típico da esquerda – incluindo a portuguesa – é o de procurar a utopia, o de construir o «homem novo», a «sociedade nova», o «mundo novo», enfim, neste caso, a «cidade nova», independentemente das circunstâncias, dos factos... da realidade. O que, habitualmente, implica a criação de restrições à liberdade de expressão e até de circulação!.. A não ser, claro, que, neste caso, essa circulação se faça com carroças e bicicletas, «adequadas» a uma capital conhecida pelas suas colinas!
Porém, o «dilúvio» que na última segunda-feira se abateu sobre Lisboa veio demonstrar que há outro tipo de transporte alternativo e ecológico «ideal» para os olisiponenses: o barco – desde que, claro, a remos e/ou a vela e sem motor. Mais não seria do que o retomar da nossa gloriosa tradição de navegantes e de descobridores… apesar de agora os «cabos» a dobrar serem as esquinas das ruas da Baixa. E está, pois, realizado o desejo de António Mendonça: a Ulisseia tornou-se a «praia de Madrid», e poderá tornar-se em mais do que isso se António Costa vier a ser secretário-geral do PS e, vencendo as próximas eleições legislativas, vier a ser igualmente primeiro-ministro. Porque, como «bom» socialista que é, e à semelhança daquele ex-ministro «só-cretinista» e de tantos outros dos seus «camaradas», revelou ser um obediente iberista disposto a ir a Castela «prestar vassalagem».    
O (António) Costa dos naufrágios em Lisboa, cúmplice em 2011 (e antes disso…) no afundamento – cultural, económico, social – de Portugal, porque está do «lado certo» e segue o «politicamente correcto», pode sempre contar com defesas e com desculpas, por mais ridículas que sejam. E convinha mesmo que o protegessem, porque não pareceu bem ele estar ausente em campanha enquanto a cidade de que é o principal edil era atravessada por enxurradas. Pelo que houve quem: tivesse o descaramento de acusar o Instituto Português do Mar e da Atmosfera de não ter previsto com precisão a (forte) precipitação e de não ter avisado a CML que, assim, não pôde preparar-se a tempo – mas não seria em poucas horas que, mais do que fazer limpezas, fariam as melhorias nos sistemas de canalização, drenagem e escoamento que não fizeram desde 2007; e tivesse o descaramento de afirmar peremptoriamente que «Lisboa terá sempre inundações» como se tal fosse uma fatalidade bíblica… e não é – a não ser que tal «certeza» se deva a essa fraude designada por «aquecimento global antropogénico». O que se pode fazer a pessoas como essas é… virar-lhes as (nossas) costas.

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