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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Antes Angola do que a China

Assinalam-se hoje 25 anos desde a repressão – agressão, prisão, execução, exílio – de manifestantes chineses pela democracia na Praça Tiananmen em Pequim.
Convém lembrar, e salientar, que, um quarto de século depois desse intenso mas breve momento de esperança, e apesar de toda a «modernização» e «desenvolvimento» que entretanto, e alegadamente, ocorreram, o «Império do Meio» continua a ser dominado pelo Partido (único) Comunista Chinês e a ter como regime uma ditadura violenta, que não possibilita a liberdade de expressão e a de associação, entre outras. Ainda recentemente, durante a visita de Aníbal Cavaco Silva àquele país, os «comissários culturais» pós-maoístas não hesitaram em censurar –proibir, remover – obras de artistas portugueses expostas para a ocasião. Infelizmente, as relações luso-chinesas têm tido outros aspectos (mais) desagradáveis, em especial na economia: foram más – péssimas! – as decisões por parte do actual governo de vender a REN, a EDP e a Fidelidade, grandes, fundamentais, empresas portuguesas e líderes nos seus sectores, a congéneres chinesas – que, obviamente, têm (todas) ligações ao PCC. Terá sido por isso que a cor da seguradora passou a ser o vermelho? A da «elé(c)trica» já era essa, pelo que não foram necessárias – à primeira vista – mais alterações…
É neste contexto que se tornam mais insólitas as contestações, as queixas e as suspeições relativas aos investimentos de empresários angolanos no nosso país, que envolveram inclusivamente a publicação de um livro intitulado «Os Donos Angolanos de Portugal». A minha posição quanto a este assunto é inequívoca: antes Angola do que a China. E não só por aquele ser um país irmão, do espaço da língua portuguesa (que Luanda respeita, ao contrário de Lisboa, porque não implementa o AO90); também porque nele há uma democracia, sim, ainda imperfeita, incipiente, mas uma democracia; nele há pluralismo partidário e, embora com restrições, liberdade de expressão. Sim, podem dizer que a situação em Angola não é óptima; mas na China é muito, muito pior. 

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