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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

segunda-feira, 24 de março de 2014

Indonésia: uma comunidade de Flores Oriental quer aprender a Língua Portuguesa

As crianças e as comunidades católicas da regência de Flores Oriental, na Indonésia, podem receber aulas de português a partir de um plano das autoridades locais.
 
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A administração regional das Flores Oriental, na Indonésia, quer ensinar Língua Portuguesa às crianças, à Confraria Rainha do Rosário e ao grupo Mama Muji, que reza na “Língua de Camões” há vários séculos, no seguimento da evangelização de missionários católicos portugueses na região.
“Nós temos um grande plano. Podemos ter classes de português aqui, mas temos um problema com a falta de professores”, disse à Agência Lusa o regente das Flores Oriental, Joseph Lagadoni Herin, acrescentando que pretende cooperar com a embaixada portuguesa na Indonésia ou com as autoridades de Timor-Leste para encontrar a pessoa certa.
Assim que tiver um professor, o regente das Flores Oriental quer iniciar as aulas de modo consistente e regular. “Não nos é dificil iniciar o português aqui, porque o português tem a mesma estrutura que o indonésio. Logo, nós esperamos que as crianças, a confraria e o Mama Muji possam aprender”, salientou Joseph Lagadoni Herin.

Agência Lusa

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