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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Declaração +DP sobre o recurso ao referendo



Nós, +DP, somos, por princípio, a favor de referendos, de iniciativa popular e sobre questões relevantes – como se pode ler no primeiro ponto do nosso Documento “7 Ideias para Portugal”: “A situação que atravessa o nosso país exige a mobilização de todos os portugueses. Neste momento de profunda crise, todos somos chamados a contribuir para a definição de um novo futuro para Portugal. Precisamos de novas formas de participação que permitam uma maior intervenção política. Precisamos, em suma, de mais Democracia Participativa. Para tal, defendemos, desde logo, a promoção de mais referendos, a nível local e nacional.”.
Nessa medida, manifestamos o nosso repúdio pela forma como, uma vez mais, o referendo tem sido usado como arma de arremesso entre os vários partidos, agora a propósito da questão da co-adopção por casais homossexuais. Nenhum partido parece realmente interessado em credibilizar essa prática democrática por excelência. Pelo contrário, todos os partidos parecem apostados em minar essa possibilidade, o que, a nosso ver, é mais uma prova do esgotamento da nossa partidocracia. Ela tem medo da voz do povo e, por isso, insiste em calá-la.
Dito isto, não nos parece que o assunto em causa seja o ideal para referendar, dado que, provavelmente, não iria mobilizar muita gente. Os poucos referendos que temos tido têm sido ensombrados por uma grande abstenção e este ameaçava ser mais um, o que seria contraproducente. Nessa medida, defendemos a abertura de um debate nacional sobre o recurso aos referendos. A nosso ver, podem e devem ser discutidas hipóteses que promovam uma maior participação – como, por exemplo, a redução do número de assinaturas necessárias para a convocação de referendos de iniciativa popular e o alargamento dos assuntos passíveis de ser referendados simultaneamente. Isso seria uma forma não só de diminuir a abstenção como os próprios custos relativos a qualquer processo referendário.

+ Mais Democracia Participativa
Mais Participação, Melhor Democracia
www.maisdp.pt

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