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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Em prol de um Debate com Referendo sobre o futuro da União Europeia


No início do mês de Março de 2017, Jean-Claude Juncker, Presidente da Comissão Europeia, lançou um debate público sobre o futuro da União Europeia (UE), equacionando cinco cenários: o primeiro dos cinco cenários prevê a continuação do rumo seguido até aqui, sendo que, até 2025, os 27 Estados-membros se concentrarão no crescimento, emprego e investimento, reforçando o mercado único e aumentando o investimento nas infraestruturas digital, de transportes e da energia; o segundo cenário centra-se no mercado único, que até 2025, se torna o cerne da UE a 27, e as opções políticas serão para facilitar a livre circulação de capitais e mercadorias; um terceiro cenário dirige-se aos que querem fazer mais, numa Europa ‘à la carte’ e com aprofundamentos de políticas específicas, como a de defesa, por exemplo, entre os Estados-membros que o desejem; o quarto cenário é o de a UE fazer menos mas com maior eficácia, legislando menos e centrando-se em prioridades claramente definidas; o quinto e último cenário prevê que se faça mais em conjunto, num caminho para a federalização.

Saudando essa iniciativa da Comissão Europeia de, finalmente, auscultar a voz de todos os cidadãos europeus sobre o futuro da União Europeia, o MIL: Movimento Internacional Lusófono exorta a nossa sociedade civil a corresponder a esse repto, promovendo, durante todo este ano de 2017, um amplo debate sobre o futuro da nossa integração na União Europeia, tomando como ponto de partida estes cinco cenários. Desde já propomos que esse amplo debate tenha como corolário um referendo nacional, a realizar-se no primeiro semestre de 2018. Recordamos que mil e uma vezes nos foi prometido um referendo sobre a nossa integração na União Europeia, sem que alguma vez esse referendo tenha ocorrido. Consideramos ser este o momento certo. Portugal não pode continuar dependente das decisões dos outros países europeus. Portugal pode e deve assumir em que termos pretende continuar na União Europeia. Portugal pode e deve decidir, finalmente, a melhor forma de articular a nossa relação com o espaço europeu com a nossa, até aqui tão desprezada, relação com o espaço lusófono. Chegou finalmente a hora de os portugueses se pronunciarem sobre o nosso futuro.

Para subscrever: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=ReferendoUE

MIL_Portugal
www.movimentolusofono.org

16 comentários:

Roberto Moreno disse...

Não há futuro para a União Europeia, sem que haja o respeito pelas duas maiores línguas do mundo - o português e o espanhol. Entretanto é, via o português, pelo facto desta língua entender muito mais o espanhol do que ao contrário, que temos o poder de unir 800 milhões de pessoas em 30 países nos 5 continentes. É, portanto, uma União Iberófona, um projeto da Fundação Geolíngua, desde 1992. O objetivo é materializar o pensamento geo-estratégico de Agostinho da Silva e que previa, primeiro um fortalecimento dos países de língua portuguesa e, depois, uma aliança com os de língua espanhola. É, portanto, na IBEROFONÍA que está o futuro, e que a EUROPA insiste em não enxergar que "A Metade do Mundo" se expressa nas duas línguas europeias mais poderosa do planeta, com destaque ao português pelo facto desta língua ser naturalmente bilingue à nascença.

Luís Lóia disse...

Boa tarde!
Compreendo e pertinência da petição pública e que esta seja uma iniciativa do MIL. Considero que a petição deveria reflectir uma posição mais clara que traduza a especificidades dos objectivos do MIL com um possível referendo. Isto é, mais do que uma forma de divulgar uma iniciativa que deve mobilizar todos os cidadãos, enquanto iniciativa do Mil deve também ser oportunidade para manifestar a sua própria identidade.
Por outro lado, proponho que o título da petição possa ser «O futuro da União Europeia a Referendo».
Cumprimentos,
LL

Mario disse...

Concordo.

Flávio Gonçalves disse...

Como federalista europeu creio que só temos a ganhar com este diálogo. Completamente de acordo.

Maria Afonso Sancho disse...

Parabéns pela excelente ideia MIL.
Simpatizo com a excelente argumentação do Roberto Moreno. Urge dar-lhe maior visibilidade.
Também urge chamar a atenção para a diarreia legislativa de que sofrem as democracias ocidentais. Já nem os advogados se entendem com elas.
Ora as leis bem feitas precisam de ser entendidas por toda a gente. Para serem respeitadas.
Portanto o caminho a seguir é "o quarto cenário é o de a UE fazer menos mas com maior eficácia, legislando menos e centrando-se em prioridades claramente definidas;".
Entretanto que se faça o referendo. E antes, para tal, a petição pública.
AbraçoMIL

suevo disse...

Certamente a aliança de duas línguas que compartilham uma genética é certa, sempre que exista correspondência por parte de autoridades, grupos de opinião ou cidadãos falantes da outra língua. Algo que a dia de hoje não existe. Mesmo existindo o caso da Galiza, onde nossa língua comum é muito subtilmente reprimida. A lusofonia tem de crescer;unir-se, coexistir entre iguais com

suevo disse...

Depois desde uma posição de poder, com amor e fraternidade por todos os povos fazer ligação. Para abrir as rotas do futuro, que serão as do hemisfério sul.Aliança pois com América do Sul, Sul da África e o Índico. ... Com Brasil como futuro centro geográfico do Sul.Trabalho ainda muito longo e sacristão. O resto é conversa

Sergio Rita disse...

Deixo aqui uma simples pergunta. QUEM MANDA NA UE? Desde o seu inicio que a UE não tem nenhuma consistência. Deveria começar democráticamente por igualar os direitos, por exemplo os financiamentos com os mesmos juros. Acabando por haver injustiças na desigualdade que se vê nos juros da Alemanha e Portugal e ou Grécia por exemplo. Quem manda na UE?
Vamos lutar pela língua sim, mas antes nivelar os restantes elementos.
Séregiio Rita

Crónicas do Professor Nuno Sotto Mayor Ferrão disse...

Concordo inteiramente com a proposta de um referendo nacional à integração europeia. Se a UE está em crise, bem como a Zona Euro, desde o início do século XXI e, esta em particular, desde a crise financeira de 2008/2009 urge repensar as estratégias possíveis, tanto mais quanto após o Brexit e em ano de eleições presidenciais francesas o inesperado poderá assustar as fundações institucionais da UE. Importa um debate aprofundado e parece-me que a 4ª hipótese definida pela Petição é a mais sustentável, quando diz "(...) é o de a UE fazer menos mas com maior eficácia, legislando menos e centrando-se em prioridades claramente definidas (...)", por ser esta a mais pragmática e realista das estratégias europeias apresentadas, porque permitirá à UE sobreviver e aos seus países membros arranjarem outras âncoras de estabilização face ao crescente enfraquecimento da Civilização Ocidental. Um referendo em Portugal faz todo o sentido. Esta 4ª hipótese aventada permitirá um percurso mais realista com uma clara aposta portuguesa, no contexto internacional, que valorize a nossa relação no espaço lusófono, que permita trazer contributos da nossa identidade cultural comum para a premente necessidade de humanizar o sistema globalizante.
Cordial e fraternalmente,
Nuno Sotto Mayor Ferrão

Korsang di Melaka disse...

Sinceramente, citando "o Presidente da Comissão Europeia, lançou um debate público sobre o futuro da União Europeia (UE), equacionando cinco cenários".
TARDE DEMAIS, não há cenário nenhum à vista que mude seja o que for.

Como tarde demais Portugal deixou passar o referendo antes de acontecer, embalados os cidadãos nos discursos políticos, da urgência de se criar a Paz, onde a Europa foi palco das duas grandes guerras mundiais. Está à vista a paz quando as vontades não convergem. Os interesses estão instalados e a UE é de quem? Que mal fizemos depois de servirmos de carne para canhão e de miséria que sobrou, para recebermos este flagelo de pagar dividas, enquanto os grandes construtores da globalização não se privam de nada?

Em tão pouco espaço de tempo a Europa em desunião não deu sinais da construção da PAZ. Ao invés tomou conta de tudo e todos legislando (e há que cumprir) como se fosse possível, acabar com a diversidade de culturas, tradições e línguas de povos que se cruzaram vão milénios. Que raio de leis globais se pode cumprir quando tudo é e vai continuar a ser.
Que legislação impera com o EURO, quando o valor dos salários, pensões, reformas e condições de vida são tão diversas entre os países da zona EURO, uns são filhos outros enteados? Que globalização é esta? O que trouxe de benefícios para as pessoas que trabalham e sempre a vida foi tão difícil. Quais as oportunidades desta globalização? Será que o sentido do global mudou o seu significado? Ou aplica-se apenas na elaboração das leis globais, justificando os especialistas da matéria bem instalados?

Acreditar que o UE vai contribuir para um mundo melhor, sejam quais forem os cenários propostos... duvido que alguém acredite. Mantê-la para o sustento milionário de alguns que não fazem parte da lista dos cidadãos comuns... acredito, tanto mais se cada um de nós, deixar (como modo de nada valer a pena) a sua participação, manifestando em referendo, o quanto vale no seu direito de intervenção ativa, qual o futuro que ambiciona para futuros dos seus filhos e dos seus netos.
Concordo que o MIL está em condições pelo Movimento Internacional Lusófono de apresentar "propostas globais" desejáveis, de valorização e humanização assentes nos direitos internacionais, onde sejam respeitadas as organizações mundiais, tendo como pilar a ONU, onde Portugal DEVE assumir a LIDERANÇA, pelo o resultado das ultimas eleições.
Abraço frateno

Maria Manso disse...

Concordo com a carta.
Abraço
Maria de Deus Manso

Luís de Barreiros disse...

Parece-me bem.
Saudações!

João Paulo Barros disse...

Concordo plenamente que deve ser feito um referendo sobre a permanência de Portugal na União Europeia, assim como para os demais países membros da UE. A opinião da população deve ser levada em consideração.

Anónimo disse...

Apoiado, Korsang.
Paulo Almeida.

Pedro Costa Malheiro disse...

Estou a viver em Bruxelas e a trabalhar para o desenvolvimento internacional de uma pequena empresa de consultoria e tecnologias de informação. Tenho verificado que efetivamente a UE está feita para as grandes nações e para as multinacionais. Por outro lado existem uma quantidade de organizações redundantes na UE e a Comissão é, por natureza, expansionista. Ou seja quer mandar em tudo. Concordo inteiramente com o debate e com o referendo nacional.

Manuel Martins disse...

Concordo que deve ser feito o debate e um referendo nacional sobre a continuação de portugal na UE.