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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Declaração MIL sobre a Proposta de um Espaço Lusófono de Livre Circulação de Pessoas e Bens



Segundo a Agência Lusa, o responsável máximo da OMC: Organização Mundial do Comércio, o brasileiro Roberto Azevêdo, considerou que a ideia defendida pelos empresários lusófonos sobre a criação de um mercado único de livre circulação de bens e pessoas “seria útil e saudável” – nas suas palavras: “É um movimento que seria útil e saudável para a integração das economias, porque são economias que já têm uma conexão importante entre elas, não só pela língua, mas também pela cultura e pela vertente empresarial, não é à toa que os empresários pedem isso, é porque há uma relação íntima de cooperação e ligação entre os sistemas económicos desses países”.
Não podemos deixar de saudar efusivamente esta Proposta expressa por um dirigente de uma organização tão importante como é a OMC, que vem ao encontro de tudo aquilo que o MIL: Movimento Internacional Lusófono tem, de forma coerente e consequente, defendido desde a sua fundação: o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade. De resto, recordamos que foi Agostinho da Silva quem defendeu, ainda em vida, a ideia do Passaporte Lusófono e quem assumiu o sonho de “fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política, essa, que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica”.
Temos consciência que esse sonho não poderá ser realizável no imediato, mas esperamos que neste novo ano de 2014 se dêem passos bem concretos nesse sentido. Seria a melhor forma de homenagear Agostinho da Silva, nos 20 anos do seu falecimento. Essa é, decerto, uma das prioridades da “cooperação lusófona”, precisamente o tema geral do II Congresso da Cidadania Lusófona, que o MIL, em parceria com a Sphaera Mundi: Museu do Mundo, irá coordenar, no âmbito da PASC: Plataforma Activa da Sociedade Civil, evento que irá decorrer, como já foi oportunamente anunciado, no dia 16 de Abril do corrente ano, na Sociedade de Geografia de Lisboa. Eis, em suma, o Horizonte do Caminho que em 2014 continuaremos a trilhar.

MIL: Movimento Internacional Lusófono

16 comentários:

Anónimo disse...

É mais uma acção que visa, saudavelmente, criar unidade entre os países lusófonos, o que, obviamente, eu apoio.

Eduardo Aroso

Jorge da Paz Rodrigues disse...

Estou naturalmente de acordo, mas devo advertir que tal terá de ser bem pensado e quiçá negociado com a União Europeia, visto nesta existir a livre circulação de pessoas, bens e serviços e tal implicar, através de Portugal, a um "alargamento".

Nuno Sotto Mayor Ferrao disse...

Estou plenamente de acordo com esta Declaração do MIL de apoio à proposta de um Espaço Lusófono de Livre Circulação de Pessoas e Bens, pois a Globalização exige que se faça esta integração económica através de pequenos passos escorados em identidades colectivas como bem viu, de forma precursora, Agostinho da Silva relativamente à geografia humana da Lusofonia.

Nuno Sotto Mayor Ferrão

Luis Agostinho Penso que o MIL deveria demonstrar também disponibilidade para colaborar no desenvolvimento de uma proposta base para se avançar com o projeto e envolver as organizações implicadas... disse...

Penso que o MIL deveria demonstrar também disponibilidade para colaborar no desenvolvimento de uma proposta base para se avançar com o projeto e envolver as organizações implicadas...

Korsang di Melaka disse...

Completamente de acordo.

Já sonho com um passaporte Lusofono.

Grande visionário de um mundo fraterno que sempre sonhou e viveu ultrapassando fronteiras, professor Agostinho da Silva será sempre um forte pilar da Lusofonia.

Luisa Timóteo

Elter Carlos MIL CABO VERDE disse...

A lusofonia constrói mesmo assim. Unindo as sinergias em torno de um projecto comum e a todos os níveis, como bem sonhou o nosso Agostinho da Silva. De acordo.

Elter,
Mil Cabo Verde

SAM disse...

Como não ser a favor? Imagino que todo membro do MIL, de uma ou de outra forma, será a favor deste ideário.

Aproveito apenas para voltar a lembrar que o "todos os níveis" que consta da declaração não pode esquecer do "acadêmico/educacional", pelo que proponho que o texto passe a ser: "todos os níveis: cultural, social, acadêmico, económico e político".

Um grande abraço a todos,

Sam

Zeferino Boal disse...

Há anos que em qualquer espaço público e privado defendo uma opção estratégica destas. Não importa que neste momento de crise para Portugal seja interessante, porque os ciclos de crescimento económico oscilam. Urge caminhar na busca desse espaço.

Vitorino Morgado disse...

A idéia é louvável, e, lógico, concordo com ela , no entanto, Portugal hoje é um Estado membro da comunidade Européia e isto certamente terá implicâncias para que este ideal venha a se concretizar.

cvr disse...

Concordo na generalidade com esta magnífica proposta a que o MIL se deve associar. Não esquecendo o cuidado e a atenção com que deve ser gerida a proposta e o alargamento ao nível cultural e académico.
Abraços MIL
Carlos Vieira Reis

Anónimo disse...

Estou plenamente de acordo com a proposta.É sem dúvida um sonho de todos aqueles que de alguma forma sentem os países da lusofonia como um todo.Este sonho poderá se realizar com o empenho de todos.
Mariene Hildebrando

Paulo Pereira disse...

Claramente de acordo!

No entanto, não acredito na possibilidade de compatibilizar o bloco lusófono com a MERCOSUL e UE, etc.

O tempo mostrará, sobretudo a nível geopolítico, e não econômico, que a pertença a estes blocos é ainda mais prejudicial do que a não pertença ao bloco lusófono.

Às vezes, as pessoas falam como se tivessem o tempo pela frente sem percalços e instabilidades, como se nunca mais fosse haver guerras e conflitos graves.

Dizem-se otimistas! Mas quando é para fazer o bloco lusófono é só "prudência"...

António Pedro Dores disse...

O desenvolvimento de um espaço político lusófono justifica-se para muitos e diferentes objectivos. Para quem viva em Portugal, ou noutro país lusófono, mais oportunidades de falar em português é muito importante, sobretudo quando até no Brasil e em Portugal as universidades reclamam dos seus professores que façam carreiras em inglês. Mas por si só, o espaço lusófono não é mobilizador: dever-se-ia acrescentar democracia e liberdade a esse projecto. Comércio? Modernização? Talvez. Isto é, na condição de isso significar melhorias para a vida dos povos que a democracia e a liberdade permitem e de que são sinais. Será pedir muito?

virgilio disse...

Não poderia estar mais de acordo com este projecto lusófono. Só não sei que escolhos poderão residir no facto de Portugal pertencer, hoje, à UE e os outros países, como o Brasil, ao MERCOSUL, Etc.
O sonho de AGOSTINHO DA SILVA parece congregar cada vez mais adeptos. Oxalá se torne realidade ainda no tempo das nossas vidas.
VIRGÍLIO CARVALHO.

João Paulo disse...

Para um futuro próximo, eu concordo. Mas de imediato, eu acho que os países não estão preparados, principalmente o meu, o Brasil. A proposta deve ser enviada o quanto antes aos governantes e legisladores de cada país lusófono para que iniciem a preparação o quanto antes possível.

Concordo, mas não para já. Entendo que os países devem se preparar muito bem antes.

virgilio disse...

Leia-se, com todo o interessse para esta temática, o último livro do Prof. ADRIANO MOREIRA, significativamente intitulado «Memórias do Outono Ocidental. Um século sem bússola», Livraria Almedina, Novembro de 2 013, no qual, entre tantos outros temas, se refere a importância que tem para Portugal a segurança do Atlântico, Norte e Sul, bem como do próprio Mediterrâneo, e a maritimidade da CPLP.