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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Declaração do MIL_Moçambique sobre a situação do país



O MIL_Moçambique segue com a maior preocupação os mais recentes acontecimentos no nosso país – em particular, a aparente tentativa, por parte do Governo sustentado, legitimamente, pela Frelimo, de derrubar pela força a Renamo, o que faz temer o regresso da guerra civil de tão triste memória.

Sabemos que o Acordo Geral de Paz, celebrado em Roma, há já mais de duas décadas (1992), que pôs formalmente fim a uma guerra civil que durou mais de quinze anos, entre a Renamo e a Frelimo, não preveniu devidamente todas as condições para a paz. Sabemos que, como em todos os processos, há culpas de parte a parte.

Não podemos, porém, estar sempre a procurar culpados – quer no passado mais recente, quer no passado mais remoto. Se assim fosse, teríamos que de novo reavaliar todo o atribulado processo de descolonização. Há fases da vida em que temos que sobretudo olhar em frente, para o futuro. Por isso, apelamos a todas as partes envolvidas um esforço suplementar em prol da paz. É esse o mais profundo desejo de todos os moçambicanos e de todos os nossos irmãos lusófonos.

MIL: Movimento Internacional Lusófono
MIL_Moçambique

19 comentários:

força nacional disse...

Concordo com o conteúdo da declaração

Alexanmdre Banhos

Eduardo Aroso disse...

Sim, esta é uma proposta construtiva.

Eduardo Aroso

Korsang di Melaka disse...

Concordo com a declaração em absoluto.

Acrescento um abraço ao Mil, "pelos afetos" que ligam a todo o espaço Lusofono, os quais devem prevalecer como indicador da paz e serenidade, na construção da fraternidade no MUNDO.

Luisa Timóteo - Malaca

Mariene Hildebrando disse...

Concordo com a declaração. Tudo deve ser feito em nome da paz. Me parece que o risco de uma guerra civil é iminente, e todos os esforços no sentido contrário merecem o nosso apoio e respeito.

Mariene Hildebrando-Brasil

Nuno Sotto Mayor Ferrao disse...

Subscrevo inteiramente o teor da Declaração, porque as feridas psicológicas, pessoais e coletivas, só podem ser saradas com a bondade do coração das pessoas de Boa Vontade.

Cordial e fraternalmente,
MIL-ilitante
Nuno Sotto Mayor Ferrão

António Pedro Dores disse...

Estou 100% de acordo.

Mário NEGRÃO disse...

Concordo com o texto da Declaração, que se me afigura oportuna e equilibrada.

Flávio Gonçalves disse...

Concordo.

Luís de Barreiros disse...

Sim!

VITORINO MORGADO -BRASIL disse...

SEMPRE APOIAREMOS A PAZ ENTRE OS POVOS E LUTAREMOS CONTRA OS CONFLITOS BÉLICOS, QUE TANTOS MALES TEÊM ESPALHADO PELA HUMANIDADE AO LONGO DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE.

NO MUNDO MODERNO O POVO DEVERÁ ESCOLHER PELO VOTO E NÃO PELAS ARMAS QUE MUITAS VEZES ACABAM ANIQUILANDO A PRÓPRIA FAMÍLIA.

J.Peralta disse...

Plenamente de acordo com a Declaração, no espírito e na letra.
Há que preservar a democracia real e transparente, com o predomínio da ética e do respeito à dignidade humana de todos os cidadãos. É fundamental preservar a pluralidade de ideias e a rotatividade do poder.
O povo não pode ficar à mercê de aventuras inglórias. O povo quer prosperidade e bem-estar,com justiça e paz. Seja respeitado o nobre povo moçambicano.

Maria Manso disse...

Nada a opor. Compete a todos nós "promovermos" a paz. Oxalá alguém nos oiça.

Luis Agostinho disse...

Concordo por completo. Os Moçambicanos merecem tempos de paz!

V. Fortes disse...

O exemplo de Angola serve para tirarmos lições de que os governos constituídos democraticamente só admitem a oposição política e nunca armada. Espero que a Renamo não se tenha comportado como a Unita que pegou em armas depois de perder as eleições. O MIL Angola é sem dúvida defensor da paz e subscreve toda e qualquer proposta nesse sentido, valorizando sempre o diálogo e respeitando as instituições constituídas democraticamente.

Jorge da Paz Rodrigues disse...

Concordo inteiramente com esta declaração construtiva.
Os cidadãos moçambicanos merecem a paz e a democracia.
Jorge da Paz Rodrigues

VIRGÍLIO CARVALHO disse...

É lamentável a situação em Moçambique, que não conheço. Mas faço votos para que, o mais breve possível, se encetem negociações para se repor a PAZ e a DEMOCRACIA deste país que também faz parte da Lusofonia. A nada adianta a crispação e a guerra,a tudo conduz o espírito de fraternidade e o entendimento das partes beligerantes.

Lina Carvalho disse...

CONCORDO. Com armas, eliminamos a força jovem da qual estamos dependentes para um futuro sempre melhor.

ÁLVARO ALÇADA PADEZ CORTESÃO CASIMIRO disse...

Saúdo a declaração com uma ressalva - (i)a lei eleitoral em vigor que a Renamo contesta foi aprovada com os votos da Frelimo e do MDM (ii) a liderança da Renamo ameaçou inviabilizar as eleições agendadas para este mês de novembro e tem agido nesse sentido (iii) a acção das Forças Armadas - cujo Vice CEMG é proposto pela Renamo - tem como objectivo principal garantir a realização das eleições agendadas. No mais concordo plenamente com a a necessidade de fazer prevalecer o diálogo e a Paz. Que deve ser um caminho a dois, com concessões de parte a parte.

Paulo Pereira disse...

Concordo!