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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

domingo, 28 de julho de 2013

Chegou o tempo de pôr fim à farsa

À vista mais curta, todos tiveram a sua vitoriazinha. Cavaco Silva, por via de mais um dos seus famosos “tabus”, conseguiu de novo ser o centro das atenções durante uma semana e pôde mesmo dizer: “pelo menos, tentei”. Pedro Passos Coelho recebeu a “garantia presidencial” de levar o seu mandato até ao fim. Paulo Portas conseguiu finalmente chegar a Vice-Primeiro-Ministro com amplos poderes. António José Seguro pacificou uma vez mais o seu partido. Não chegou, porém, sequer a ser uma vitória de Pirro. 
Na verdade, todos perderam. E muito. Cavaco Silva expôs uma vez mais a sua fragilidade – um Presidente forte teria conseguido impor um Compromisso de Salvação Nacional. O mesmo se diga de Pedro Passos Coelho – que não consegue controlar, de todo, os seus ministros. E de Paulo Portas – irrevogavelmente ferido na sua credibilidade, agora até no interior do seu partido, que o forçou a recuar. E de António José Seguro – as pressões de que foi publicamente alvo, e às quais sucumbiu, provam bem a sua insegurança. Seguro provou, uma vez mais, que não é, seguramente, a solução. 
Na dita “esquerda”, os partidos que temos demonstraram, uma vez mais, a sua irrelevância. A encenada tentativa de convergência durou apenas umas horas antes de se desvanecer. Mas, como a memória é curta, em breve, decerto, subirá de novo ao palco. Até ao dia em que já não houver ninguém na plateia para assistir, pela enésima vez, à mesma farsa de sempre. O que estará para muito breve – nas próximas eleições, ou aparece algo de verdadeiramente novo, ou então só nos resta o voto branco ou nulo. Chegou o tempo de pôr fim à farsa. 

Renato Epifânio

Publicado em:
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