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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sábado, 25 de maio de 2013

Este é o momento de empresas portuguesas virem para Timor - Embaixador de Portugal

O embaixador de Portugal em Díli, Manuel Gonçalves de Jesus, disse hoje que este é o momento para as empresas portuguesas apostarem em Timor-Leste, que está numa fase de dinamismo "inegável".
Manuel Gonçalves de Jesus falava à agência Lusa no final da conferência sobre "Mercados e Oportunidades em Timor-Leste", em que participaram vários governantes timorenses, dirigida à missão empresarial portuguesa, organizada pelo Banco Espírito Santo, que se encontra no país a analisar prioridades de investimento.
"É uma missão muito importante e muito oportuna em termos do tempo em que se faz. Timor, no fundo, está a entrar numa fase em que de fato há um dinamismo que é inegável", afirmou o diplomata português, salientando que a "estabilidade" já existe.
"Há muitas empresas e pessoas a chegar. Penso que é este o momento para as empresas portuguesas virem aqui a Timor. É uma boa altura para aquelas que ainda não estão virem", insistiu o novo embaixador de Portugal em Díli.
No âmbito do programa de desenvolvimento do país, o governo timorense tem previsto a construção de uma série de infraestruturas, nomeadamente estradas, portos, aeroportos, escolas, e o desenvolvimento de setores como a agricultura e pescas e comunicação social.
"Timor tem felizmente uma situação financeira boa, que ajuda, e depois há aquela relação tão próxima e que devemos valorizar, que é o facto de pertencemos a um espaço comum político e económico, mas também de afetos que devemos aproveitar, que é a CPLP", lembrou Manuel Gonçalves de Jesus.
Timor-Leste vai assumir em julho de 2014 a presidência da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).
"Também por causa disso é uma boa altura para estar aqui em Timor e aproveitar o pertencermos aquele espaço que é universal, a uma língua que é universal, e dar-lhe aquele conteúdo económico que ainda não tem", salientou.
Nas declarações à Lusa, o diplomata português recordou também que Timor-Leste vai fazer parte da Associação das Nações do Sudeste Asiático.
A ASEAN representa um mercado de 600 milhões de consumidores.
"Há um conjunto de fatores que nos levam a estar muito atentos, a valorizar aquilo que temos, aproveitando para introduzir outros elementos importantes no relacionamento entre os povos", concluiu.
A missão empresarial portuguesa, organizada pelo BES, chegou na quinta-feira a Timor-Leste para analisar prioridades de investimento.
Timor-Leste, com pouco mais de um milhão de habitantes, tem crescido a um ritmo de 10 por cento nos últimos anos.

@SAPO Timor-Leste

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