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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Declaração MIL sobre o Estatuto da Língua Portuguesa no seio da União Europeia

Face ao alerta público do embaixador Francisco Seixas da Costa de que “o Português vai desaparecer como língua de trabalho da União Europeia”, o MIL apela às autoridades portuguesas para que tudo façam com vista a contrariar esse vaticínio, mesmo tendo consciência que Portugal é o maior responsável por essa situação: ao ter, durante décadas, desprezado os laços com os restantes países e regiões do espaço da lusofonia, Portugal desqualificou a sua língua no seio da União Europeia e, pior ainda, fragilizou a sua própria posição enquanto membro desta. 
 Como temos reiteradamente referido, é mais do que tempo para Portugal corrigir esse colossal erro geoestratégico, reforçando os laços com os restantes países e regiões do espaço da lusofonia: no plano cultural, desde logo, mas também social, económico e político. Só assim teremos de novo alguma relevância no plano global e no próprio seio da União Europeia. Só assim a língua portuguesa voltará a ter o respeito que merece nas mais diversas instâncias, europeias e mundiais. 
MIL: Movimento Internacional Lusófono 

17 comentários:

chrys Chrystello disse...

subscrevo na totalidade

João disse...

Eu concordo consigo. Portugal deve se impor mais na UE. A língua portuguesa é uma das dez mais faladas do mundo.

Paulo Pereira disse...

Portugal tem aproximadamente 2% da população da UE. Visto do ponto de vista interno com regras "objetivas internas" até tem lógica que o português seja retirado das línguas de trabalho, ou então admitir mais de 30 línguas...

Ah! Mas temos de contar com os falantes fora da Europa também... Pensar em todo um conjunto...

Se pensarmos bem em isso tudo, o que concluímos é que para além da língua deve ser retirado também o país...

Quando queremos uma coisa e não queremos as suas consequências, então não queremos...

Flávio Gonçalves disse...

Apoiado.

OCTÁVIO DOS SANTOS disse...

É incontestável a importância do assunto, e a necessidade, a conveniência, de o Português ser cada vez mais - e correctamente - valorizado e divulgado internacionalmente. Porém, é duvidoso que Francisco Seixas da Costa seja aqui uma voz credível:

http://ilcao.cedilha.net/?p=9451

Korsang di Melaka disse...

Concordo plenamente

Como não se percebe as razões que levaram a fechar o Leitorado Português na Universidade Linguística de Kuala Lumpur, que sempre teve um elevado número de alunos matriculados na Língua Portuguesa.
Leitorado que deveria apoiar o ensino do Português à comunidade LUSA de Malaca, Malásia e Singapura.
Esperamos que sejam criadas as necessárias condições para o ensino da língua portuguesa a quem ainda não desistiu de esperar.
Luisa Timóteo / Malaca

Jorge da Paz Rodrigues disse...

Concordo inteiramente, pois o português é a quinta língua mais falada no Mundo.

Jorge da Paz Rodrigues

SAM disse...

concordo com Paulo Pereira nisso…

Mario disse...

Concordo.

Armando Alves disse...

A Lusofonia é um investimento a longo prazo.Mas é vidente que o futuro já começou e deve ser privilegiado desde já, de modo a não perder a oportunidade para crescer
.
Armando Carlos Alves

Zeferino Boal disse...

Concordo com a declaração e se houvesse exemplos para relevar, cito o que foi dado pela seleção de Cabo Verde que durante o CAN responderam sempre em Língua Portuguesa. São atos desta natureza que contribuem para consolidação da Língua.

Nuno Sotto Mayor Ferrao disse...

Subscrevo inteiramente esta Declaração.

Nuno Sotto Mayor Ferrão

Miguel Ferreira disse...

Sobre a declaração concordo com o que está escrito mas penso que se deveria complementar exortando para que os políticos Portugueses falem sem qualquer complexo (parece que alguns o têm ou então têm outros objetivos como seja a "venda completa do País" aos interesses estrangeiros - sendo para tal uma arma acabar com a nossa ascentral cultura e língua). Esta exortação é aliás feita pelo Embaixador Seixas da Costa que neste momento julgo estar em Paris. Um abraço Lusófono,

joaquim paulo silva disse...

A língua Portuguesa é a 3ª língua mais circulante na Internet, a 5ª a nível dos falantes no Mundo, deste modo, para a própria União Europeia, será útil que ela tenha propósito e ação relevante.
Concordo com o comunicado.

Maria Afonso Sancho disse...

A lingua portuguesa é a 3ª lingua europeia mais falada no planeta.
E que tal tambem sairmos da decadente UE e criarmos uma união politica, economica e cultural entre os paises irmãos de lingua portuguesa?
E deixavamos estes decadentes senhores, todos muito felizes, a olhar para o seu proprio umbigo?
Terão olhos e cabeça para olhar mais longe?
Concordo com o texto desta declaração.
AbraçoMIL

António da Cunha Duarte Justo disse...

Apoiado!
Uma posição certa e uma voz com mais necessidade de ser publicada.
Também a relevância do português na EU deve ser aferida aos interesses da EU no mundo; o Português está implantado em vários continentes.
Para já seria importante que as ideias do MIL encontrem mais circulação nos meios políticos.

julio disse...

Não acredito nessa tragédia, acredito, antes, ao contrário disso numa língua universal e sagrada, mas precisa, sim se impor não como coitadinha, mas como a língua canora dos profetas do futuro e do presente. Ah, mas isso é poesia ou mística! Pode ser, mas o concreto é o quê? Uma babilônia falida falando inglês, francês, alemão? Juntem-se os lusófonos sem partidarismo, mas sem partidarismo mesmo, sem os disfarces oportunistas,principalmente da esquerda que é muito boa para distribuir o dos outros mas depois que acaba quebra, e numa frente única espiritualista centrada na língua fortalecer-se interiormente.