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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Bombeiros Voluntários - um exemplo de Cidadania

 
Foi a enterrar mais um BOMBEIRO. O segundo nesta época de fogos florestais.O primeiro, uma Bombeira de Abrantes, hoje um homem de Figueiró dos Vinhos.Com 50 anos de vida deixa dois filhos, também eles jovens bombeiros.Voluntários.
Porquê?
Porque o seu lema é Vida por Vida.Sabem quando saem do quartel e não sabem se regressam.
Mas justifica-se a perda de vidas, pela floresta?
Ou será de perguntar de outra forma?
Porque é que este país gasta mais no combate aos fogos,do que na prevenção e vigilância da floresta?
O que é que se faz durante o ano, pelo ordenamento florestal?E pela limpeza florestal?
O problema não é de hoje.Prende-se com dois factores: abandono do mundo rural e a extinção dos serviços florestais.Hoje, estes não passam de burocratas administrativos sentados nas secretárias.
Se não fosse o esforço que é feito pelo voluntariado dos Bombeiros, Portugal precisaria de gastar mais de 400 milhões de euros para assegurar o nível de protecção e socorro que hoje possui.
Ou seja, quatro vezes mais, do que o que gasta actualmente.
Todo o Bombeiro é um cidadão diferente.Particularmente o VOLUNTÁRIO, e estes são quase 28 000 cidadãos, disponíveis para ajudar quem necessita.
É interessante saber-se que em Portugal só 28 Corpos de Bombeiros são municipais.
Sabem em que ano foi criado o último destes? Em 1953, os Bombeiros Municipais do Sardoal.
Sabem quantos Corpos de Bombeiros Voluntários existem? Mais de Quatrocentos, criados pela vontade própria das populações, que se organizaram para se defenderem dos imprevistos e dos riscos naturais.
Morreu um, mas os dois filhos continuam.
Este é o espirito do bombeiro voluntário.
 
José Ferreira
(Associação PASC: Liga dos Bombeiros Portugueses)

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