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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sexta-feira, 1 de junho de 2012

«Rodriguinhos»

Rodrigo Moita de Deus revelou-se recentemente como uma grande (des)ilusão… para mim, pelo menos. Não por ter prescindido da sua independência político-partidária ao entrar para a comissão política nacional do PSD e reflectir esse novo «estatuto» no seu blog 31 da Armada, onde, nos últimos meses, tem vindo crescente e consistentemente a defender as pessoas e as posições do actual governo. Não há qualquer problema nisso, ele está no seu direito, e saúde-se, pelo menos, o facto de o assumir claramente, frontalmente, sem anonimatos ou «pseudonimatos», ao contrário, por exemplo, dos nojentos lambe-botas «súcia-listas» e «só-cretinistas» que defecavam para a blogosfera a partir do antro «goebbelsiano» denominado Corporações/Câmara Corporativa.
O que me espanta sim, e muito, na nova atitude de Rodrigo Moita de Deus é a sua concomitante conversão ao «aborto pornortográfico». Antes de avançar mais, recordo o que já disse e afirmei, mesmo que por outras palavras, sobre o cerne deste problema: o pior, o mais grave, não é que existam (alguns, poucos) pervertidos, loucos, degenerados, capazes de conceber e de expelir aberrações como o AO90; o pior, o mais grave, é que existam (muitos) indivíduos que, exibindo diferentes graus de cobardia, se submetam a tais aberrações, que aceitem o inaceitável e que justifiquem o injustificável. E, sim, continuo a espantar-me com as sucessivas desistências a que assisto à minha volta, tanto de familiares, amigos, colegas, pessoas que conheço, como de «figuras públicas». Destas já dei exemplos anteriormente, e eis agora mais dois: Guilherme de Oliveira Martins e Marcelo Rebelo de Sousa, dois conceituados (?) juristas com pretensões «colturais» (o primeiro é – mas não merece ser – presidente do Centro Nacional de Cultura!) que, precisamente devido a essa dupla «qualidade», deveriam ter sido dos primeiros a rejeitarem inequivocamente o dito cujo; porém, e pelo contrário, aceitam-no com o conformismo e a mediocridade tão característicos do «bloco central» de cumplicidades e de interesses que tanto tem inquinado a sociedade portuguesa, e de que eles são como que (um)a personificação.         
O debate e o combate sobre o AO90 é transversal à esquerda e à direita, a republicanos e a monárquicos – há apoiantes e opositores do «coiso» em todos os campos. No entanto, e como também já afirmei e demonstrei, é um facto que o conceito e a práctica de «alterar a ortografia num dia através da burocracia» em Portugal surgiram com (e é típica d)a República. É, pois, por isso que Rodrigo Moita de Deus como que comete uma «traição» e renega todo o seu passado recente, e bem-sucedido, de activista subversivo, mas imaginativo, inofensivo e bem-humorado, pela Monarquia. Ele que, juntamente com mais alguns membros do seu grupo, teve a coragem de afrontar as «múmias paralíticas» do regime no próprio dia 5 de Outubro de 2010 e em plena Praça do Município de Lisboa, compensando, mais ou menos, a ausência da Real Associação de Lisboa e da Causa Real nessa data (na) capital, acabou por se «sentar» ao lado dessas «múmias» (do «Egito»?). Será que ele não percebe que, ao escrever «adjetivo», «excecão» e «retidão», é como se estivesse a arrear uma bandeira azul e branca e a hastear uma verde e vermelha? Tal como Darth Vader, que ele tanto gosta de invocar, RMD «passou-se» para o «lado negro da Força». Que lhe faça bom proveito.   

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