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ID da reunião: 814 5171 7166
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra).
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa).
Desde 2008, "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".
Colecção Nova Águia: https://www.zefiro.pt/category/zefiro-nova-aguia
Outras obras promovidas pelo MIL: https://millivros.webnode.com/
Nenhuma direita se salvará se não for de esquerda no social e no económico; o mesmo para a esquerda, se não for de direita no histórico e no metafísico (in Caderno Três, inédito)
A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo (in Cortina 1, inédito)
Agostinho da SilvaA escritora moçambicana Paulina Chiziane foi distinguida como “Melhor Escritora de África de 2026” no African Award – Creators and Directors Excellence 2026, prémio que reconhece figuras de destaque na promoção da cultura africana através da literatura, arte e criatividade.
A distinção reforça o impacto do percurso literário de Paulina Chiziane, considerada uma das vozes mais influentes da literatura africana contemporânea e referência na valorização das identidades, memórias e narrativas do continente.
A cerimónia de premiação decorreu na noite de 28 de abril, no EPIC SANA, reunindo personalidades ligadas ao cinema, moda, música e outras áreas criativas, numa celebração dedicada a talentos que têm contribuído para a afirmação cultural de África.
O reconhecimento surge como mais um marco na trajectória da autora, cujo trabalho continua a projectar a literatura moçambicana além-fronteiras e a consolidar o seu nome entre os maiores expoentes culturais do continente. In “Moz Entretenimento” - Moçambique
O escritor angolano, João Rosa Santos, reafirmou, recentemente, a necessidade e pertinência de união entre escritores de diferentes territórios que conformam a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
João Rosa Santos falava no acto de lançamento da 6.ª edição do projecto Elos da Língua Portuguesa, antologia lançada em homenagem à Guiné Equatorial, que decorreu no último sábado, na cidade do Rio Preto, Estado de São Paulo, no Brasil.
Mais do que uma simples reunião de textos, a sexta edição da Antologia de Língua Portuguesa contou com a participação de 154 escritores, entre os quais, alguns angolanos.
De acordo com o também imortal da Academia Brasileira de Escritores, o projecto Elos da Língua Portuguesa amplia o horizonte da Lusofonia e fortalece a pluralidade de vozes que nela habitam.
Para os organizadores do evento, João Paulo Vani, presidente da Academia Brasileira de Escritores e Samira Camargo, coordenadora do projecto, nesta edição, a colectânea percorre paisagens culturais marcadas pela convivência entre tradições pela memória histórica e pelas múltiplas formas de expressão, que encontram no português um ponto de encontro.
Segundo soube O País, a próxima edição da Antologia Elos da Língua Portuguesa está prevista para o ano de 2027, com uma homenagem à República de São Tomé e Príncipe. Flávio da Costa – Angola in “O País”
O vice-presidente do Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP), Conceição Moreno, acusou a Rádio RTP África de promover uma agenda para denegrir a imagem das autoridades nacionais, juntando-se às críticas do presidente da Assembleia Nacional. As críticas surgiram na sequência de declarações do presidente do parlamento Abnildo D´Oliveira
Segundo o deputado, a estação tem demonstrado “desrespeito pelas autoridades”, apontando alegada seleção de notícias e tratamento negativo das informações sobre o país, sobretudo num período próximo das eleições. Abnildo D`Oliveira acusou jornalistas da estação de serem “militantes acérrimos” da Ação Democrática Independente (ADI).
O Presidente da República, Carlos Vila Nova, também já havia criticado anteriormente a linha editorial da emissora, defendendo a necessidade de uma revisão da sua atuação no arquipélago.
Por outro lado, deputados da ADI saíram em defesa da estação, com o líder parlamentar Nito Abreu a elogiar o trabalho desenvolvido, destacando a “verdade, clareza e isenção” na cobertura informativa. Adelise Coelho – Cabo Verde in “A Nação”
Questões de
antropologia filosófica e outros textos, Lisboa, MIL/ DG Edições, 2025, 204
pp.
ISBN: 978-989-36224-3-8
"Raiz di polon: a dança contemporânea cabo-verdiana como forma de expressão filosófica", de Elter Manuel Carlos
MIL/ DG Edições, 2025, vol. I, 114
pp.
ISBN: 978-989-36224-2-1
"Da Saudade – de Endovélico por Atégina: Mitos & Mistérios da Portugalidade", de Luísa Borges
MIL/ DG Edições, 2025, 206 pp.
ISBN: 978-989-36597-2-4
"O Advento do Quinto Império", de António de Abreu Freire
MIL/ DG Edições, 2025, 141 pp.
ISBN: 978-989-36224-7-6
Dezenas de artistas plásticos da província do Moxico e alguns provenientes de Luanda partilham experiências criativas, há mais de uma semana, no Luena, no âmbito das festividades da Paz, numa produção da União Nacional de Artistas Plásticos (UNAP), em parceria com o Governo Provincial do Moxico.
Enquadrado nas celebrações dos 24 anos de Paz e Reconciliação Nacional, a feira está a ser levada a cabo juntamente com um seminário artístico com o tema “Cultura de Paz e Resolução de Conflitos através das Artes Visuais”, na cidade do Luena.
“A iniciativa visa fortalecer a identidade cultural local, valorizar os espaços públicos e envolver a sociedade civil em acções artísticas que promovam a paz e a coesão social”, disse Hermenegildo Kindala, curador e porta-voz do evento, citado pelo Jornal de Angola.
Entre as actividades a decorrerem naquela cidade do Leste do país, destacam-se a construção da “Manta da Paz”, com as crianças do Lar de Acolhimento Ana Jeto, a execução de pinturas de murais, em pontos estratégicos da cidade do Luena, feiras de pinturas em espaços públicos com bastante afluência de pessoas, entre outras.
O evento conta com o apoio institucional do Governo Provincial do Moxico que assegura a logística e segurança, permitindo que a UNAP-Moxico conduza as actividades com plena eficácia. In “O País” - Angola
Já foi o tempo em que o livro e a literatura infantil faziam o deleite das crianças nas escolas, nos centros infantis, no ambiente familiar, nas avenidas e nos parques de diversão do país, onde cada uma procurava mostrar ao público as suas habilidades nos recitais, na leitura e na interpretação, nos contos, nos concursos de redacção e nas brincadeiras
Para trás, ficaram apenas lembranças de um princípio criativo e pedagógico que muito contribuiu para o amplo sucesso de muitas crianças da época no domínio da leitura e no desenvolvimento do seu género por parte de autores, de promotores, de familiares, de encarregados de educação e de núcleos de desenvolvimento de leitura pública.
Hoje, lamentavelmente, estas acções pedagógicas e de entretenimento deixaram de fazer parte do roteiro dos petizes e do cronograma institucional do Estado, sendo relegado para o segundo plano, situação que tem interferido negativamente na sua capacidade de desenvolvimento cognitivo.
Curiosamente, pouco ou nada tem sido feito por parte das instituições de direito para replicar as iniciativas que anteriormente despertavam os piôs, para que o livro se tornasse um amigo inseparável no seu seio, assim como da família. Mas, apesar de tudo, algumas iniciativas do fórum privado (pessoal, colectiva) vêm registando um pouco pelo país adentro, com parcos recursos, apenas para agradar os miúdos, enquanto as instituições de direito fazem-se passar despercebidos em relação ao assunto. Augusto Nunes – Angola in “O País”