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MIL: Movimento Internacional Lusófono | Nova Águia


Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de uma centena de milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por mais de meia centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia. Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.
SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI

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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

Nenhuma direita se salvará se não for de esquerda no social e no económico; o mesmo para a esquerda, se não for de direita no histórico e no metafísico (in Caderno Três, inédito)

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo (in Cortina 1, inédito)

Agostinho da Silva

segunda-feira, 22 de junho de 2020

França – Comunidade portuguesa recolhe 10 toneladas de alimentos

A iniciativa “Todos juntos”, organizada este sábado pela Comunidade portuguesa na região de Paris, recolheu 10 toneladas de alimentos, 250 caixotes de roupa e mais de 10 mil euros em donativos para ajudar quem mais sofre com a Covid-19.

“É um sucesso. Pedimos à Comunidade para se unir e estamos a ter um resultado interessante. […] É um êxito, mais não seja porque os Portugueses se uniram”, afirmou à Lusa o Diretor Geral da Rádio Alfa, Fernando Lopes, que encabeça esta iniciativa.

As doações começaram a chegar cedo à sede da Rádio Alfa, rádio que difunde em português na região parisiense. Paletes com batatas, açúcar ou legumes, mas também caixotes com roupa e brinquedos rapidamente encheram a sala onde se controlaram as doações.

Para ajudar na triagem e na organização de todas as doações, esta iniciativa contou com mais de 180 voluntários. “É com muito orgulho que conseguimos reunir estas pessoas todas. Tivemos uma adesão bastante grande e ficaríamos ainda mais felizes se as pessoas que fossem receber toda esta recolha, sobretudo os alimentos, pudessem sentir a felicidade e o carinho que nós vamos tentar transmitir ao oferecer estes produtos”, disse o Presidente da associação Les Amis du Plateau, em Champigny-sur-Marne, Joaquim Barros, que organizou a receção dos géneros alimentares.

Ao mesmo tempo que se fazia a triagem na sede, uma caravana de carrinhas saiu das instalações da rádio para recolher doações em mais de 30 pontos diferentes na região parisiense, entre associações portuguesas e supermercados com produtos nacionais.

No Primland, em Romainville, os clientes eram incitados a doar antes de começarem as compras de sábado e muitos não ficavam indiferentes. “Eu trabalhei durante todo o confinamento e posso dar. Prefiro dar aqui do que a outras instituições que não sei a quem vão dar”, indicou Julieta Alves, que costuma ir àquele supermercado todos os fins de semana.

A crise da Covid-19 não deixou ninguém indiferente em França e as consequências não se fazem sentir só na Comunidade portuguesa, com dificuldades financeiras e perdas de emprego. “Esta crise vai atingir todos. Claro que a Comunidade portuguesa nos toca mais, são as nossas raízes e é o nosso país. Se já havia problemas, as coisas só têm tendência para ficar piores”, disse Clotilde Lopes, que organizou os caixotes de roupa.

Entre paletes com alimentos, sacos de roupa e caixotes, cerca de 20 costureiras da associação Hirond’Ailes criavam máscaras para quem, mesmo os produtos de proteção individual, se tornaram demasiado caros.

“Estamos a contar acabar o dia com 1000 máscaras. Desde 13 de março já fizemos mais de 6 mil máscaras para quem mais precisa. É sempre a mesma classe social a ficar mal e o nosso dever é ajudar. O que está ao nosso alcance são as máscaras laváveis, o que vai permitir às pessoas pouparem algum dinheiro”, disse Suzette Fernandes, Presidente da Hirond’Ailles.

Os bens e donativos em dinheiro vão agora ser distribuídos pela Santa Casa da Misericórdia de Paris, associações portuguesas que já fazem apoio social aos mais desfavorecidos e ainda igrejas portuguesas na região parisiense, mas a solidariedade não deve parar. “A pandemia ainda não acabou. Não só em termos sanitários, mas também uma segunda fase que é a uma crise social e económica que vai destruir famílias e empregos. A nossa vontade é dizer que todos juntos conseguimos, talvez, dar uma solução a quem mais precisa”, indicou Fernando Lopes.

A Rádio Alfa vai continuar a encaminhar as doações de quem não conseguiu comparecer este sábado para as instituições que estão no terreno. Catarina Falcão – França in “LusoJornal” com “Lusa”

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