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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Angola - A CPLP e a circulação dos cidadãos

A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) é uma organização que, pela sua diversidade, caracterizada pela existência no seu seio de países de diferentes continentes, quer imprimir uma nova dinâmica à sua cooperação multilateral, pretendendo avançar para uma maior circulação dos cidadãos dos Estados membros por aquele espaço.

Os Estados membros da CPLP estão conscientes de que a sua cooperação não se deve limitar apenas a questões de ordem cultural, havendo a possibilidade de se potenciar as relações económicas, até para que cada país da CPLP possa tirar partido do que outros parceiros têm de melhor, num mundo em que todos precisamos uns dos outros.



A circulação de cidadãos dos Estados membros da CPLP pelos países da comunidade foi um assunto central da 12ª cimeira de Chefes de Estado e de Governo daquela organização, e espera-se que passos importantes venham a ser dados no sentido de haver, por via da facilitação da mobilidade das pessoas, uma maior aproximação entre os povos de um bloco internacional que tem já suscitado o interesse de outros países que não os de língua portuguesa. Há a vontade dos países membros da CPLP de fazer crescer a organização, havendo já sinais de que é possível eliminar barreiras na circulação de cidadãos de países da comunidade.

Angola já deu passos na facilitação da circulação de cidadãos da CPLP neste espaço, ao abolir os vistos em passaportes ordinários com Cabo Verde e Moçambique e ao simplificar o processo de aquisição de vistos para os cidadãos dos restantes Estados membros da comunidade. Os cidadãos dos países da CPLP esperam dos seus governantes acções mais ousadas no que diz respeito à dinamização, por exemplo, da cooperação empresarial, criando-se um ambiente em cada um dos Estados membros que incentive os negócios, no interesse de todos.

Em tempo de crise económica e financeira, importa que se intensifiquem as relações comerciais e que se crie em cada Estado membro da CPLP um quadro jurídico que seja suficientemente atractivo para o investimento, de modo a que cada país beneficie de capitais e do conhecimento e experiências de outros parceiros.

A CPLP pode vir a ser um dinâmico espaço de cooperação, com benefícios para milhões de pessoas de uma comunidade que quer diversificar as suas áreas de actuação. In “Jornal de Angola” - Angola

1 comentário:

Evy Eden Batista Martins disse...

Obrigada MIL.
Angola é e será trincheira firme da revolução em África.
A revolução, hoje, passa pela formação de seres humanos, na obtenção de conhecimento, a ser aplicado no desenvolvimento angolano, para a qualidade de vida de todos.