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MIL: Movimento Internacional Lusófono | Nova Águia


Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de uma centena de milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por mais de meia centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia. Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

Nenhuma direita se salvará se não for de esquerda no social e no económico; o mesmo para a esquerda, se não for de direita no histórico e no metafísico (in Caderno Três, inédito)

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo (in Cortina 1, inédito)

Agostinho da Silva

domingo, 20 de outubro de 2019

Cabo Verde – Na Feira Internacional de Macau procura investimento chinês

Ministro de Cabo Verde sublinhou a intenção de captar investidores chineses, com a visão de transformar o país lusófono numa “plataforma de negócios para o continente africano”. Para isso, espera aproveitar as “oportunidades” criadas pela MIF, onde Cabo Verde é este ano país parceiro



O ministro da Indústria, Comércio e Energia de Cabo Verde esteve presente na inauguração da Feira Internacional de Macau (MIF), onde Cabo Verde é país parceiro este ano. Alexandre Dias Monteiro destacou a intenção de atrair investidores chineses para várias áreas, mas sobretudo na “questão logística marítima e portuária, dada a experiência chinesa no desenvolvimento de zonas económicas especiais”. “É uma das áreas em que queremos focar a atracção de investidores da China para Cabo Verde”.

Alexandre Dias Monteiro explicou que o grande objectivo de Cabo Verde é tornar-se uma economia de circulação no Atlântico Médio e “uma plataforma de comércio indústria, [no mercado] financeiro, turismo, marítimo, aéreo”. Para isso, segundo Alexandre Dias Monteiro, Cabo Verde beneficia da “localização geográfica e estabilidade política, social e económica”, bem como do “acesso privilegiado a grandes mercados como Europa, Estados Unidos e Canadá”, para se tornar numa “plataforma para o continente africano” para o mundo.

Sobre a participação na MIF, salientou que apesar de “ser um país pequeno”, Cabo Verde está “aberto para o mundo, tem que aproveitar as oportunidades”, nomeadamente “conhecimentos, confianças empresariais” e uma forma de “promover o país” em Macau para a China.

A embaixadora de Cabo Verde na China, Tânia Romualdo mostra-se satisfeita com a forte presença na MIF. “A participação nesta feira, na qualidade de país parceiro dá-nos a oportunidade de mostrar mais e melhor” o que Cabo Verde tem “para oferecer a Macau e ao mundo”, afirmou ao Jornal Tribuna de Macau.

“Temos uma amostra pequena, mas de muita qualidade de produtos ‘Made in’ Cabo Verde”, frisou, apontando ainda como maior barreira “a distância geográfica e o desconhecimento entre empresários”. De qualquer modo, mostra-se esperançosa de que esta feira seja “um primeiro passo de um intensificar da relação também económica”.

Lúcia Cardoso é a fundadora da “Badia”, empresa de produtos de cosméticos naturais, trouxe a Macau sabonetes feitos a partir da extracção de plantas de Cabo Verde que baptizou com nomes de cidades, músicas, praias e outras características emblemáticas do país. Assegurando que já tem “uma boa aceitação” no país de origem, assumiu que o objectivo agora é exportar e “principalmente elevar o nome do país e da cultura, porque a marca é muito assente na cultura e nos nossos produtos, recursos naturais”.

A empresária encara a MIF como “um ponto de viragem” e uma montra não só para Cabo Verde mas também “uma oportunidade para que os visitante possam conhecer uma cultura tão única”.

Ao seu lado estava Keven Gonçalves, fundador da cerveja artesanal “Afreecana”. O empresário, estreante na Ásia, espera conseguir o “máximo de contactos possíveis, com investidores, distribuidores” e vê em Macau “uma entrada para o mercado asiático”.

A 24ª edição da MIF integra cerca de 1500 bancas, numa área 24 000 metros quadrados. Este ano tem como estreias as Zona de Exposição do Novo Modelo de Venda a Retalho Transfronteiriça e o Pavilhão de Produtos Brasileiros.

Por outro lado, a Exposição de Produtos e Serviços dos Países de Língua Portuguesa (PLPLEX), junta este ano cerca de 200 empresários, entre empresas, associações e municípios dos oito países de língua oficial portuguesa. Sofia Rebelo – Macau In “Jornal Tribuna de Macau”

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