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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

domingo, 2 de outubro de 2016

MIL-Notícias, São Tomé e Príncipe...

Fraca afluência às urnas às primeiras horas de votação
 

A votação para as eleições presidenciais em Cabo Verde arrancou hoje sem registo de problemas e com fraca afluência às urnas às primeiras horas do escrutínio, que irá eleger o chefe de Estado para os próximos cinco anos.

Em três locais de voto da cidade da Praia visitados pela agência Lusa, por volta das 09:00 horas (mais duas horas em Lisboa), uma hora depois da abertura das urnas, não havia qualquer fila para votar.
A votação decorria àquela hora ao ritmo de dois a três eleitores por mesa e, entre o pessoal destacado para as secções de voto, a ideia generalizada é de que os níveis de votação estão muito abaixo dos registados nas duas eleições anteriores (legislativas em março e autárquicas em setembro).
O cansaço associado ao facto de estas serem as terceiras eleições este ano e à perspetiva de reeleição do atual Chefe de Estado poderão ser alguns dos motivos que levam as autoridades eleitorais a recear altos níveis de abstenção.
O Presidente da República interino, Jorge Santos, foi a primeira alta autoridade nacional a votar.
Jorge Santos, que substitui Jorge Carlos Fonseca por imposição legal associada à sua candidatura, votou cerca das 09:15 (mais duas horas em Lisboa) no Liceu do Palmarejo, na cidade da Praia, tendo deixado à saída um apelo para que todos os cabo-verdianos vão votar.
"Ninguém pode ficar em casa. Hoje termina um ciclo eleitoral. É o ano de todas as eleições e é o ano de um grande esforço eleitoral. Todas as instituições estiveram implicadas para que todo esse ciclo fosse um sucesso a bem do país e da democracia", disse.
"Para a nossa democracia ser mais respeitada no plano nacional e no plano internacional é fundamental que haja uma boa taxa de votação", acrescentou, reforçando o apelo para que todos os cabo-verdianos, no país ou no estrangeiro, exerçam o direito de voto.
Nas eleições presidenciais estão aptos a votar 361.206 eleitores, 314.073 registados em território nacional e 47.133 no estrangeiro.
As urnas abriram às 08:00 (10:00 em Lisboa) e encerram às 18:00 (20:00 em Lisboa).
Diário Digital/Lusa

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