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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sábado, 6 de agosto de 2016

MIL-Notícias, Guiné-Bissau...

PAIGC espera que PR da Guiné-Bissau «seja coerente» e demita o atual Governo
 

O PAIGC, partido vencedor das últimas eleições legislativas na Guiné-Bissau, mas arredado do poder, afirmou hoje, num comunicado, que espera que o Presidente do país "seja coerente" e que demita o atual Governo.

Em comunicado a que a Lusa teve acesso, o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), diz que o Presidente guineense, José Mário Vaz, deve demitir o Governo por este estar a funcionar "fora do quadro legal" previsto pela Constituição do país.
O partido alude ao facto de o Governo do primeiro-ministro Baciro Djá não ter apresentado o seu programa de ação ao Parlamento, onde devia obter anuência, volvidos 60 dias desde a sua entrada em funções.
A lei guineense considera de ilegal o Governo que não tenha tido a aprovação do seu programa de ação pelo Parlamento 60 dias depois de ser investido em funções.
Divergências entre os dois principais partidos no Parlamento, PAIGC e PRS, têm levado a que até agora não tenha sido marcada a data para a discussão do programa do Governo de Baciro Djá, uma situação considerada pelo executivo de "má-fé e de bloqueio".
No comunicado, o PAIGC responsabiliza o Presidente guineense, José Mário Vaz, pela existência do que diz ser "Governo de iniciativa presidencial" -- figura não prevista na Constituição do país -- e ainda espera que o chefe de Estado demita a equipa de Baciro Dja tal como fizera com o Executivo liderado por Carlos Correia.
O PAIGC lembra que o Governo de Carlos Correia foi demitido, no passado mês de maio, por José Mário Vaz, entre outros motivos, por não ter obtido a aprovação do seu programa no Parlamento.
O partido alerta a opinião publica nacional e internacional sobre o facto de o atual Governo estar a contrair dividas e assumir compromissos em nome do país sem que para isso tenha um programa aprovado pelos deputados ao Parlamento.
"Aguarda-se que o Presidente da República assuma as suas responsabilidades, mantendo e respeitando a sua coerência de procedimentos (....), enquanto primeiro magistrado da nação não deve ter dois pesos para a mesma medida", declarou o PAIGC no seu comunicado.
Diário Digital com Lusa

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