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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sábado, 9 de julho de 2016

MIL-Notícias, São Tomé e Príncipe...

Confrontos com a polícia em barricada em São Tomé e Príncipe provocam um ferido

Uma pessoa ficou ferida nos confrontos registados hoje de manhã nos arredores da capital de São Tomé e Príncipe quando polícias e militares tentaram desobstruir uma estrada cortada por populares, em protesto contra a falta de água potável.

Os incidentes ocorreram na estrada que liga a capital, São Tomé, a vila de Micoló e a cidade de Guadalupe, após a população de Conde e periferias, no distrito de Lobata, ter erguido uma barricada com pedras, viaturas velhas, pneus, troncos de árvores e detritos.
O protesto atingiu indiretamente o ministro do Interior de Timor-Leste, Longuinhos Monteiro, que está a realizar uma visita de trabalho que está a efetuar a São Tomé e Príncipe, impedindo-o de prosseguir viagem para a cidade de Neves, capital do distrito de Lembá, norte do país, onde tinha uma visita agendada junto com seu homólogo são-tomense Arlindo Ramos.
Dezenas de agentes da força de intervenção da polícia e militares das forças armadas foram enviadas para o local pelas autoridades para desobstruírem a passagem, mas encontraram a resistência da população, o que deu origem a um tiroteio que provocou pelo menos um ferido.
A ação de hoje decorreu a centenas de metros do local onde no princípio desta semana populares haviam montado outra barricada, dessa vez para exigir a reabilitação de estradas.
No protesto de hoje, um popular, identificado como Ângelo Sousa, justificou a ação com a falta de água potável.
"Nós queremos água, o governo e a câmara distrital de Lobata desviaram a água da nossa localidade e enviou para outra localidade e hoje somos abrigados a percorrer quilómetros a catar agua", disse Ângelo Sousa.
"Estamos a reclamar isso (falta de agua) todos os dias e o presidente da câmara faz ouvidos de mercador e não nos dá confiança, então resolvemos montar essa barricada para demonstrar o nosso descontentamento", acrescentou outra moradora, Juliana Sacramento.
As barricadas em Lobata acontecem numa altura em que decorre a campanha para as eleições presidenciais, marcadas para 17 deste mês.
Diário Digital com Lusa

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