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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sábado, 11 de junho de 2016

A ENTIDADE PORTUGUESA E O PORTUGAL DO FUTURO (1ª. Parte)

 
Há cerca de 23 anos, adquiri uma obra intitulada - "O FATOR MAIA - Um Caminho Além da Tecnologia", publicada pela Editora Cultrix – S. Paulo, Brasil - do escritor e investigador José Arguelles, nascido em 1939 em Rochester, - Estados Unidos. O tema do livro em referência é dedicado ao estudo e análise do Povo Maia e da sua cultura relativamente ao Estudo do posicionamento da Terra e do Sistema Solar em relação ao CENTRO DA GALÁXIA - a nossa Via Láctea!
 
Trata-se de um trabalho sério e digno de estudo. No final do Século XIX, arqueólogos e pensadores mais "científicos", como Alfred P. Maudslay, Ernest Willem e outros, tinham-se debruçado sobre o sistema matemático e astronómico dos Maias e por volta de 1927, foi concluída a chamada "correlação Goodeman-Martinez e Hernandez-Thompson " entre a cronologia Maia e Cristã. Isto significava que o "começo" do "Grande Ciclo Maia" tinha sido localizado entre 6 a 13 de Agosto de 3113 a.C. no Calendário Cristão.
 
Na cronologia Maia a data é escrita: 13.0.0.0.0. Essa mesma data - 13.0.0.0.0., se repetirá novamente em 21 de Dezembro de 2012d.C. De facto, o que vai exatamente suceder? Eis a grande incógnita! Alinhamento do nosso Sistema Solar com o Centro da nossaGaláxia? Segundo, os Maias, presentemente já estamos "atravessando a radiação galáctica" provindo do Centro da Via Láctea. O "alinhamento" em referência irá ou já está a perturbar os campos magnéticos do Sol e de todos os planetas que formam o nosso Sistema? Penso que sim!
 
 A alteração dos "campos magnéticos da Terra, certamente que vão alterar os movimentos de rotação, translação e oscilação do eixo terrestre e assim os climas (degelo nos Polos) e consequentemente a subida dos níveis dos mares, cobrindo partes baixas e importantes das zonas costeiras de diferentes países. 
 
Com a mudança das correntes marítimas influenciadas por perturbações das circulações atmosféricas sem dúvida que já estão ocorrendo importantes fenómenos no mundo e maiores ocorrências se irão sentir a médio e longo prazo que naturalmente irão"mexer" com a flora e a fauna e finalmente com os próprios seres humanos.
 
Todos estaremos atentos às mudanças que se estão operando no mundo.
 
Certamente que todos nós estaremos atentos a todos os fenómenos que estão ocorrendo e que vão ocorrer. Concluindo: Estamos já numa fase avançada de "mudança" para pior e provavelmente para algumas outras coisas para melhor!
Nós, seres humanos teremos de começar a rever as nossas posições perante nós próprios! Conceitos de religião, de filosofia, política, economia, ecologia estendendo-se igualmente a outros diferentes campos!
 
 É interessante notar de que com as "mudanças" que estão a ocorrer, estas, eventualmente, poderão exercer alguma influência sobre a nossa formação psicossomática – alguns investigadores adiantam (a médica brasileira - Glaci Ribeiro da Silva, autora do livro “O Racionalismo Cristão e a Ciência Experimental – edição Centro Redentor – Brasil – Rio de Janeiro nos seus diversos trabalhos de investigação e quando se refere ao estudo da "Glândula Pineal" classificada pela Ciência Médica como um órgão residual, contudo e atualmente e por via científica estão surgindo novas perspetivas sobre o funcionamento e finalidade daquele órgão!
 
O Dr. Sérgio Filipe de Oliveira, médico, pesquisador do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de S. Paulo – Brasil,em seus estudos sobre a "pineal", chega à seguinte conclusão: - A "pineal" é um "sensor" capaz de “ver” o mundo espiritual, associando-o à estrutura biológica, sendo uma glândula, portanto, que VIVE o dualismo espírito/matéria.
 
 O cérebro capta o magnetismo externo através daquele órgão. É a glândula Pineal que gere a capacidade intuitiva do ser humano – possivelmente servindo de suporte à atividade mental dos humanos no que diz respeito à faculdade "telepática"?!

 Imaginem só!
Que implicações extraordinárias virão a existir se as pessoas conseguissem captar os pensamentos dumas e doutras? O mundo seria radicalmente virado às "avessas"! Igualmente pela via mental/espiritual o ser humano poderá vir a ter acesso a novas formas de energias universais que certamente serão diferentes e superiores às energias tradicionais, tais como a eletricidade; a energia nuclear e as energias fósseis!
A origem do povo português representada nas raízes herdadas dos Lusitanos é muito antiga, estando os Portugueses marcados com dois genes muito específicos e únicos. Nós, Portugueses somos os últimos sobreviventes de uma antiquíssima raça ibérica pré-mediterrânica. Segundo a narrativa de Paul Le Cour – 1871/1954, escritor, esotérico e astrólogo francês – “Cadernos de Tradição – Ecos Portugueses da Atlântida, História e Cultura Portuguesa e da Lusofonia, publicação de Manuel J. Gandra – Ano de 2004”, dizia-nos que segundo Platão no Timeu num relato de um sacerdote egípcio que uma potência militar se tinha lançado sobre a Europa e a Ásia e que nesse tempo, podia-se atravessar o mar e que havia uma ilha, em frente das Colunas de Hércules, maior que a Líbia e a Ásia reunidas.
Desta ilha podia-se passar para outras ilhas e daí alcançar o continente oposto. Convenhamos que há aqui bastantes alusões que permitem atribuir às ilhas dos Açores (ou antes, àquilo que elas representam que são as ruínas da Atlântida!
 
 O povo português não é ingovernável e muito menos vive além dos seus recursos (conforme certos políticos nos tentam convencer) e muito menos aceitar a afirmação de que “não se pode esperar muito dele”.
 
Quando o povo português se torna ingovernável e contrário às políticas vigentes, significa que em Portugal e no presente a qualquer momento poderá eclodir uma forte reação social, cujas consequências serão sempre imprevisíveis (e a nossa História o tem vindo a confirmar) e nessas circunstâncias de ingovernabilidade terá de emergir naturalmente princípios paradigmáticos de auto-preservação e de autorregulação, sendo subjacentes a uma sabedoria ancestral gregária que funciona como um corpo só através do subconsciente coletivo dos Portugueses!
 
Os Portugueses são descendentes dos Fenícios e filhos originais da casta Lusitana, mas também dos Celtas, tendo ligações Árabes, judaicas e Cristãs.
Na sua globalização os Portugueses cruzaram-se com os Africanos, com os Índios Americanos, com os Asiáticos e com os Indianos. Criaram ou ajudaram a criar países com características muito próprias e de certo modo ligadas à nossa CAUSA que na verdade foi e é igualmente a deles! A globalização portuguesa, o “Porto do Graal” emergiu de pequenas e grandes colónias e feitorias tornadas mais tarde em províncias ultramarinas espalhadas por todo o mundo, o que se poderá concluir que a partir do Conde D. Henrique, pai do Primeiro Rei de Portugal, D. Afonso Henriques havia um Projeto Global de tornar Portugal não numa metrópole contida num pequeno retângulo geográfico, mas sim satisfazer uma necessidade imperiosa ao mesmo tempo material e espiritual de libertação e expansão e daí a pretensão histórica de “dilatar a Fé, o Império e as Terras Viciosas” tornando Portugal no Mítico Porto do Graal e o mensageiro de uma nova ideia, de uma nova ideologia para o mundo! Realidade que agora no Século XXI, a Lusofonia pretende dar continuidade!
 
 No plano biológico a maioria dos Portugueses (nomeadamente os de descendência lusitana, são portadores de dois genes que marcam a diferença em relação a outros povos de que não dispõem daqueles mesmos genes e são eles: - A25-BIS-DR2, este gene só foi encontrado nos portugueses de origem étnica lusitana, apesar de também existir no Brasil e na América do Norte, sendo que esta propagação se deve, obviamente à tendência dos Portugueses em emigrarem!
 
O outro gene e o mais particular que prova sermos a população mais antiga na Europa tem o nome de – A26-B38-DR13, (Universidade de Coimbra). Sobre este mesmo gene só se sabe que terá existido nos primeiros ibéricos ocidentais e dai poder-se concluir de eventualmente poderem existir ligações com os sobreviventes da Atlantida que quando do afundamento desta chegaram à Península Ibérica há cerca de 11.500 anos.
 
 A palavra SAUDADE é efetivamente uma palavra com uma profunda e muito antiga significação mítica e naturalmente subjaz de forma inequívoca no inconsciente coletivo do povo português e a recordação oculta do “Paraíso Perdido” que foi a Atlântida e essa recordação foi-se cristalizando ao longo de milhares de anos na mente dos Portugueses e daí a causa ou a razão desse misterioso sentimento que se chama: SAUDADE!
 
O Sentimento da SAUDADE está intimamente ligado ao conceito de LUSOFONIA e daí ter havido a necessidade da criação de um PROJETO UNIVERSALISTA (que nasce com os Templários em Portugal) que os primeiros portugueses pretenderam desenvolver e esse mesmo PROJETO UNIVESALISTA tem vindo a ser traduzido por portugueses, tais como: Padre António Vieira; Fernando Pessoa e Agostinho da Silva. Infelizmente esse mesmo Projeto corporizado nos LUSÍADAS do nosso épico Luís de Camões e em MENSAGEM do poeta iniciático Fernando Pessoa e na “História do Futuro” de Vieira tem vindo sistematicamente ser deturpado por maus políticos que em Portugal pretendem transmitir uma falsa democracia que em nada serve o Povo Português e apenas serve os interesses das elites formadas por falsos portugueses que apenas visam a defesa dos seus interesses pessoais e de classe em completa oposição às necessidades reais de um povo simples, honesto e trabalhador que são os Portugueses!
 
 No que diz respeito especificamente na Historiografia Portuguesa à origem e desenvolvimento do Mito do Quinto Império Português divide-se por aqueles que o defendem e aqueles que o consideram pós 25 de Abril de 1974, como meio e fim esgotados e segundo Oliveira Martins, considera que com as liberdades cívicas, o avanço dos costumes e o progresso técnico realizados pelo Liberalismo deram-no como findo, considerando-o uma relíquia do passado ou ainda uma espécie de marca cultural, mítica e mitológica do pretérito histórico de Portugal!
 
Igualmente nas perspetivas de Lúcio de Oliveira e António Sérgio que com as ocorrências do republicanismo; o positivismo e o racionalismo, esgotaram e mataram o Mito do Quinto Império e com ele, naturalmente o Sebastianismo!
 
O nosso ilustre escritor e historiador Miguel Real, no livro de sua autoria – Nova Teoria Sobre o Sebastianismo – – 1ª. Edição – D. Quixote, faz uma extensa análise na base da Historiografia Portuguesa sobre o Mito do Sebastianismo/Quinto Império em que duas correntes de opinião se dividiram entre os investigadores e historiadores portugueses.
 
Diremos que ambas as partes têm a sua razão, sendo perfeitamente válidas as respetivas teses que defendem, contudo, na nossa opinião e na realidade configura-se uma terceira via a qual dá pleno fundamento ao Mito do Sebastianismo, uma vez que historicamente a introdução da Inquisição em Portugal por D. João III; as Invasões Francesas, no início do Século XIX, dizimaram cerca de 10% da população portuguesa e a Ditadura de mais de 40 anos em Portugal durante o Século XX, pesaram profundamente no espírito coletivo do Povo Português.
 
Na Historiografia Portuguesa quanto à verdade sobre a consistência, natureza e razão válida que defendem tal mito, agora transformado em teoria e essa teoria convertida em doutrina – a Doutrina da Cidadania Social versus Doutrina do Quinto Império ou seja: a Doutrina da Verdade, cuja apresentação e desenvolvimento é feito no meu segundo livro – “Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império- Uma Nova Perspetiva Social “publicado em 2013 pela Chiado Editora.

Dando a devida razão a ambas as partes defensoras e não defensoras do Mito do Quinto Império, procurámos desenvolver uma terceira via que efetivamente passa pelo desenvolvimento da espiritualidade do ser humano que apoiado plenamente pela investigação científica procura-se a descoberta e conhecimento do mecanismo das leis universais, as mesmas leis naturais que regem o nosso próprio mundo e do Universo na sua imensidão cósmica, contendo em si um número incontável de mundos e sistemas estelares, os quais e em conformidade com essas mesmas leis assistem numa escala própria um número, diremos quase infinito de vidas inteligentes. A transformação e a Evolução, são os elementos básicos que dão sustentabilidade à Força Criadora ou Inteligência Universal ou ainda a ação desencadeada pelo Grande Arquiteto do Universo, (Deus) a suprema Causa de tudo quanto existe!
 
O ser humano ao longo de muitos milhares de anos esteve sempre sujeito a uma constante transformação do seu corpo somático e a uma progressiva evolução do seu espírito passou por uma longa e dolorosa fase de animalidade compreendida pelo instinto e volvidos esses mesmos milhares de anos veio a conquistar um novo atributo espiritual conhecido pelo “livre arbítrio”, portanto, passando a ser detentor da capacidade do raciocínio e de ter a liberdade de tomar decisões por si próprio, ultrapassando assim as barreiras naturais de um universo tridimensional, conseguindo cognitivamente alcançar uma nova dimensão não já física, mas sim pertencente a outras e superiores dimensões do Universo!
 
Em face da constante evolução espiritual do ser humano, este já está, agora em pleno Século XXI, próximo de se libertar da condição do “livre arbítrio” não precisando deste e deixando de se debater entre o ser e o não ser; o certo e o errado, pois em termos de natureza cósmica o espírito humano atingiu um estado de grande desenvolvimento moral e intelectual que lhe vai permitir pela via da intuição alcançar um conhecimento de si mesmo e do próprio Universo, sabendo perfeitamente qual a sua responsabilidade e função na própria organização universal, o que numa perspetiva maçónica tornou-se por direito próprio num Arquiteto do Universo!
 
Este tema foi inspirado na base da narrativa contida no meu terceiro livro – o romance iniciático “ Num Dia do Amanhã” a publicar brevemente. Seria interessante verificar que o grande projeto do Quinto Império Português, sonhado pelo nosso Rei D. Sebastião que na histórica batalha de Alcácer Quibir para a conquista do Norte de África – Marrocos, sofreu uma derrota no dia 4 de Agosto de 1578 na Batalha dos Três Reis que foi travada numa região entre Tânger e Fez. Vejamos então o que iremos encontrar em termos de previsões desenvolvidas no meu já referido novo romance e relativamente ao ano de 2040 sobre Portugal. Portugal passará a dispor de uma superfície marítima e terrestre correspondente à sua antiga ZEE – Zona Económica exclusiva ampliada pela Plataforma Marítima Portuguesa de mais de 3.877.408 kms2, área correspondente à superfície da Índia, tornando-se num dos maiores países a nível planetário!
 
No que se refere à Plataforma Continental Portuguesa, a maior do mundo segundo afirmações do Ilustre Professor Adriano Moreira que no seu livro intitulado – “Memórias do Outono Ocidental – Um Século Sem Bússola”, publicado pela editora Almedina, em Novembro de 2013, a páginas 212, diz-nos:
 
 “ … O seu reconhecimento pela ONU estava anunciado para 2013, mas como vimos já foi transferido para 2015. Acontece que o Presidente da Comissão Europeia anunciou, como disse, em discurso proferido em Portugal, o projeto em definição de um mar europeu. No caso de este projeto se concretizar antes da aprovação da Plataforma Continental, logo vem à memória 1890, com todos os países da União Europeia a exigirem participação no património então comum …”
 
Agora em 2016 temos conhecimento de que ainda nada foi feito pela Comissão Europeia quanto ao reconhecimento da soberania portuguesa sobre a Plataforma Continental. O Professor Adriano Moreira refere-se ao ano de 1890 quando a Inglaterra nos impôs um “ultimato triste e vergonhoso na célebre conferência de Berlim onde a Inglaterra; a Bélgica; a Alemanha e a França disputaram e dividiram então aquele vasto território africano que ligava o Atlântico ao Índico, saindo Portugal vergonhosamente derrotado com a disputa do “mapa cor-de-rosa”!
 
Nós acompanhamos o pensamento do Professor Adriano Moreira! Será que vamos ter um segundo “mapa- cor -de rosa” com a nossa Plataforma Continental? E virmos mais uma vez a sermos esbulhados no nosso “espaço marítimo” pelos países poderosos e gananciosos? É esta a grande questão que vos deixamos! Pensamos ser necessário e oportuno a partir da cidade do Porto criarmos uma Frente Unida Patriótica mobilizando os Portugueses numa ação nacional no sentido de serem defendidos os superiores interesses da Nação e neste caso muito particular o povo português exigir ao Governo de Portugal que assuma uma postura firme, esclarecida e determinada na defesa da Plataforma Continental Portuguesa!
Jacinto Alves

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