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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

terça-feira, 31 de maio de 2016

MIL-Notícias, Moçambique...

Presidente moçambicano diz que confrontos agravam pobreza no país

O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, considerou segunda-feira em Maputo que a tensão política e militar que se vive no país agrava a pobreza e destrói a esperança dos moçambicanos.

"O atual clima de tensão que se vive em alguns pontos do centro do país agrava a pobreza, cria dor e luto nas famílias, para além destruir a esperança dos moçambicanos", afirmou Nyusi, falando na Conferência Nacional de Validação da Política de Emprego.
O Governo, prosseguiu o chefe de Estado moçambicano, vai continuar firme na busca incessante da paz que o povo e país legitimamente anseiam.
Referindo à Política de Emprego, Filipe Nysi declarou que deve ser estimulada a criação de micro, pequenas e médias empresas para a geração de mais postos de trabalho.
"Além de ser um direito que assiste a todo o cidadão, o emprego é uma das faces visíveis de acesso à riqueza, uma vez que propicia um rendimento e contribui para a melhoria da vida pessoal e familiar de cada trabalhador e permite o desenvolvimento do país como um todo", enfatizou Nyusi.
Alguns pontos do centro de Moçambique têm sido nos últimos meses palco de confrontos entre as forças de defesa e segurança e o braço armado do principal partido da oposição, a Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), e vários troços da principal estrada do país são alvos de ataques atribuídos àquele movimento.
A Renamo exige governar as seis províncias do centro e norte do país onde reivindica vitória nas eleições gerais de 2014, como condição para o fim do conflito armado.
Na segunda-feira, o Executivo moçambicano e o principal partido de oposição alcançaram um consenso em torno da proposta de agenda para o diálogo visando o fim dos confrontos entre as forças de defesa e segurança e o braço armado da Renamo.
"Durante este período em que estivemos reunidos, conseguimos, ao nosso nível, consensualizar a proposta de agenda que vamos remeter às nossas lideranças e, depois desta remessa, teremos a proposta definitiva", disse, em declarações aos jornalistas, José Manteigas, deputado e membro da delegação da Renamo.
Diário Digital com Lusa

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