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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

segunda-feira, 30 de maio de 2016

MIL-Notícias, Moçambique...

Ministério da Defesa moçambicano diz que conflito militar está sob controlo
 

O Ministério da Defesa de Moçambique afastou hoje em Maputo um eventual envolvimento militar da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) para a resolução do conflito militar no país, assinalando que a situação ainda está sob controlo interno.

"A situação (militar) ainda não atingiu um extremo que levante a possibilidade de intervenção da SADC, ainda é possível o controlo interno da situação", disse à imprensa o chefe do Gabinete de Cooperação do Estado Maior das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM), Chongo Vidal.
Falando à margem da 24.ª Reunião do Subcomité de Defesa da SADC, Vidal afirmou que os tratados da organização sobre intervenção militar têm regras que neste momento não se aplicam à atual situação de Moçambique.
Sobre a reunião que hoje se iniciou, o chefe do Gabinete de Cooperação do Estado Maior das FADM afirmou que a mesma se insere nos esforços da SADC de ter a sua força regional apta para contribuir para a Força da União Africana em Estado de Alerta, que deve estar pronta até finais do ano em curso.
"Como sub-região africana, a SADC deve dar a sua contribuição para a operacionalização da Força da União Africana em Estado de Alerta, uma entidade que se quer continental e sustentada por contribuições dos estados africanos", sublinhou Chongo Vidal.
Vidal destacou que a criação de uma força visa dotar o continente de um mecanismo de defesa apto a intervir contra ameaças à paz e estabilidade em África, acabando com a dependência em relação à comunidade internacional em relação a missões de paz.
O centro de Moçambique é neste momento palco de confrontos entre as forças de defesa e segurança e o braço armado da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal partido de oposição, e vários troços da principal estrada do país são alvo de ataques atribuídos ao movimento, sendo a circulação nesses trajetos acompanhada de escolta militar.
A Renamo exige governar nas seis províncias do norte do país onde reivindica vitória nas eleições gerais de outubro de 2014.
Diário Digital com Lusa

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