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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sábado, 23 de abril de 2016

MIL-Notícias, Macau...

Macau quer ser centro de formação de língua portuguesa na Ásia

Macau quer assumir-se como um centro de formação de língua portuguesa na região da Ásia-Pacífico, disse hoje o chefe do Governo do território, Fernando Chui Sai On.

Considerando que já há "uma certa base" no ensino do português, Chui Sai On afirmou que Macau "tem condições para ser uma base de formação" nesta área na zona da Ásia-Pacífico, dizendo que este é um dos objetivos estratégicos da região para os próximos anos.
O chefe do executivo de Macau considerou que é possível ir contratar mais professores em Portugal, sublinhando "o bom relacionamento" com Lisboa.
Chui Sai On falava na Assembleia Legislativa, numa sessão de respostas aos deputados, tendo sido questionado sobre o objetivo, estabelecido por Pequim, de tornar Macau numa plataforma de cooperação entre a China e os países de língua portuguesa.
O apoio de Pequim ao desenvolvimento deste papel de Macau como ponte entre a China e a lusofonia consta do XIII Plano Quinquenal chinês, aprovado recentemente, o que foi lembrado por diversos deputados.
Cheang Chi Keong, eleito por sufrágio indireto, lembrou, a este propósito, a falta de quadros bilingues (português e chinês, as duas línguas oficiais de Macau) e quis saber como é que o executivo pretende responder a este problema.
Chui Sai On reconheceu que esta é uma questão central e deu como exemplo o próprio Governo, em que faltam neste momento 126 tradutores para responder às necessidades.
Garantindo que o executivo "tem dado toda a atenção" a esta questão e que o número de alunos a estudar português em Macau cresceu 20% no atual ano letivo, vincou que é preciso apostar no ensino da língua portuguesa nas escolas não superiores e apoiar ainda mais as escolas privadas na criação de oferta de ensino do português.
Chui Sai On referiu que o estudo do português é uma opção dos estudantes e encarregados de educação e que "muitos" preferem escolher estudar chinês e inglês.
A este propósito, prometeu a adoção de medidas para incentivar mais estudantes a optar pela língua portuguesa, incluindo alargar o âmbito de bolsas de estudo, como as destinadas a estudar em Portugal e noutros países.
Nas respostas que deu aos deputados, o chefe do executivo revelou que o primeiro plano quinquenal de Macau será divulgado na próxima terça-feira, para consulta pública, sendo o objetivo recolher contributos para elaborar o documento final.
Numa sessão muito dominada por questões ligadas à habitação, Chui Sai On revelou que a região vai avançar com a revisão dos diplomas que regem a atribuição de casas aos funcionários públicos e de habitação económica, que têm sido motivo de contestação e reivindicações.
Por outro lado, defendeu que Macau deve criar a licença paga de paternidade, sugerindo que se siga o exemplo das regiões e países vizinhos onde os pais têm direito a entre três e 14 dias quando lhes nasce um filho.
Sobre a situação da economia e a queda das receitas do jogo há 22 meses consecutivos, considerou que apesar de uma queda do PIB superior a 20% no ano passado, a situação não "é tão má" como se pensa e disse estar "otimista".
Assim, lembrou que o desemprego se mantém abaixo dos 2% e que a inflação é inferior à da média mundial, por exemplo.
No entanto, realçou que a região vai continuar a estudar medidas para apoiar as PME e para diversificar a economia, para a tornar menos dependente do jogo.
Diário Digital com Lusa

1 comentário:

Portugalredecouvertes disse...

Publiquei há dias um post sobre os refugiados chineses que chegaram a Macau no seguimento dos ataques do Japão e da instalação do regime da Republica Popular da China, que aparecem filmados num vídeo do Youtube, nos anos '50

http://portugalredecouvertes.blogspot.pt/2016/04/trouvant-refuge-macao.html

bom fim de semana
Angela